Daily Archives: 2006/11/10

Eu esbanjo? Tu Esbanjas? Eles Esbanjam! Nós Esbanjamos!

“Como é possível ter-se gasto 860 milhões de euros em dez anos para melhorar a linha do Norte, tendo-se conseguido reduzir o percurso entre Lisboa e Porto em cinco – 5 – minutos?! Não se conseguiu responsabilizar ninguém pelo feito, meritório de figurar no Guiness, de o tempo de comboio entre Lisboa e o Porto ter sido reduzido em 30 segundos por ano e ter custado 172 milhões de euros por cada minuto conseguido? Assim, com os vários mil milhões previstos previstos para o TGV, o alarme instala-se: a alta velocidade pode acelerar ainda mais o esbanjamento.”

Fonte: Diário Económico

Com a claro e grava ultrapassagem dos limites de Gases de Efeitos de Estufa acordados por Portugal no Protocolo de Quioto, com o agravamento explosivo dos preços dos produtos petrolíferos e com a nossa crónica e absoluta dependência destas importações (e consequente desiquilíbrio da Balança de Pagamentos) é incompreensível como é que não se realizam investimentos sistemáticos, consequente e – sobretudo – inteligentes e bem geridos nas linhas urbanas e suburbanas deste País?

Gastar 860 milhões a troco de cinco minutos é criminoso e devia exigir o rolamento de certas cabeças decisoras. Contudo, estas permanecem sobre os ombros de tais doutas personagens, que se preparam ainda (desta feita numa daquelas teimosias socráticas) em estourar ainda mais milhões no TGV e na questionável “poupança” de 30 minutos na viagem Lisboa-Porto…

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Horten Ho Vc

Função: Avião de pesquisa.

Dimensões: Envergadura, 16 metros; Comprimento, 6 metros.

Peso: Carregado, 1.440 kg; Vazio, 1.440 kg.

Propulsão: 2 Hirth HM-60-R de 80 cavalos.

Velocidade: Máxima, 260 km/h; Cruzeiro, 230 km/h; Aterragem, 70 km/h

Piloto: um, sentado.

Armamento: nenhum.

O Ministério do Ar embora tivesse acompanhado os ensaios com o Va e o Vb até ao momento não dera um impulso verdadeiro ao projecto de construção de uma asa voadora, que lhe parecera demasiado exótico para obter resultados militares. Em Agosto de 1941 um destacamento especial da Lln 3 (Luftwaffe-Inspektion, Lln 3) seria enviado para Mindem com ordens para reconstruir o Va. Simultaneamente o Generalflugzeugmeister Ernest Udet ordenara a transferência da construção dos protótipos para a pequena companhia Peschke, uma companhia especializada em reparações de aeronaves militares.

O Horten Vb foi convertido em H Vc. Foi nas oficinas de Minden se tornou num monolugar. O piloto ocupava um lugar sentado. Os motores Hirth sobreviveram também neste modelo, assim como a estrutura de tubos de aço e o revestimento de madeira mantendo-se tambem um trem de aterragem fixo. Visto que este modelo havia sido construído sob directa supervisão militar e era sua propriedade o Horten H Vc foi pintado com a camuflagem padrão da Luftwaffe e recebeu o código PE+HO (PE de Peschke e HO de Horten).

O primeiro vôo teve lugar a 26 de Maio de 1942. Após alguns testes de voo, no Verão de 1943 Josef Stueper descolou do centro do aeródromo com os estabilizadores para baixo. O trem do aparelho chocou com o tecto do hangar, despenhando-se o aparelho. Stueper conseguiu escapar quase ileso, mas o avião sofreu danos graves. O aparelho não chegou a ser reparado, sendo guardado num hangar em Goettingen para ser reparado quando acabasse a guerra. Mas o evoluir dos acontecimentos foi noutro sentido, acabando o H Vc por ser destruído pelas chamas.

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Quids S4-26: Como se chama esta mulher?

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Dificuldade: 3

Categories: Cidadela dos Incultos, Quids S4 | 8 comentários

Horten Ho Va

Função: Avião de pesquisa, utilizando materiais sintéticos.

Peso: Vazio, 1.600 kg; Carregado, 1.840 kg.

Tripulantes: dois deitados.

Propulsão: 2 motores a hélice Hirth HM-60-R de 80 cavalos à rectaguarda.

Velocidade: Máxima, 280 km/h; Cruzeiro, 250 km/h; Aterragem, 84 km/h.

Armamento: nenhum.

O Horten Va foi a primeira asa voadora construída pelos irmãos Horten (Walter e Reimar) nos finais do ano de 1937. O primeiro protótipo fora construído em parceria com a Dynamit Ag de Colónia, uma parceria em que a Dynamit forneceria o material sintético, de nome Trolitax que serviria como estrutura do aparelho. Os seus dois pilotos estariam deitados no nariz do aparelho, coberto por um material translúcido. Das três rodas somente a dianteira era retráctil.

O vôo inaugural do aparelho teria lugar em Bonn-Hangelar nos começos de 1937 e os próprios construtores serviriam de pilotos de teste. Assim que o aparelho descolou, o nariz caiu e o avião despenhou-se provocando danos sérios na estrutura da asa, mas deixando praticamente ilesos os seus dois construtores. Um rápido inquérito posterior pôde determinar que o elevado peso colocado na sua rectaguarda não era devidamente compensado à frente e que os controlos do aparelho não chegavam para compensar a inclinação verificada aquando da descolagem.

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As Ilhas Míticas do Atlântico: Ilha Não Identificada – 2

Adamman de Bremen conta a história de uma terra cheia de tesouros habitada por cíclopes e que teria sido visitada por alguns nobres frísios. (30) Mas esta história parte da explicação dada por estes senhores para justificar o tesouro que tinham no seu barco. Ora, é conhecida a aptidão dos frísios desta época pelo saque e pela pirataria, Vincent Cassidy, levanta a hipótese, muito mais plausível, de que este tesouro tenha sido originado por algum acto de pirataria do que resultado da estadia nalguma ilha misteriosa do Atlântico Norte.

Categories: 9/11 Denial, As Ilhas Míticas do Atlântico, Economia, História | 1 Comentário

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