Daily Archives: 2006/10/06

A “Contra-Informação” em torno da “Tese da Conspiração Interna do 11 de Setembro”

Recentemente sintonizei a SIC Notícias e apanhei o final do programa britânico “Panorama”. Ao que parece emitiam na altura um documentário britânico cujo tema era… Rebater as teorias que afirmam que o 11 de Setembro não foi aquilo que o governo americano diz ter sido.

Como sabem, tenho escrito alguns Posts sobre o tema e hei-de prosseguir, apesar de todas as críticas, mas quando vi aquela coisa que a SIC apresentou como “documentário”, ganhei uma vontade renovada de dar o meu contributo, ainda que minúsculo, para o esclarecimento da Verdade.

Infelizmente, só pude ver os últimos dez minutos da coisa, precisamente na fase das conclusões finais. Mas o que vi, pareceu-me saído dos manuais mais básicos de Contra Informação escritos e aplicados pelos Serviços Secretos americanos no Chile e, actualmente, na imprensa americana “pró-americana”… Logo na primeira cena que vi, apareciam os três rostos de críticos à versão oficial, juntos, a trés, no centro do écran, a falarem e a mexer a boca, mas sem som, rodeados de um tom negro. A intenção era óbvia: não importava o que eles diziam… E se mexiam a boca no vazio sonoro, era para diminuir a importância do que diziam e para lhes os descredibilizar, pelo ridículo… A acompanhar estas imagens estava a voz do “comentador” que dizia que as opiniões destes críticos eram “alegações absurdas”… Ou seja, os “jornalistas” que fizeram este ‘documentário” em lugar de apresentar ao tele-espectador os seus factos, ou no máximo, a sua versão dos mesmos, optaram por presenteá-lo com… Conclusões. Recorrendo ainda por cima a adjectivos fortes (“absurdas”) e em flagrante violação da Carta Deontológica da Profissão de Jornalista, que impõe a esta o dever da Imparcialidade.

Não satisfeitos, terminaram o “documentário” com uma entrevista à mãe inglesa de um dos mortos do 9/11… Óbviamente, a senhora misturou tudo e revelou estar muito ofendida (depois de lhe terem perguntado) com aqueles que não acreditavam na versão oficial dos factos. Como se a dor dessa mãe tivesse algo a ver com a falsificação grosseira que nos tentam vender! Recorrer e manipular a dor de uma mãe foi um dos momentos televisivos mais baixos de sempre e a SIC pactuou com o dito…

Algures… no mundo, um cheque de uma certa quantia foi entregue nas mãos de certo “documentarista” britânico… Duvidam?

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial, As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi, MCSE: MOC2272 | 21 comentários

Do uso do V7, o disco voador do III Reich em combate

A participação do V-8 na fase final do conflito é bastante discutível. William L. Moore é de opinião que o aparelho teria efectuado um único voo de combate, cujo resultado se desconhece. Também na “Author’s Notes”, uma secção da W.A. Harbinson’s Genesis (New York Dell, 1980), se encontra a seguinte citação: “O Kugelblitz, voou com sucesso poucas semanas antes do final da guerra”. Temos igualmente uma nota do SID, “para o Duce”, datada “sede de campanha, 3 de Abril de 1945, ano XXIII”, onde se lê: “A nossa contra-espionagem interceptou o seguinte relatório sobre os últimos desenvolvimentos da indústria aeronáutica alemã. Há motivos para crer que seja obra de um diplomata francês de sentimentos gaullistas, residente na Suíça. Este ter-se-ia valido de notícias fornecidas por um informador que actua no conhecido governo separatista françês presidido por Jacques Doriot no Lago Constança. Trata-se evidentemente de um agente duplo que, fazendo parte do governo de Doriot, apoiado por Himmler e Goebbels, e confidencialmente posto ao corrente dos segredos vedados à própria hierarquia militar alemã. A redacção foi decifrada pelo nosso Centro di Castiglione delle Stiviere e foi transmitida pelo chefe do Departamento Político de Investigação do partido fascista republicano, camarada Adolfo Belgieri.”

Eis a notícia propriamente dita: “O caça alemão redondo, sem asas nem leme, alcançou subitamente os quadrimotores Liberator, cruzando-os de proa a enorme velocidade e, ao passar pela coluna, emitiu algumas nuvens de fumo azulado. Passado um instante, os bombardeiros americanos incendiavam-se misteriosamente, explodindo no ar, quando o foguete alemão já tinha desaparecido no horizonte.” A notícia é assinada por Vittorio Foschini, que dirigiu o Serviço de Informações de Defesa da República Social Italiana.

Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi | 2 comentários

Quids S-29: Que figura mitológica é esta?

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Dificuldade: 6

Categories: Ecologia, Quids S3 | 6 comentários

A “Gripe das Aves” (H5N1) terá registado o primeiro caso de Variante Humana na Indonésia

O passo seguinte da Gripe das Aves, que é a tão temida mutação para uma variante humana, que se propague por via respiratória de ser humano, para ser humano, com a mesma eficiência que a Gripe Comum parece ter sido dado precisamente no local onde mais se temia que acontecesse: na Indonésia.

Os virologistas da OMS já tinham avisado o mundo para o descontrolo do surto de gripe aviária na Indonésia e tinham já classificado este país como o mais passível de registar a mutação, tal era o grau de descontrolo da epidemia e a profundidade da penetração do virus, e isto perante uma passividade e incompetência criminosas por parte do governo de Jakarta…

Com efeito, um dos três irmãos indonésios que foram internados na semana passada teria sido contaminado por um dos outros dois e não por uma ave doente, admitiu Siti Fadillah, o ministro da Saúde da Indonésia.

Será que o passo seguinte é o alastramento desta variante humana pela sobrepovoada Indonésia e a seguir… O cenário que antevi AQUI?

Fonte: RTP

Categories: Política Internacional, Sociedade | 3 comentários

Dornier Do335

Versões: A-1: Caça monoposto; A-6: caça nocturno de dois tripulantes;
A-6 equipado com radar como caça nocturno; A-12: avião de
treino (23).

Motores: 2 Daimler-Benz DB 603G de 12 cilindros V invertidos de 1.900 hp, resfriados a líquido e dispostos em oposição.

Velocidade máxima (A-1): 665 Km/h mantidos; 765 km/h em impulsão de emergência (A-6 aproximadamente 64 km mais lento em ambos os casos)

Ascensão inicial (A-1): 1400 m/min; altitude operacional (A-1): 11.410 m; (A-6): 10.190 metros.

Alcance máximo para ambas as versões: 2500 km, vazios; acima de 3750 km com tanque descartável.

Armamento: Típico A-1: uma metralhadora MK 103 de 30 mm que atirava através do eixo da hélice dianteira e duas metralhadoras MG 151/15 de 15 mm sobre o nariz; porta-bombas sob as asas para pequenas bombas e normalmente possuía metralhadoras MG 151/20, de 20 mm, em lugar das de 15 mm.

Histórico: primeiro vôo (Do 33 5V1); Setembro de 1943; (série A-1): fins de Novembro de 1944.

O primeiro protótipo deste revolucionário caça a hélice vôou pela primeira vez em Setembro de 1943. A precocidade desta data indicam que foi mais um dos projectos pelo cepticismo das chefias militares nas novas armas aéreas que então entravam em desenvolvimento, e principalmente pela descrença que Hitler e Goering então manifestavam por elas, atitude que mudariam em 1944, então já bastante tarde para recuperar o tempo perdido. Mas não somente decisões políticas estiveram por detrás dos atrasos do projecto Do 335, com efeito, a própria originalidade da sua concepção impunha desafios novos, novas respostas que os técnicos ainda não conheciam e uma experimentação constante. Tudo isto explica porque o primeiro modelo de produção, o A-1, só apareceu no final de 1944, quando foi assinada a paz, existiam mais versões em estudo, mas o fim do conflito pôs fim ao seu desenvolvimento.

Todo o projecto Do 335 nasceu da ideia de colocar dois motores na mesma carcaça, teoricamente isso deveria produzir um alto desempenho, mas na prática, desse conceito resultaram bastantes problemas técnicos. Por um lado, a complicada instalação de dois motores multiplicava os problemas mecânicos, por outro lado, a colocação de uma hélice traseira criava problemas aerodinâmicos difíceis de resolver, além do mais esta hélice representava uma ameaça para o piloto se este se ejectasse, a solução para este problema passou pela instalação do assento ejectável que já era também usado por alguns aparelhos a reacção, mas o equipamento estava ainda numa fase embrionária e a sua fiabilidade não era ainda grande.

O Dornier Do 335 de produção só chegou a ser produzido em pequenos números, nunca chegando a entrar em acção em operações normais, assim, este avião, que apesar de todos os seus perigos, prometia ser um interceptor fabuloso, nunca chegou a demonstrar o seu valor.

Foi em 1937 que a Dornier registou uma patente para uma aeronave impulsionada por um conjunto de dois motores, até aqui nada de novo, mas a novidade estava em que ambos os motores eram colocados na fuselagem, um atrás do outro, accionando cada um a sua hélice propulsora. Em 1939, Schempp-Hirth contruiu a primeira aeronave usando uma hélice de ré impulsionada por uma extensão do eixo, o Go 9. Mas o desenvolvimento do Do 335 só começaria em 1941. Mas nessa altura o projecto ainda era conhecido como o caça-bombardeiro Do 231, nome que cedo abandonaria. O Do 335 V1 (o primeiro protótipo) voou em 26 de Outubro de 1943 sendo então registada a velocidade de 560 km/h, com as hélices da frente embandeiradas. O sucesso deste vôo inaugural foi tão grande que logo a RLM encomendou mais 14 protótipos, 11 de pré-produção, nas séries A-0, A-1 e A-3 de duplo comando para treino, o A-10 e o A-12 com duas cabinas dispostas em tandem e em degrau. Os testes mostraram a instabilidade aerodinâmica do aparelho, apesar desses problemas estruturais, cada vez mais evidentes, a construção de protótipos não cessou. O A-1 foi aperfeiçoado, foi construído o A-4 como um modelo de reconhecimento e o A-6, o FuG 220 com radar, que seria operado por um tripulante instalado no assento posterior. Outras versões estavam em desenvolvimento quando terminou a Guerra, entre elas estava o caça pesado Do 335B armado com uma metralhadora pesada adicional MK 108 de 30 mm; Do 335s com motores de duas fases e asas de superfície alargada; o Do 435 com motores mais potentes; o estranho Do 635 geminado em que duas fuselagens estariam unidas por uma nova secção central paralela, este projecto, embora mantivesse o selo da Dornier estava em curso na Junkers, sob a designação 8-635. O protótipo pesaria 33.000 Kg, possuindo um raio de alcançe de 6.518 Km e uma velocidade de cruzeiro de 640,5 Km/h. Este Do 635 seria fundamentalmente um aparelho de reconhecimento.

Embora se tratasse de um aparelho bastante pesado para a sua classe o Do 335 era robusto e extremamente veloz. Uma das suas mais significativas inovações consistia na instalação de um assento ejectável, tornado imperioso pela configuração com uma hélice na rectaguarda.

Quando terminou o conflito haviam saído das fábricas da Dornier perto de 90 Dornier Do 335, dos quais mais de 60 haviam recebido o baptismo do ar, mas apenas 20 tinham sido entregues a unidades de combate, e, segundo se sabe, nenhum conheceu o baptismo de fogo.

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