Daily Archives: 2006/10/24

Da Contestação e dos Continuados Erros de Navegação dos Nossos Governos

“O calendário é uma mancha de cruzes que assinalam dias de greve. Só desde Janeiro, os trabalhadores paralisaram 85 vezes, o que em dias ascende aos 134. Não há semana que não se fala em protesto, paralisação, greve, plenário ou concentração.”

Fonte: Portugal Diário

Sem dúvida que existem actualmente uma onda de contestação inédita nos últimos anos.

Desconhecida nos últimos anos, mesmo durante a gestão contabilística ao PostIt do governo Barroso e do caos Santânico, esta contestação resulta ainda da obsessão do “Deficit”, a qual se revela mais uma vez incompatível com uma Economia em Estagnação onde os sinais de retoma ainda são tímidos e talvez, falsos…

Para recuperar uma Economia, é necessário que o Estado faça uma de duas coisas:

1. Ou injecte dinheiro na Economia, através de grandes projectos públicos, conforme o modelo do New Deal americano ou do Plano Marshall do Pós-Guerra;

2. Ou que se retire da Economia, aliviando a carga fiscal de uma forma sistemática e generalizada.

Ora, não acontece neste OGE2007 nem uma coisa nem outra! Temos de um lado, um Estado que continua a apresentar uma dimensão exagerada para a sua boa sustentabilidade, e por outro lado, um reforço da eficácia da cobrança da Máquina Fiscal e um aumento generalizados das Taxas e dos Impostos.

Continuamos na gestão Contabilísitca, onde devia haver Gestão Económica.

Apertados por Bruxelas, não injectamos dinheiro na Economia, e apertados pelos interesses eleitorais e pelo aparelhos e interesses partidários, falhamos na racionalização da dimensão do Estado… De permeio temos os interesses corporativos de Professores, Juízes, Médicos, Farmacêuticos, tentando bloquear qualquer ameaça a um Status Quo que lhes vai sendo ainda favorável…

Obcecados com o estatuto de “Bom Aluno” de Bruxelas, esquecemos que Franceses, Alemães e Italianos não têm feito mais do que rir na cara dos senhores do BCE enquanto que por cá se aperta o cinto e procuramos cumprir limites do Deficit que não estão, simplesmente, ao alcance dos limites da nossa débil Economia.

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Categories: Política Internacional, Política Nacional | 2 comentários

Bombas-foguete anti-aéreas de gás liquefeito

Durante o final do Verão de 1944 uma sucessão de enormes explosões destruiu quase completamente as refinarias de gasolina sintética de Ludwigshafen. Reclamadas pela propaganda aliada, após o final do conflito vir-se-ia a saber que o desastre tivera afinal origem numa fuga acidental de gás etileno, espalhando-se a explosão pelos contentores de gás circundantes e às instalações fabris nas cercanias. Uma comissão de inquérito enviada pelo T.A.L. (Technische Akademie der Luftwaffe). produziria um relatório em que se recomendava “a consideração de uma proposta feita à algum tempo sobre o estudo de bombas-foguete anti-aéreas de gás liquefeito”.

Nas instalações do T.A.L. nos Alpes Bávaros e juntamente com o centro experimental de Garmish-Partenkirken (conduzido pela Waffenamt), foram ensaiados pela primeira vez uns pequenos cilindros carregados de etileno no estado gasoso e no líquido avaliando-se os efeitos da sua detonação sobre asas e fuselagens de grandes aviões. A onda de choque resultante da explosão do cilindro (usando-se aqui o já referido sistema Zippermeyer) revelou-se eficaz até altitudes superiores a 15.000 metros. Contudo, para além as dificuldades com o sistema Zippermeyer, o perigo de explosão resultante do manuseamento desses materiais muito sensíveis a choques acidentais e a variações de temperatura, e principalmente a rápida consumação do efeito de choque da explosão foram tornados claros pelos primeiros modelos. Ponderou-se então a substituição do explosivo ou estabilizá-lo de alguma forma. Decidiu-se avançar pela primeira hipótese, prosseguindo o trabalho com a colaboração do Luftfahrtforschungsanstalt de Viena (L.F.W.) e de alguns técnicos italianos.

Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi | Deixe um comentário

Anomalia 15: Que clarão foi aquele que ocorreu antes de qualquer um dos embates dos Boeing nas torres gémeas?

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Imagens extraídas do documentário “911 In Plane Site” de William Lewis

 

Facto:

No caso do segundo Boeing, imediatamente depois do aparelho entrar com o seu nariz na Torre observa-se um clarão luminoso muito intenso que desaparece 1,5 segundos depois. Este fenómeno luminoso foi observado pelas quatro câmaras que filmaram o impacto em directo. No caso do avião que colidiu com a primeira torre, observa-se igualmente o mesmo clarão, no único filme conhecido…

 

Hipóteses:

Sendo o nariz do aparelho um local onde não existem depósitos de combustível, que clarão  foi este? Seria a ignição de um composto explosivo, dentro da própria Torre? Seria um dispositivo inserido no próprio nariz do aparelho para deflagrar o incêndio que segundos depois eclodia com imensa violência alimentado pelas toneladas de querosene que os aparelhos transportavam?

Alguns afirmam que o “flash” é apenas um reflexo… Mas se assim é, como se explica que apareça em todas as quatro filmagens, recolhidas de quatro câmaras distintas, em posições distintas?

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial, As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi, MCSE: MOC2272 | 12 comentários

Quids S4-10: Como se chama a esta espada?

222.jpg

Dificuldade: 2

Categories: Cidadela dos Incultos, Quids S4 | 8 comentários

Mapa da localização dos 21 radares que a Câmara de Lisboa está a instalar

radar.JPG

E que terão câmaras de vigilância ligadas directamente à sede da Polícia Municipal…

Para saber mais, clique AQUI.

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Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 13 comentários

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