Daily Archives: 2006/11/01

Eles querem inventar um “Imposto Discográfico” de aplicação generalizada para compensar as quebras das vendas de CDs e DVDs…

Segundo uma reportagem do telejornal da RTP1 de 29 de Outubro, haveria mais de um milhão de portugueses actualmente a sacar da Internet conteúdo ilegal, isto é, filmes, músicas e jogos.

As editoras afirmam ter em Portugal perdido “os direitos de autor referentes à música gravada sofreram nos últimos quatro anos um decréscimo de 34 por cento” que atribuem “fundamentalmente aos ‘downloads’ ilegais”.

O “jornalista” de serviço (se José Rodrigues dos Santos é “jornalista” por ler uns textos escritos por terceiros…) deu eco às palavras de um qualquer advogado da Editoras Discográficas clamando os seus protestos de dentro um fato rídiculo com riscas azuis.

Como “solução” para o problema, as Editoras (cujos lucros estranhamente não têm parado de crescer) contrataram agora um perito estranjanóide qualquer (óbviamente, nado num daqueles países frios e chatos do Norte da Europa) que anda a atirar para a parede a sua “solução”para o problema:

1. Aplicar um Imposto – através dos Governos – sobre os cidadãos para financiar a Indústria Discográfica e compensá-la por estas perdas.

2. Aplicar uma taxa aos IPS (tipo Sapo, Netcabo, etc.) e recuperar aqui essa suposta perda de vendas.

Em primeiro lugar, este conceito inovador de recuperar facturação através da via fiscal, aplicando o dito “imposto discográfico” a toda a Sociedade, e englobando assim todos aqueles muitos portugueses que não têm nem terão nunca Internet em casa e aqueles muitos que compram os seus conteúdos é no mínimo absurdo… Não sei de que é será este senhor “perito”, mas certamente que não o será em “células cinzentas”. Onde está a Justiça desta medida? Eu por exemplo, compro muitos DVDs e CDs originais todos os anos, onde está a Justiça de me cobrar um “imposto discográfico” por aqueles que sacam conteúdo ilegal na Internet?

Em segundo lugar, até posso concordar teoricamente com uma taxa aplicada e cobrada aos ISPs… É que quando estes usam nas suas campanhas de Marketing argumentos do género “Downloads Ilimitados” toda a gente sabe a que género de público querem alcançar… Isto é, se lucram precisamente com o tipo e volume de tráfego que só pode ser gerado por estes downloads massivos é de toda a Justiça que paguem pelos ditos. Mas se esta taxa fôr aplicada adivinhem lá em que bolsos é que se vai reflectir?… Pois. No de todos os utilizadores da Banda Larga, sejam eles, utilizadores das rede de P2P ou não…

A Solução?

Simples… As editoras deviam deixar de ser tão gulosas e baixar significativamente os preços dos seus produtos… Com preços baixos quem se daria ao trabalho de pagar 35 e tal euros a um ISP para ter 30 Gb de tráfego? Simultaneamente, podiam efectivamente cobrar uma taxa aos ISPs (como já se paga actualmente quando se compra um CD/DVD virgem), mas que nunca pudesse ser reflectida directa ou indirectamente nos consumidores finais.

Agora recuperar perda de facturação pela via fiscal… Isso é que não!

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Categories: A Escrita Cónia, Informática, Sociedade Portuguesa | 5 comentários

Henschel Hs 132

 

Versões: Hs 132 V1, V2 a A, B e C. Função: Bombardeiro de mergulho;
Dimensões: Envergadura, 7.20 metros; Comprimento, 8.90 metros, Altura 3 metros.
Propulsão: Turbojacto BMW 003A-1 de 800 Kg (Hs 132 A) ou He S 011 (Hs 132 C);
Velocidade: Com bomba, 700 Km/h; sem bomba, 780 Km/h;
Raio de Acção (com bomba a 10.000 metros): 1.120 km.
Armamento: uma bomba de 500 kg (Hs 132A) e 2 MG 151/20 de 20 mm (Hs 132 A e Hs 132 B).

A partir de 1937 o DVL iniciou uma série de pesquisas sobre bombardeiros de mergulho para sucederem ao então muito famoso Stuka. Nesse âmbito foi construído o Berlin-Charlottenberg B9 para estudar a posição de bruços do piloto, que se acreditava reduzir as tensões gravitacionais a que este era sujeito durante as fases terminais do vôo picado. As experiências mostraram a eficácia dessa posição. Ficou também demonstrado que a redução da área frontal poderia trazer benefícios à resolução destes problemas. Destas pesquisas resultou directamente o Hs 132 cuja construção começou no início de 1944. Previa-se a construção de duas séries de Hs 132, a primeira, o 132A seria de bombardeiros de mergulho transportando uma única bomba de 500 Kg, e sem armamento defensivo. A série Hs 132B além da bomba de meia tonelada levaria dois canhões MG 151 de 20 mm. A série A partia do princípio de que o aparelho era tão rápido que não poderia ser atingido por nenhum tipo de defesa aérea. A invulgar posição do piloto levantava uma série de problemas com o posicionamento dos controlo e instrumentos de vôo, acabando por decidir-se pela colocação do painel principal sob o piloto e a maioria dos instrumentos só era visível por intermédio de espelhos. Aparentemente, não existia maneira de o piloto abandonar o avião no caso deste ameaçar despenhar-se, dada a sua posição. O Hs 132 era um aeroplano de com asa a meia fuselagem com uma fuselagem de duraluminio e lemes direccionais duplos. As asas e a cauda eram construídas de madeira compressada, coberta de madeira. O motor a reacção BMW 003 era montado no topo da fuselagem, trás da cabina. Os modelos de produção deveriam receber as turbinas Jumo mais avançadas ou os motores Heinkel-Hirth S 011, uma excelente turbina que tinha arrancado o seu processo de desenvolvimento na Primavera de 1945. O primeiro protótipo (V1) foi construído em finais de 1944, os primeiros vôos de teste nesse aparelho praticamente concluído estavam prestes a começar quando o exército soviético tomou a fábrica da Henschel em Maio de 1945.

Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi | 1 Comentário

Quids S4-17: Quem era este homem?

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Dificuldade: 4

Categories: Cidadela dos Incultos, Quids S4 | 9 comentários

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