Daily Archives: 2006/11/23

Mais de 30 países acordaram em construir o reactor nuclear de fusão ITER

Foi assinado em Paris um acordo para a construção do reactor experimental de Fusão Nuclea “ITER” (International Thermonuclear Experimental Reactor). Estimado em cerca de 12 mil milhões de euros, o reactor será construído em Cadarache, nos arredores de Marselha, França.

Entre as nações signatárias contam-se algumas das principais potencias nucleares do mundo como os EUA, a França, o Japão, a Índia, a China e a Rússia, entre trinta países.

A matéria prima do ITER deverá ser água salgada, emulando a forma como o Sol produz energia e garantindo uma potencial fonte inesgotável e limpa de matéria prima.

Embora o ITER produza uma energia nuclear mais limpa que os reactores de Fissão Nuclear actualmente em operação, não será ainda rentável. Isto é, a energia necessária para desencadear a reacção nuclear de Fusão será maior do que a recolhida nessa reacção, e não se espera que seja rentável neste ITER, apenas num outro reactor construído a partie do conhecimento adquirido no ITER.

O ITER será um passo essencial para compreender melhor a física da Fusão Nuclear e desenvolver por fim um reactor comercial de Fusão realmente eficiente e que liberte a Humanidade da dependência do Urânio e dos seus perigosos e duráveis resíduos e, sobretudo, do Petróleo. O facto deste desenvolvimento ocorrer numa parceria entre 30 países, alguns deles rivais históricos, como os EUA, a China e a Rússia é muito significativo porque poderá aplacar algumas desconfianças mútuas e acelerar a aplicação generalizada quando a tecnologia alcançar a maturidade necessária.

Fontes:

Público

e ITER

Categories: Ciência e Tecnologia, CodeFarmPt, Defesa Nacional, Ecologia | 4 comentários

Antilia

INTRODUÇÃO

Já o professor Florentino Paolo Toscanelli tinha mencionado Antilia no meio do oceano Atlântico, entre Cipango, a leste, e São Brandão, a oeste, abaixo da ilha mítica de Mano Satanaxia. Dava mesmo uma estimativa das distâncias: devia contar-se “vinte e seis espaços de Lisboa até Quinsay (China) e dez espaços de Antilia até Cipango (Japão)”. Um espaço era um intervalo de meridianos, ou sejam duzentas e cinquenta milhas marítimas ou, então, cinco graus. Vignaud defende que Colombo não pretendia chegar até a Ásia, mas sim a Antilia (44).

O nome Antilia aparece pela primeira vez no mapa de Beccario de 1435, aplicando-se aqui à maior de um grupo de quatro grandes ilhas. Colectivamente designadas como “Insulle a Novo Repte” (ilhas de novo assinaladas). O mapa de Benincasa (de 1482) menciona nomes para as baías da ilha, lidos por Kretschmer como Aira, Ansalli, Ansodi, Con, Anhuib, Ansesseli e Ansolli. Mas neste grupo de ilhas outra ilha possui mais topónimos, a ilha de Saluaga, tem também cinco baías, com os nomes de Arahas, Duchal, Imada, Nom e Consilla. Também o mapa anónimo de Weimar, possivelmente desenhado em 1424, mostra numa sua cópia fotográfica traços de nomes na ilha Antilia aí representada.

RELAÇÃO COM SETE CIDADES

A carta de Toscanelli de 1474 a Cristovão Colombo, recomenda a ilha de Antilia, como um ponto de repouso na viagem até Cathay. Nordenskiold no seu “Périplo” declara: “As the mention of this large island, the name of which was afterwards given to the Antilles, in the portolanos of the fourteenth century, is probably owing to some vessel being storm driven across the Atlantic (as, according to Behaim, happened to a Spanish vessel in 1414)” (75). A referência à Espanha não é limitativa, uma vez que na época quando se faziam referência a Espanha, se queria significar a Península Ibérica, e não necessariamente esse reino, a inscrição pode assim referir-se quer a um navio castelhano quer a um português.

Uma outra fonte parece também referir-se a este navio arrastado até as Antilhas: trata-se do mapa Ruysch de 1508. Aqui se indica que a ilha Antillia foi descoberta pelos espanhóis há muitos anos. Mas talvez se trate de uma redescoberta, uma vez que também menciona que foi este o refúgio do rei Roderico, que aí terá chegado no século VIII.

Observámos que diversas vezes se estabeleceu a associação entre a ilha de Antilia e a de Sete Cidades, embora alguns autores mencionem só um dos nomes e nenhum – ao que sabemos – refira as duas ilhas como realidades distintas. Poderiamos agrupar as duas secções que estabelecemos para estas duas ilhas numa só, mas porque acreditamos que com isso o trabalho perderia em organização optámos pela sua separação.

O mapa Beccario de 1435 fornece-nos bastantes informações sobre Antillia e sobre o grupo de ilhas que a rodeiam. Do seu grupo é a que esta colocada mais a Sul, e é também a maior de todas. É possível que exista alguma relação entre a Antillia deste mapa e a ilha de Cuba, esta relação é-nos sugerida pela sua forma. Trata-se de um rectângulo, estendendo-se desde a latitude de Marrocos até ao Norte de Portugal. No seu sector oriental existem quatro baías, opostas a três outras no ocidental. O seu carácter extremamente regular faz pensar na representação de baías artificiais, e o seu número – sete – faz pensar numa associação com o mito das “Sete Cidades”.

IDENTIFICAÇÃO DE PETER MARTYR DE ANTILLIA

As representações de Ruysch e de Behaim mostram Antillia no oceano profundo e isolada de qualquer outra terra, mas Peter Martyr d’Anghiera, contemporâneo e historiador de Colombo, escrevendo numa data anterior a 1511, afirma claramente que a ilha fazia parte de um arquipélago.

ANTILIA E ANTILHAS

Peter Martyr não foi o único a identificar Antilia com as Antilhas. O mapa de Canerio de 1502, incluí a legenda: “Antilhas del Rey de Castella”. Outro mapa (anónimo) da mesma época dá ao grupo de ilhas frente a América Central o nome contemporâneo de “Antilie”. Um mapa de cerca de 1518, por sua vez, incluí a inscrição: “Atilhas de Castela”. Um mapa catalão do século XV apresenta um grupo de ilhas a ocidente dos Açores, com diversos nomes, entre os quais uma com a denominação “Attiaela”.

A ANTILIA CONTINENTAL

Quando a exploração das costas americanas tinha já alcancado um nível razoável, começam a surgir representações de Antilia no continente americano. Um portulano do Museu Britânico Egerton MS. 2803) incluí o nome “Antiglia” no actual território venezuelano.

Antilia seria então a América? Pergunta-se Paul Gaffarel. A propósito de uma carta de Bianco que regista duas ilhas separadas por um estreito, Antilia e Man Satanaxio, um geógrafo alemão, Hassel, pretende que estas duas ilhas representam as duas partes do continente americano que, com efeito, se acreditava nos primeiros tempos depois do descobrimento, ser separado por um estreito. Formaleoni (15) não hesita em afirmá-lo, mas esta tese não possuí nenhum argumento sólido. A reforçar contudo este argumento surge Beccaria que numa sua carta de 1435, chama a Antilia e ao arquipélago que a rodeia “Insulae de novo repte” (repertae).

O mapa português, datado de 1508-1510, e a que já nos referimos, denominado “Egerton 2303” incluí a designação “Septem Ciuitates” já não numa ilha, mas sobre o continente americano, sinal da transferência para o Continente americano de uma lenda que começava a tornar-se incrível no meio de um oceano já razoávelmente reconhecido.

A ORIGEM DO NOME ANTILIA

Humboldt propõe “Al-tin”, do arábe “dragão”, como origem do nome “Antilia”. As navegações muçulmanas no Atlântico são conhecidas, e os dragões encontram-se entre os monstros mitológicos preferidos dos arábes. Contudo, não existe nada mais de substancial a suportar esta tese. Mas Humboldt propõe outra solução. Admite igualmente que Antilia pode surgir da junção de duas palavras portuguesas “ante” e “illa”. “Illa” e a forma arcaica de “ilha”. Da contracção destas duas palavras teria assim surgido “Antillia”, que se poderia interpretar como “ilha oposta” ou “ilha anterior”.

Alguns autores encontram uma relação entre Antilia e a Atlântida (10); outros, baseados nos seus conhecimentos das linguas orientais, pensam que Antilia correspondia ao Gezyret e Tennynn ou Ilha das Serpentes dos cosmógrafos árabes (a11): Com efeito, em algumas cartas do século XIV e XV é figurada uma ilha perto da qual esta desenhado um homem sendo devorado por uma serpente. Esta ilha é chamada de Antilia, o que pode ser a tradução do arabe Tennynn (“dragão”). Pretendeu-se ainda que Antilia fosse “ante insula”, ilha anterior, e, neste caso, Antilia não seria mais do que uma reminiscência dessa ilha misteriosa do Oceano, nomeada por Aristóteles de “antiportmos” e por Ptolomeu “aprositos”.

S. E. Morison sugere outra origem; crê este autor que o nome deriva de uma série de corruptelas dos cartografos, a partir de “Getulia”, o nome clássico da região noroeste de África. O mapa Pizzigani, de 1367, continha uma inscrição no mar, ao largo de Portugal: “Aqui há estátuas que ficam em frente as praias de Atullia”, ou seja, “Getulia”, daqui se terá derivado o nome até chegar a forma “Antillia”. Os cartógrafos portugueses identificaram-na com a das “Sete Cidades” (89). Quanto às estátuas falaremos delas mais adiante quando nos referirmos à eventual presença cartaginesa no arquipélago açoriano.

REFERÊNCIA A ILHA ANTILIA FEITA POR LAS CASAS

Las Casas num capítulo da sua “Historia de las Indias”, “na qual se contêm muitos e diversos sinais e indicações que foram dados a conhecer a Colombo por diversas pessoas”, e mais adiante, “Nas cartas marítimas feitas em tempos remotos, estavam representadas várias ilhas naqueles mares e partes, especialmente a ilha chamada Antilla e eles colocaram-na um pouco acima de 200 léguas a oeste das ilhas Canárias e dos Açores.” (88)

FERNÃO TELES EM BUSCA DE ANTILIA

Na parte final do reinado de Dom João II, um tal açoriano de nome Fernão Teles teria procurado, em vão, a ilha Antilia. Infelizmente, apesar dos nossos esforços, não conseguimos encontrar mais nenhuma referência a esta expedição.

EM BUSCA DE ANTILIA

O globo de Martin Behaim, inspirado sem dúvida na carta de Toscanelli, situava Antilia a 330 graus e Lisboa a 15 graus. Em 1190, Alexandre Anfredi, um armador de La Rochelle, envia 10 navios “para lá do Sol”. Navios que não regressam. Anfredi abre falencia. Doze anos depois, o milagre: a frota do armador surge diante de La Rochelle, carregada de ouro e especiarias.

Em 1470, o piloto Pedro de Velasco parte dos Açores. Ele procura Antilhas, “ante ilhas”, a terra mais avancada para oeste, a areia das suas praias contém um terco de ouro puro. Velasco percorreu 150 léguas e desencoraja-se perante a imensidão do mar. Em 1484, contudo, Domingo de Arco afirma ter avistado numerosas ilhas ao largo dos Açores: miragens, nuvens, “terras de manteiga” ou ilusões. Em 1570 mais de cem testemunhas afirmam terem avistado, 40 léguas a noroeste da ilha do Ferro, uma das Canárias, uma terra: duas colinas arredondadas separadas por um vale, calhetas, praias. Era, de facto, uma miragem: a costa ocidental da ilha de Palma reflectida, devido a determinadas condições atmosféricas nas nuvens. De acordo com a moda de então, julgou-se ter identificado a ilha de São Brandão.

No século XVI, Pierre de Medine, autor do “Traite de l’Art de Naviguer” escreveu o seguinte:

“Não longe da ilha da Madeira, havia uma outra ilha que se chamava Antilia e que já não se vê mais, hoje em dia…Num Ptolomeu , que tinha sido dirigida ao papa Urbano (Urbano VI), encontrei esta ilha, indicada com a seguinte legenda: Esta ilha Antilia foi outrora descoberta pelos Portugueses, mas hoje já não se avista quando é procurada. Aí foram encontradas pessoas de língua espanhola, que consta terem-se refugiado nesta ilha fugindo dos Bárbaros que invadiram a Hispânia, no reinado do rei Rodrigo, o ultimo a governar a Hispânia no tempo dos Godos. Há um arcebispo com seis outros bispos, e cada um deles tem a sua cidade própria, o que leva muitas pessoas a chamarem-lhe a ilha das Sete Cidades; o povo vive muito cristãmente, cumulado de todas as riquezas deste mundo”.

Pedro de Medina (12), cronista espanhol do século XVI, autor das “Grandezas e coisas memoraveis de Espanha”, conta que, num Ptolomeu oferecido ao Papa Urbano VI, que reinou de 1378 a 1389, surgia a ilha Antilia com a seguinte legenda: “Isla insula Antilia, aliquando a Lusitanis est inventa, sed modo, quando quaeritur, non invenitur.”. Trata-se provávelmente de uma carta suplementar, que os sábios do século XVI tinham por hábito juntar as edições de Ptolomeu, actualizando-as com as descobertas geográficas, a fim de actualizar o seu autor favorito.

ANTILIA E O ARQUIPÉLAGO AÇORIANO

Buache (13) julga encontrar Antilia nos Açores. Mas este arquipélago é desenhado já desde o século XIV, pelo menos a acreditarmos no portulano de 1351 (14). Se Antilia correspondesse a São Miguel ou a qualquer outra ilha do grupo açoreano não teria continuado a figurar nas cartas da época que já incluem os Açores, como é o caso das cartas de Bianco e nas de Behaim.

ANTILIA DESAPARECE DA CARTOGRAFIA

À medida que continua o reconhecimento do Atlântico, Antilia começa a desaparecer da cartografia. As ilhas descobertas por Colombo não são conhecidas nos primeiros cronistas espanhois, como o próprio Colombo, Gomara, Acosta e Oviedo nunca chamam às modernas Antilhas “Antilia”. Os mapas acrescentados aos Ptolomeus tão pouco. Semelhantes são as cartas de Juan de la Cosa e de Ribeiro, assim como na recolha italiana de todas as ilhas do mundo feita por Benedetto Bordone, no “Isolario” de Porcacchi, na “Cosmographie” de Andre Thevet (de 1575), na descrição das índias ocidentais de Herrera (de 1615), nunca figura o nome de Antilia. O arquipélago que exibe hoje esse nome aparece sob a denominação de Lucayas, Caraibas ou ainda Camercanas. E verdade que Pedro Martyr tinha já proposto esse nome nas suas “Oceanica”, e Americo Vespucio (“Venimus ad Antigliae insulam sese reperisse refert Columbus, sed, cosmographicorum tractu diligenter considerato, Antiliae insulae sunt illae et adjacentes aliae.”). Mas é somente a partir do século XVII as cartas de Wytfliet (16) e de Ortelius (17), que para mostrarem a sua erudição haviam feito reviver essa denominação. Mas tratam-se de casos isolados e de algum modo demonstrativos.

Surge ainda uma representação tardia num mapa de Descelier de 1546, que apresenta a ilha na região das Bermudas. O seu tamanho é aqui considerável e possuí uma costa bastante irregular. Uma breve inscrição dá-lhe o nome de Sete Cidades e refere que pertence a Portugal. Os mapas de Ortelius (de 1570) e de Mercator (de 1587) deslocam-na mais para Sul e para águas mais profundas. Após 1587, se exceptuarmos a Lagoa das Sete Cidades, o nome desaparece totalmente da Cartografia.

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Mais um caso de Crime e Corrupção (e Castigo???) no “Mundo da Bola”: Os 3 milhões desaparecidos de José Veiga

Continuam as notícias que envolvem o turvo “Mundo da Bola” com fenómenos de corrupção e crime… Agora parece que o antigo responsável pelo futebol do Benfica (um tal de José Veiga) teria recebido 3,2 milhões de euros a propósito da transferência de João Pinto (o famoso “menino de ouro” da era Damásio).

Veiga diz não ter este dinheiro… E João Pinto também não (pelo menos é isso que ele diz para efeitos do seu divórcio pendente…) Mas se o Sporting transferiu a verba… Certamente que não foi para o hiperespaço… E ao que parece na transferência esteve envolvida uma conta bancária nas ilhas Caimão…

Veiga afirmou ainda que “Não quero estar aqui a fazer a figura de coitadinho, porque não tenho jeito para isso.” Mas se não tem “jeito”, pelo menos usa da coisa, porque esta estratégia de vitimização é claríssima… Veiga arquitecta uma cabala, erguida contra si pelos famosos “interesses anónimos do Futebol” (deve ser o inimigo do costume: Pinto da Costa).

Não satisfeito, Veiga lançou ainda mais lama sobre a questão ao afirmar: ou o Sporting diz a verdade quanto aos mais de três milhões que desapareceram, ou, se não o fizer, terei de ser eu a revelar certas e determinadas coisas relativamente à transferência”. Assumindo a existência de actividades criminais em que teria participado ou tomado directo conhecimento… E auto-incriminando-se nas ditas, sem se aperceber…

O Sporting diz que fez a transferência usando a “via do costume”… Se usar contas nas Caimão é a “via do costume” então os costumes dos “Senhores da Bola” merecem mesmo uma aturada investigação… E a normalidade da coisa revela muito (tudo?) sobre aquilo que é de facto o “Mundo da Bola”: um antro de Crime, Abusos e Corrupção.

 

Fontes:

TSF

Diário Digital

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Junkers Ju 248

Função: Caça.

Propulsão: Foguete Walter HWK 109-509 C-4 de 1.700 Kg de empuxo na

câmara principal e 300 Kg na câmara de cruzeiro.

Dimensões: Envergadura 9,50 m, comprimento 7,88 m, altura 2,70 m.

Pilotos: 1 sentado.

Peso Vazio: 2.105 Kg, carregado 5150 Kg.

Velocidade: 1.000 Km/h na altitude máxima. Tempo para atingir a altitude máxima de 15.000 m, 3 minutos.

Duração do vôo: Cerca de uma hora incluindo 15 minutos com propulsão.

Armamento: Duas armas de 30 mm.

Devido aos grandes problemas no Me 163, causa frequente de acidentes mortais a Messerchmitt decidiu reformular todo o projecto. O novo avião redesenhado a partir do Komet receberia a designação primeiro o nome Me 163D, recebendo depois a de Me 263. A sua aerodinâmica havia sido ainda mais aperfeiçoada que a do Me 163C, os seus tanques tinham mais combustível. Um novo motor foguete com uma câmara de baixo empuxo para a velocidade de cruzeiro aumentava a duração da preciosa e volátil carga de propelentes. O trem de pouso, fruto de tantos problemas no Me 163 havia também sido redesenhado e apresentava-se agora na forma mais clássica de um triciclo com rodas. Enfim, tratava-se de um 163 amadurecido. Como a Messerchmitt já tinha demasiados projectos em mãos o Me 263 seria transferido para a Junkers.

Na Junkers o projecto foi entregue ao professor Hertel que em Dessau partindo de um protótipo Me 263A-1, o tranformou no melhorado Ju 248. O aparelho incluía aerofólios auxiliares automáticos, uma capota tipo “bolha” para aumentar a visibilidade do piloto, uma fuselagem traseira em angulo recto, flaps maiores e outras modificações menos visiveis. Dois canhões MK 108 de 30 mm foram colocadas nas asas. Entretanto o aparelho regressou à denominação inicial por pressão do RLM, estipulando que deveria receber um dos novos motores de ácido nítrico da BMW, o BMW 708 capaz de 2.500 Kg de empuxo. Mas estas alterações não chegariam a ser concluídas, embora o primeiro protótipo voasse como planador em Agosto de 1944, aliás, este mesmo protótipo seria capturado pelos soviéticos que o testariam intensamente.

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I in Mar

Perto da ilha de Salvagio encontra-se, ainda neste mapa de 1435, a ilha designada como “I In Mar”, com a forma aproximada de um crescente. “I” deve ler-se como “ilha”, quanto a “Mar” reforça a nossa convicção que este mapa, quanto a este grupo de ilhas, se baseia em fontes portuguesas. A leitura de “I” como “ilha”, e reforcada quando observamos que no mapa Roselli de 1468, a ilha possuí apenas a designação “In Mar”. O seu nome poderá significar, bastante directamente, “ilha situada no oceano profundo”, o que não pode deixar de ser verdade, para uma ilha situada tão profundamente dentro do Atlântico.

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Quids S5-8: O que se guarda aqui dentro?

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Dificuldade: 4

Regulamento:

1. Cada participante pode dar uma resposta antes da minha réplica, confirmando ou não a correcção da mesma.

2. Sempre que fôr desejável, ou que o Quid se revele mais difícil que o esperado podem ser dadas ajudas, sempre uma de cada vez e com facilidade crescente. As ajudas não diminuem a pontuação do Quid.

3. Haverá um Quid por dia, lançado entre as 12:30 e as 14:30 (salvo imprevistos!) de Segunda a Sexta.

4. Os Quids da Série terminam quando um dos participantes alcançar 50 pontos.

5. Cada Quid conterá uma cópia deste Regulamento.

Categories: As Ilhas Míticas do Atlântico, Quids S5 | 14 comentários

A Força Aérea dos EUA admite estar a desenvolver um Shuttle não tripulado

Embora este rumor circule nalguns meios pelo menos desde que o Shuttle foi forçado a uma paragem forçada depois do último desastre, surgem agora notícias cada vez mais consistentes que reforçam as teses daqueles que acreditam que a USAF está a trabalhar num veículo espacial reutilizável não-tripulado capaz de colocar em órbita pequenas cargas e regressar ao solo. Ou seja… é um Shuttle puro, como o Sá Morais gosta… (eu prefiro os bons e fiáveis variantes Soyuz ou Kliper…)

 

O veículo estará a ser designado como “X-37B Orbital Test Vehicle” e seria semelhante ao Space Shuttle, mas com apenas 1/4 do seu tamanho e não-tripulado. Segundo, o Tenente Coronel Kevin Walker, da USAF, o OTV poderia ser capaz de regressar sózinho ou por controlo remoto: “Tudo o que temos que fazer a partir do posto de comando será dar a ordem para sair de órbita e sentarmo-nos e ele será capaz de sair sózinho de órbita.”

O primeiro lançamento deverá ocorrer nos começos de 2008, com alguns lançamentos para o Espaço, por fim, uma entrada em órbita.

O programa X-37 começou por ser uma iniciativa da NASA e foi depois transferido para a Darpa em 2004.

Fonte: SpaceRef

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