O trabalho nos caças de Quinta Geração começou em meados da década de oitenta e surgiram imediatamente as dúvidas sobre o que seria efectivamente a “Quinta Geração”. Os EUA definiram o conceito em torno de características como a furtividade ou a reduzida assinatura ao radar e à velocidade supersónica. Por outro a URSS e mais tarde a Rússia, adicionou a alta manobrabilidade a esta lista. Todos os fabricantes acabaram depois por somar à lista unanimente electrónica avançada que permitisse a detecção de alvos quer nos hemisfários dianteiro, quer à rectaguarda e uma grande integração entre o aparelho e os complexos de terra.
As capacidades dos equipamentos electrónicos dos caças de quinta geração permitem-lhes integrar informações de várias dezenas de fontes, desde aviões AWAC, aviões de reconhecimento, sistema de navegação terrestres e de outros aparelhos de combate. Esta necessidade de integração tornou estes aparelhos praticamente impossíveis de operar por países do Terceiro Mundo, que geralmente não possuem este tipo de estruturas.
Actualmente, de todos os aviões modernos operando nas principais forças aéreas do mundo, só três dos aparelhos considerados de Quinta Geração foram desenvolvidos nos finais dos anos 90: os americanos F-22 Raptor que está agora a ser entregue a esquadrilhas da USAF e o F-35/JSF que ainda está na fase de Desenvolvimento e o russo I-21, que deverá começar a ser fabricado em 2007. Os restantes, desde o Rafale francês, ao Eurofighter e ao Grippen sueco, devem ser considerados de Quarta Geração, assim como os Su-27 e MiG-29 russos.
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F-22 Raptor

F-35 / JSF

I-21
Fonte: MosNews













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