Daily Archives: 2006/10/27

Os Caças a Reacção de Quinta Geração (5/5)

O trabalho nos caças de Quinta Geração começou em meados da década de oitenta e surgiram imediatamente as dúvidas sobre o que seria efectivamente a “Quinta Geração”. Os EUA definiram o conceito em torno de características como a furtividade ou a reduzida assinatura ao radar e à velocidade supersónica. Por outro a URSS e mais tarde a Rússia, adicionou a alta manobrabilidade a esta lista. Todos os fabricantes acabaram depois por somar à lista unanimente electrónica avançada que permitisse a detecção de alvos quer nos hemisfários dianteiro, quer à rectaguarda e uma grande integração entre o aparelho e os complexos de terra.

As capacidades dos equipamentos electrónicos dos caças de quinta geração permitem-lhes integrar informações de várias dezenas de fontes, desde aviões AWAC, aviões de reconhecimento, sistema de navegação terrestres e de outros aparelhos de combate. Esta necessidade de integração tornou estes aparelhos praticamente impossíveis de operar por países do Terceiro Mundo, que geralmente não possuem este tipo de estruturas.

Actualmente, de todos os aviões modernos operando nas principais forças aéreas do mundo, só três dos aparelhos considerados de Quinta Geração foram desenvolvidos nos finais dos anos 90: os americanos F-22 Raptor que está agora a ser entregue a esquadrilhas da USAF e o F-35/JSF que ainda está na fase de Desenvolvimento e o russo I-21, que deverá começar a ser fabricado em 2007. Os restantes, desde o Rafale francês, ao Eurofighter e ao Grippen sueco, devem ser considerados de Quarta Geração, assim como os Su-27 e MiG-29 russos.

F-22 Raptor

F-35 / JSF

I-21

 

Fonte: MosNews

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Categories: DefenseNewsPt, Economia, História, O Código da Vinci | 6 comentários

Quids S4-13: Qual é o nome deste veículo?

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Dificuldade: 5

Categories: Cidadela dos Incultos, Quids S4 | 15 comentários

Israel admite finalmente ter usado Fósforo Branco contra Alvos Humanos no Sul do Líbano

Conforme noticiei NESTE post, Israel usou efectivamente Armas Químicas no recente conflito no Líbano. Isso mesmo foi confirmado pelo ministro israelita Jacob Edery que admitiu que as forças militares de Tel Aviv teriam largado bomba de Fósforo “contra alvos militares em terreno aberto“. Ora até agora, Israel sempre negara todas as alegações que referiam o uso deste tipo de armamento, e agora, que o admitiu, recorre cuidadosamente à mesma nomenclatura que permite o uso destas armas de Fósforo Branco, mas não contra populações civis e apenas em ataques aéreos contra forças militares em campo aberto.

Inicialmente, e após uma primeira fase de negação absoluta, Israel admitira ter usado estas armas apenas para “marcar alvos“, agora evoluiu para o seu uso contra “alvos militares em campo aberto“… Mas isso ainda não explica as declarações de médicos libaneses no Sul do Líbano que encontraram em várias vítimas civis vestígios da arrasadora e muito dolorosa passagem do Fósforo Branco…

Depois da negação absoluta, veio a explicação da “Marcação de Alvos”… Depois, a dos “alvos militares em campo aberto”… E quando virá… A Verdade?!

Fonte: BBC News

Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci, Política Internacional, Sociedade | 3 comentários

O Me262 voando em formação

A formação preferida era o Kette (4 aviões) em lugar do Schwarm (3 aviões), o grande raio de volta necessário, a sua pobre aceleração levaram à preferência pelo Kette. Por outro lado, a elevada velocidade e o alto consumo de combustível do jacto tornavam difícil manter formações a baixa altitude, aliás, o melhor método seria descolar simultaneamente mas como a maioria dos aeródromos alemães apenas permitia a descolagem a 3 Me 262, essa limitação contribuiria decisivamente para esta preferência.

Quando os Me 262 desencadeavam ataques em Staffel (esquadrilha), nove jactos, em três formações de três eram utilizados. Na aproximação aos bombardeiros inimigos o jacto mais avançado da Kette estava ligeiramente mais abaixo que os dois nos seus flancos. Na maioria dos casos, a cada Staffel era atribuído um grupo de bombardeiros. Recebidas essas indicações da estação de radar em terra os Me 262 mergulhavam atrás dos bombardeiros para ganhar velocidade, de modo a poderem afastar-se dos escoltadores aliados que entretanto se aproximavam. Em primeiro lugar eram disparados os foguetes R4M após o eram usados os canhões MK 108. Uma vez passado o alvo, o piloto optava por uma segunda passagem ou pelo regresso à base se escolhesse a segunda alternativa iniciava um rápido mergulho para ganhar velocidade adicional de modo a afastar-se decididamente dos caças aliados. A segunda passagem já não era feita em formação devido à grande dificuldade de reagrupar os membros da formação (devido à sua alta velocidade e grande raio de volta). Ataques frontais só eram efectuados em caso de acidente porque a alta velocidade do jacto reduzia para um tempo minímo o período em que era possível apontar as armas com um minímo de eficiência, além de que era difícil observar os danos provocados e avaliar assim da utilidade de uma segunda passagem.

Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi | 1 Comentário

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