Daily Archives: 2006/12/02

A Minha Pequena Vingança… Sobre Santanaz !

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Hoje ía eu buscar um croquete à Pastelaria Luanda, entre a av. dos Estados Unidos e a av. de Roma, quando vejo, saindo da pastelaria…

Pedro Santana Lopes (o Santanaz)

O tipo era muito mais baixo do que parece na televisão, vestia roupa cinzenta discretíssima, sem óculos escuros e tinha o cabelo quase todo branco… Olhei directamente para Santanaz e este olhou para o chão, cabisbaixo…

Como vinha na minha direcção, e tinha apenas um espaçito entre mim e os carros estacionados, se fosse outra pessoa, eu ter-me-ía desviado um bocado para a direita. Mas sendo Santanaz… Nope, segui no meu caminho recto, imperturbável, mas admirando pelo canto do olho Santanaz a fazer um verdadeiro malabarismo e quase caindo sobre o capot do carro ali estacionado para evitar tocar-me ou cair.

E lá tive eu a minha pequena (e mesquinha) vingança sobre os quatro meses em que Santanaz (mal) me governou!

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Categories: A Escrita Cónia, Bird Watching, Máximas, Política Internacional, Política Nacional, Sociedade Portuguesa | 12 comentários

Agostinho da Silva: “Portugal, para os verdadeiros portugueses, se tornava um país inabitável”

“Para dizer tudo numa palavra, Portugal, para os verdadeiros portugueses, se tornava um país inabitável. Ao contrário da denominação histórica que se tornou corrente, os verdadeiros estranjeirados eram realmente os que, ficando em Portugal, serviam o Poder: os outros, os que emigravam o mais que podiam, esses eram os reais portugueses, os portugueses tradicionalistas, os portugueses; que preferiam todos os incómodos de um exílio à dor de viver numa pátria que, de sua, só tinha o tal elemento material de céu, terra e mar”.

página 63/4

Agostinho da Silva: “Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I; Âncora Editora

1. Após todas as perseguições e enclausuramentos mentais e físicos dos Absolutismos, dos movimentos centralizadores régios e, sobretudo, através da influência tirânica e asfixiante da Igreja Católica e da Inquisição, os portugueses que melhor representavam e que mantinham a alma medievel – autónoma e livre – emigram. De princípio, para as Índias onde podiam satisfazer melhor o seu largo espírito e a sua imensa vontade de vencer, depois, para o Brasil, para as enebrientes vastidões do sertão e da selva, vencendo a natureza, pactuando e vivendo com o índio (escravizando-o, por vezes) e empurrando os limites de Tordesilhas cada vez mais para Ocidente.

2. Foram estes portugueses que resistindo aos cinzentos fados do Continente fundaram novos portugais por este mundo, fundando aquilo que nunca foi efectivamente “Império Português”, porque sobre ele o Centro nunca teve um verdadeiro poder e influência bastando-se quase sempre estas periferias para vencer assaltos de inimigos e naturais, bastando-se a si mesmas e ajudando outras partes em aflição em lugar de um centro inepto e centrado sobre si mesmo (como sucedeu com as expedições que do Brasil seguiram para libertar Angola dos holandesas).

3. A mesma inabitabilidade empurrou um milhão de portugueses para a Europa e para as Américas durante o castrador regime do Estado Novo, que desconfiava de todos os empreendedores que não orbitassem nas 400 e tal famílias que alimentavam e se alimentavam do Regime, exactamente como desconfiara de todos os Pensadores, Investigadores e Portugueses a Inquisição do século XVI e XVII…

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