Monthly Archives: Outubro 2006

O Irmão “Pintor” de Cavaco Silva

Depois de uma semana de intensa campanha mediática, em todas as televisões, no passado Sábado o irmão Cavaco Silva esgotou em menos de meia hora todos os quadros, numa cerimónia em que centenas de basbaques se babavam à frente das câmaras das televisões e os repórteres no local faziam os possíveis e os impossíveis para conseguir sacar dos ditos basbaques de carteira cheia algumas frases minimamente conexas e compreensíveis.

 

Aparentemente, a qualidade (baixa) dos ditos quadros não importou muito a estes “apreciadores de Arte” que se empurravam na Galeria, em busca dos seus cinco minutos de fama e de uma fugaz aparição na Televisão (entre duas reportagens de rua em que aparecia o sempiterno “Emplastro”).

 

Moral da História: Já se sabia que, em Portugal, para vender um livro bastava ser pivot de televisão, apresentador de programas matinais ou modelo de passerelle, mas agora, ficamos também a saber que para ser pintor, basta ser… Irmão de Cavaco Silva.

 

Nota Final: Cavaco Silva não comprou nenhum quadro ao irmão.

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Gotha Go229A (Ho229)

Função: Caça-bombardeiro e Avião de Reconhecimento.
Dimensões: Envergadura, 16.80 metros; Comprimento, 7.47 metros; Altura, 2.81 metros.
Peso: Vazio, 5.067 kg; Carregado, 8.999 kg.
Propulsão: Dois Jumo 004B-2 de 900 kg.
Velocidade: Máxima, 977 km/h; Cruzeiro, 632 km/h; Aterragem, 156 km/h.
Pilotos: um, sentado.
Armamento: dois MK 103 ou quatro MK 108 e dois RB8-/81, além de 2.000 kg de bombas.

O V3 era bastante semelhante ao V2. Como este, também não carregava armamento, como este também recolhia a propulsão de duas turbinas e como este, também era um monolugar. Esta asa voadora, sem cauda era construído principalmente de madeira. Construído com colas e materiais especiais, o aparelho não era visível nos écrans de radar. Uma vez terminado o período de desenvolvimento, a produção devia ser conduzida pela companhia Gothaer Waggon-fabrik (GWF), o que provocou alguma confusão quanto à designação oficial do aparelho, que surge quer como Ho 229 quer como Go 229.

As turbinas deviam ser instaladas de modo a formar um ângulo de 15 graus em relação ao eixo central do avião. A construção do V3 estava perto do fim quando a infantaria americana ocupou a fábrica da Gotha em Friederichsroda a 14 de Abril de 1945. O V3 incompleto foi capturado intacto, assim como outras versões do V3, entre as quais uma bilugar. Contudo, segundo algumas fontes não confirmadas um protótipo Go 229 teria conseguido somar algumas horas de vôo, e teria mesmo participado num combate aéreo de desfecho incerto. Este protótipo teria sido capturado pelo Exército Vermelho.

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Quids S4-16: Quem pintou este quadro?

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Dificuldade: 4

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Quase meio milhão de portugueses vive dos rendimentos…

Muito se tem discutido nos últimos anos em torno da evolução dos rendimentos e do poder de compra dos portugueses. No entanto, esta discussão não diz respeito a todos. É que, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), 5,1 por cento das pessoas vivem essencialmente de rendimentos gerados pelos seus activos, seja na forma de prédios, de acções ou de depósitos e obrigações.

No segundo trimestre deste ano, eram cerca de 450 mil os que tinham como principal fonte de rendimento lucros (dividendos), juros ou rendas.

(…)

O Instituto Nacional de Estatística classifica 93% destas pessoas como empregadas, o que significa que uma parte delas aufere igualmente rendimentos de trabalho (outra parte poderá não receber outros rendimentos, empregando o seu tempo de trabalho exclusivamente na extracção de rendimento dos seus activos).”

Fonte: Portugal Diário

 

Ou seja, existem quase tantos Desempregados neste país como pessoas que vivem dos Rendimentos e que não precisam de trabalhar!… É também certo que sendo 98% empregados, isso significa se estas pessoas abandonassem o emprego de que não precisam para viver isso… resolveria o problema do Desemprego…

É claro que estes 450 mil pertencem na sua maioria a profissões liberais (médicos, advogados e engenheiros) já que provêm maioritariamente de famílias que lhes providenciaram formação académica ao mais alto nível e que, logo, os seus lugares de trabalho não poderiam ser preenchidos pelos 460 mil desempregados, já que, nestes, o maior problema é precisamente a sua falta de Formação Profissional e Académica…

Mas não deixa de haver neste ponto uma certa ironia preversa…

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A sonda dupla STEREO (“Solar TErrestrial RElations Observatory” está a caminho da sua órbita solar

O veículo duplo está a caminho da sua missão: capturar pela primeira vez o Sol em 3D.

 

A sonda foi lançada por um foguetão Delta II de Cape Canaveral, nos EUA.

 

As duas sondas gémeas foram concebidas, desenhadas e construídas pela NASA no “Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory” e deverão estudar o Sol durante a sua missão de dois anos, aumentando a compreensão do astro, nomeadamente na tentativa de compreender melhor e antecipar as Erupções Solares que tantos reflexos têm na indústria de comunicação e até nas colheitas agrícolas no nosso planeta.

Fonte: SpaceDaily

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Do Uso de “Gases Tóxicos” pela Alemanha na Segunda Grande Guerra

Após os atrozes e cruéis efeitos da aplicação dos gases tóxicos durante a Primeira Guerra Mundial, todos os estados, quer os do Eixo, quer os Aliados, cumpriram um acordo nunca passado ao papel que estipulava a sua não utilização no campo de batalha. É certamente devido à existência de um pacto não assinado que nenhum dos lados chegou a empregar durante a Segunda Grande Guerra, gases tóxicos. Apesar disso, ambos os lados desenvolveram as suas investigações, embora nunca estas tenham alcançado um nível minimamente prioritário em relação a outras armas secretas, mereçem pelo menos referência as experiências químicas, negadas por muito tempo pela historiografia soviética, que a Alemanha conduzia desde 1920 na URSS. O trabalho de G. Castellan, no seu excelente “Reichswehr et Armée Rouge, 1920-1939”, demonstra claramente essas mesmas relações. Básicamente estes contactos exprimiam-se pelo intercâmbio de oficiais e técnicos, e, principalmente, pela entrega à Alemanha de campos de treino e ensaio para os armamentos interditos pelo Tratado de Versalhes, a saber: aviões, carros de combate, e, para o que nos interessa: gases de combate. As experiências parecem ter cessado em 1939, fruto da ascensão de Hitler ao poder absoluto. Embora Hitler sempre se tivesse oposto à sua utilização (talvez por ter experimentado pessoalmente os seus efeitos na 1ª Guerra Mundial), ordenou que prosseguissem mas com um baixo nível de prioridade, o que não impediu que em 1944 fosse inventado o Soman (monopinacol-metilfluorofosfato), uma arma temível ainda para os dias de hoje. Além da investigação, a Alemanha também decidiu produzir contingentes de Tabum para usar de a ordem para tal alguma vez viesse, contingentes que seriam capturados pelos soviéticos na Prússia Oriental.

 

Os gases estudados na Alemanha nesse período destinavam-se principalmente a inibir a acção da colinesterasa, resultando numa paralisia neuromuscular e numa consequente depressão dos centros respiratório e circulatório. O primeiro gás de nervos resultante desta investigação foi o Tabum (monoetildimetilamido-cianofosfato), um composto descoberto em 1936. Em 1938 era criado o Sarim, mais tóxico mas menos volátil.

 

Além dos receios de Hitler, motivados pela sua experiência pessoal, outros factores, porventura bem mais importante terão levado ao afastamento dos gases venenosos do Segundo Conflito Mundial. Existia desde logo um grande receio pelas represálias que inevitávelmente haveriam de surgir, e a Alemanha, que perdera a partir de 1943 o domínio dos ares, temia particularmente o seu lançamento sobre as suas cidades. Aliás, no início da guerra, Churchill anunciara que se a Alemanha usasse gases a Grã-Bretanha responderia com ataques semelhantes a cidades alemãs. Estas declarações parecem ter afastado completamente a hipótese de utilização de gases venenosos na Frente Ocidental, mas essa possibilidade parece ter sido seriamente ponderada no Leste, especialmente depois da derrota de Estalinegrado, conforme se pode observar num relatório que o embaixador italiano em Berlim enviou a Mussolini em Fevereiro de 1943: “O Fuhrer tentara na Primavera [de 1943] uma nova ofensiva de grande estilo a Leste. Se esta não der os resultados decisivos que dela esperam, os alemães estão decididos a exterminar o exército russo empregando para isso os gases asfixiantes. Esses gases, de um novo tipo, encerrados em grandes reservatórios, podem ser lançados pela aviação… Têm um formidável poder de destruição e pelo menos durante um ano tornam completamente estéril o chão em que caem. Entre a Rússia e a Alemanha, criar-se-á assim uma zona de demarcação nitidamente demarcada onde a vida dos homens e animais será completamente impossível”.

 

Além do emprego terrestre de gases tóxicos, Hitler numa reunião em que estava presente o Almirante Doenitz comunicou-lhe a sua intenção de ordenar a investigação da sua aplicação marítima, através de duas maneiras:

 

1. Pelo exterior, através do lançamento de obuses sobre os navios-alvo ou através de pulverização;

 

2. Pelo interior, através da perfuração dos cascos e posterior rebentamento de ogivas.

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A Espanha prepara-se para inaugurar uma central solar termo-eléctrica em Sevilha

Segundo o professor Valeriano Ruiz, director do laboratório de termodinâmica da Universidade de Sevilha, “existem 320 dias de sol na Andaluzia”. Segundo este investigador andaluz a tecnologia helio-termodinâmica é mais eficiente que a produção de energia a partir de painéis solares e é – segundo este investigador – a única forma de oferecer a Espanha uma alternativa viável à produção de energia a partir de combustíveis sólidos.

A primeira secção da central está pronta para ser inaugurada e vai oferecer uma capacidade 11 megawatts, 1 MW acima de uma central idêntica que funciona na Alemanha e que era até à data a maior central solar europeia.

O plano espanhol é colocar em funcionamento 8 secções, cada uma alimentando um reactor, com uma capacidade total de 302 MW, até 2010. Nessa data, a central será capaz de produzir energia eléctrica para alimentar 180 mil lares, ou seja, toda a cidade de Sevilha…

O reactor que será inaugurado cobre uma área de 70 hectares de 624 espelhos que convergem para um reactor central onde um líquido é aquecido até 1000 graus Celsius, produzindo vapor, que depois, coloca em movimento turbinas gerados de corrente eléctrica.

A Espanha além da área dos geradores solares, está também a investir fortemente na área da energia eólica, sendo o segundo produtor europeu nesta área (após a Alemanha), com uma capacidade total instalada de 8155 Mw.

E Portugal?

Depois de umas boas decisões no campo da Energia Eólica (que esperam ainda pela concretização), espera-se agora uma continuação deste investimento noutras áreas, como a promissora Energia das Marés ou destes central solar termo-eléctrica como este de Sanlucar.

 

Fontes:

Energy-Daily

http://www.eco2site.com/news/Junio-04/solar.asp

http://www.solucar.es/english/index.htm

 

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A Arianespace lança com sucesso o seu quarto foguetão Ariane 5 ECA

A 13 de Outubro, um foguetão Ariane 5 ECA foi lançado com sucesso da Guiana Francesa colocando em órbita dois satélites geoestacionários.

Os satélites eram o DirectTV 9S, um satélite de televisão que irá servir os EUA e o Optus D1, um satélite de comunicações e de televisão por satélite para servir a Austrália e a Nova Zelândia.

O foguetão transportava também uma versão à escala 1/25 de uma antena que a Agência Espacial Japonesa (JAXA) vai colocar no seu satélite de teste ETS-8.

Fonte: SpaceTravel

 

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Quids S4-15: Como se chama esta personagem?

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Dificuldade: 1

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A “Panzerfaust voadora” da Zeppelin

O projecto de uma panzerfaust voadora nasceu nas oficinas da Zeppelin, outrora famosa pelos seus dirigíveis. O projecto consistia num pequeno avião recheado de explosivos que deveria chocar contra um bombardeiro inimigo provocando a sua própria destruição e dos aparelhos circundantes. No começo, o projecto não previa a salvação do piloto, que deveria perecer no embate, mas depois – por pressões políticas – foi prevista a instalação de um assento ejectável. O aparelho media 6 metros de comprimento por uma largura de 4,5. Possuía uma área alar de 3,8 metros quadrados para uma carga suportada de 320 kg/m2. A propulsão era assegurada por seis foguetes de combustível sólido em dois conjuntos de três cada, cada qual de cada lado da fuselagem. Esperava-se que o aparelho fosse capaz de desenvolver até 850 km/h. O projecto nunca chegou à fase de protótipo.

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Um novo paradigma em gestação nos EUA? A AT&T está a inverter de Outsourcing massivo para Insourcing

Num movimento sem precedentes na indústria, o gigante americano das Comunicações AT&T decidiu que iria incorporar nos seus quadros 2000 técnicos de suporte que tinham sido funcionários de empresas de Outsourcing trabalhando para a AT&T.

 

A AT&T declarou que iria utilizar estes novos funcionários para auxiliar os seus clienes na auto-instalação das suas linhas de ADSL, e para responderam a questões de suporte mais generalista. Este movimento segue-se a um acordo entre a empresa e o sindicato “Communications Workers of America” que acordou os salários, benefícios e deveres dos postos de trabalho.

 

Esta contratação segue-se a uma outra, que trouxe para a compnhia mais 700 novos funcionários para prestarem suporte ao novo serviço de televisão da AT&T, o U-verse.

 

Depois de décadas em que o Outsourcing era um mito inatacável, as empresas norte-americanas começam a reconhecer novamente o mérito do Insourcing, da contratação, e do aumento da sua força de trabalho directa. Num mercado como o das Comunicações, onde o Outsourcing se traduziu frequentemente por uma poupança de recursos a curto prazo, mas por uma descida da qualidade de serviço merçê da baixa qualificação, inexistente formação e gestão do pessoal em Outsourcing, estas são boas notícias… Se a moda do Insourcing começar a pegar nos EUA ainda teremos que esperar mais uns dez anos antes que chegue à Europa e a Portugal, que foi o tempo que a obsessão do Outsourcing demorou a cá chegar, mas se assim fôr, isso poderá contribuir para a recuperação dos números do Desemprego, pelo aumento dos níveis de qualificação profissional (frequentemente descurada pelas empresas de Outsourcing), pelo aumento dos níveis de remuneração (condicionados por um meio cada vez mais competitivo) e até dos Orçamentos dos países, que têm sido tão esvaziados pelo Outsourcing massivo promovido pelas grandes empresas.

 

Fonte: Cnet.com

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Quids S4-14: De que país era esta nota?

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Dificuldade: 3

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A Terra vai ser atingida por um asteróide em 2035?

Os astronómos do maior observatório russo declararam na passada sexta-feira que um asteróide que orbita o Sol poderá abater-se sobre o nosso planeta em 2035.

 

Segundo Sergei Smirnov, porta-voz do Observatório de São Petersburgo: “Não podemos afastar a hipótese de que um asteróide, actualmente orbitando o Sol, colida com a Terra em 2035. Mas até que ponto é que iso poderá representar efectivamente uma ameaça será impossível de saber até 2028, quando ele se aproximar do nosso planeta.”

Segundo Smirnov, “todos os objectos com mais de 100 metros são perigosos. Estes corpos celestiais, comparáveis em tamanho ao meteorito de Tunguska, poderão provocar um desastre numa escala regional no caso de um impacto.”

O meteorito em questão mede mais de um quilómetro, o que significa que em caso de impacto as suas consequências serão tremendas… Algures entre um desastre à escala continental e uma mudança climática global.

E continua a não existir nenhum sistema Global de defesa contra esta ameaça planetária… Se em 2028 se confirmar esta ameaça, teremos pouco tempo para conceber, construir e utilizar uma solução… E um impacto meteórico semelhante ou ainda maior pode acontecer a qualquer instantes, sem pré-aviso!

Fonte: Space Daily

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Do Fracasso do Uso das “Armas Secretas”

No decorrer desta leitura nascerá no espírito do leitor a convicção da superior qualidade dos sistemas de armas estudadas e empregues pelos alemães a partir de 1944. Fica então, desde logo, uma importante questão. Se possuíam melhores armas, porque não conseguiram inverter com elas o curso da guerra? Não se trata obviamente de uma questão de resposta simples. Com efeito, diversos factores contribuíram conjuntamente para o seu insucesso, mas acreditamos que ninguém poderia explicá-lo melhor que Galland, um dos responsáveis pela utilização prática dos novos aviões a jacto, explicação que o oficial daria numa entrevista anos depois do fim da Guerra.

 

Assim, Galland, tenente-general da aviação alemã exonerado por Hitler pelas suas atitudes críticas em Janeiro de 1945, explicaria: “As rivalidades entre os construtores (Heinkel, Messerschmitt, Dornier, Junker, Arado, etc.) perturbaram gravemente a produção em série de aparelhos indispensáveis, como o Me 262. O servilismo de Goering perante o seu senhor fê-lo esquecer a sua principal responsabilidade: a protecção aérea das cidades alemãs… Intrigas políticas, lutas de influência, animosidades pessoais cegaram o marechal-de-campo.” Mas, além do mais, Goering confessaria a sua incapacidade para administrar correctamente o emprego destes novos e revolucionários aparelhos a reacção. Em 1945 confessaria a Hans Baur, o piloto pessoal de Hitler: “Devo reconhecer que a respeito dos aparelhos modernos não faço a menor ideia. Esta evolução rápida ultrapassa-me…” Além das batalhas entre construtores também existiam ferozes lutas entre as diversas organizações que compunham o Estado nazi. Lutas que opunham as poderosas SS aos ministérios civis, a administração civil ao exército, o Exército à Luftwaffe, entre outros. A imagem monolítica propagandeada para o estrangeiro estava bastante longe de corresponder à verdade. Estas ferozes guerras internas resultavam na manutenção de projectos paralelos que duplicavam os esforços e desperdiçavam os cada vez mais escassos recursos, e esta tendência foi ainda reforçada a partir de 1944 com a construção pelas SS de capacidades militares, de pesquisa e produção autónomas das da Wehrmacht. Por outro lado, a característica de Hitler de “avançar e depois recuar” também contribuiu para o atraso do desenvolvimento de algumas das armas mais importantes, como o Me 262 e a V-2. A multiplicação dos níveis administrativos que caracterizava o regime nazi, foi um dos mais importantes factores que levou aos atrasos na produção das armas concebidas de um modo tão rápido e que prometiam tanto. As poucas que lograram entrar em acção foram mal utilizadas, quer porque escasseavam combustíveis quer porque eram reclamadas por toda a gente ao mesmo tempo, e porque, sobretudo, nunca existiu um verdadeiro plano global que determinasse os locais e condições da sua utilização. Tem sido dito frequentemente que a principal causa pela qual a Alemanha não conseguiu fazer chegar à frente foram os intensos bombardeamentos aliados, ideia difundida pela propaganda aliada e continuada por muitos investigadores depois do fim do conflito. Mas a verdade é que esse bombardeamentos – embora realmente reunam números impressionantes – poucas consequências tiveram na produção industrial alemã e na moral civil, aliás, à semelhança do que acontecera anos antes durante a Batalha de Inglaterra. Apesar de todas as dificuldades, os níveis de produção atingidos nalgumas armas secretas, e especialmente nos aviões a reacção, foram bastante importantes. A 19 de Abril de 1945 Hitler chamava ao seu bunker em Berlim o coronel Rudel, um afamado piloto de Stukas. Diz-lhe então para aceitar o comando da frota de aviões a jacto, com a qual conta ainda poder mudar o curso dos acontecimentos: “temos cento e oitenta caças e bombardeiros a reacção. Para vencer, bastar-nos-á uma breve interrupção na nossa incrível má sorte.” Mas Rudel recusará.

Hitler não mentia ao referir este número, mas na realidade estes aviões não podiam voar simultaneamente devido à grande escassez de combustível, pelo que o seu papel na guerra nunca poderia alcançar a amplitude que Hitler sonhava para eles. A 30 de Janeiro de 1945 Hitler festejava o duodécimo aniversário da sua tomada do poder, quando Albert Speer ousava dizer-lhe algumas verdades. O arquitecto começa por dizer “a guerra está perdida…”, uma verdade óbvia mas que ainda ninguém se atrevera a dizer claramente ao fuhrer. Speer afirma que depois da destruição quase completa do Ruhr e da perda da Silésia já não existe carvão e aço suficientes para manter o esforço de guerra alemão. Diz também que os novos armamentos que ainda conseguem sair das linhas de produção são destruídos pouco depois durante o seu transporte. Termina afirmando que mesmo a última esperança nazi, as armas secretas, vêem cada vez mais reduzido o seu espaço de experimentação e que a maior parte delas ainda não passou do esboço. Das palavras do ministro do Reich se deduzem duas afirmações: por um lado, a confirmação de que, partir do fracasso a leste da “Operação Cidadela” e do fracasso a ocidente da “Batalha das Ardenas”, o ditador alemão vê as suas esperanças reduzidas às suas armas secretas, que durante tantos anos quase ignorou.

Por outro lado, Speer diz claramente que a maioria dessas armas ainda não passou do estado de desenho. Cumpre então perguntar, conhecendo alguns dos revolucionários protótipos então construídos, que armas estariam ainda para serem produzidas? Que consequências teriam elas no curso da guerra se o seu desenvolvimento tivesse começado um ano antes? Com efeito, só a partir de 1944 é que Hitler concentra as energias que restam à Alemanha no desenvolvimento das “armas secretas”. Até então acreditara que a Wehrmacht, as SS, a Luftwaffe e a Kriegsmarine armadas convencionalmente seriam suficientes para esmagar todas as potências militares do mundo, mas agora, que as próprias fronteiras alemãs foram penetradas perdeu a fé no puro valor do soldado alemão e tenta dotar o que resta do seu exército com um armamento superior ao aliado que lhe devolva a superioridade no campo de batalha. Mas agora é tarde de mais”. Outra razão, sem dúvida importante, pela qual as “armas secretas” não chegaram à produção de massa foi a longa série de sabotagens bem sucedidas praticas pelas diversas Resistências nos países ocupados pelo Reich alemão, frequentes vezes essas sabotagens levaram à transferência de projectos para o interior da Alemanha, ou prejudicaram seriamente o andamento de programas vitais para a vitória nazi, conforme sucedeu com a missão de comandos noruegueses que destruíram o ferryboat que levava para a Alemanha a Água Pesada que seria usada na fabricação de uma Bomba Atómica. Ou seja, uma das mais determinantes razões para o seu fracasso foi precisamente o carácter da ocupação alemã, a sua crueldade e a impopularidade sobre os territórios alemães, e até sobre alguns segmentos menos dóceis da própria sociedade alemã.

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Os Caças a Reacção de Quinta Geração (5/5)

O trabalho nos caças de Quinta Geração começou em meados da década de oitenta e surgiram imediatamente as dúvidas sobre o que seria efectivamente a “Quinta Geração”. Os EUA definiram o conceito em torno de características como a furtividade ou a reduzida assinatura ao radar e à velocidade supersónica. Por outro a URSS e mais tarde a Rússia, adicionou a alta manobrabilidade a esta lista. Todos os fabricantes acabaram depois por somar à lista unanimente electrónica avançada que permitisse a detecção de alvos quer nos hemisfários dianteiro, quer à rectaguarda e uma grande integração entre o aparelho e os complexos de terra.

As capacidades dos equipamentos electrónicos dos caças de quinta geração permitem-lhes integrar informações de várias dezenas de fontes, desde aviões AWAC, aviões de reconhecimento, sistema de navegação terrestres e de outros aparelhos de combate. Esta necessidade de integração tornou estes aparelhos praticamente impossíveis de operar por países do Terceiro Mundo, que geralmente não possuem este tipo de estruturas.

Actualmente, de todos os aviões modernos operando nas principais forças aéreas do mundo, só três dos aparelhos considerados de Quinta Geração foram desenvolvidos nos finais dos anos 90: os americanos F-22 Raptor que está agora a ser entregue a esquadrilhas da USAF e o F-35/JSF que ainda está na fase de Desenvolvimento e o russo I-21, que deverá começar a ser fabricado em 2007. Os restantes, desde o Rafale francês, ao Eurofighter e ao Grippen sueco, devem ser considerados de Quarta Geração, assim como os Su-27 e MiG-29 russos.

F-22 Raptor

F-35 / JSF

I-21

 

Fonte: MosNews

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Quids S4-13: Qual é o nome deste veículo?

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Dificuldade: 5

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Israel admite finalmente ter usado Fósforo Branco contra Alvos Humanos no Sul do Líbano

Conforme noticiei NESTE post, Israel usou efectivamente Armas Químicas no recente conflito no Líbano. Isso mesmo foi confirmado pelo ministro israelita Jacob Edery que admitiu que as forças militares de Tel Aviv teriam largado bomba de Fósforo “contra alvos militares em terreno aberto“. Ora até agora, Israel sempre negara todas as alegações que referiam o uso deste tipo de armamento, e agora, que o admitiu, recorre cuidadosamente à mesma nomenclatura que permite o uso destas armas de Fósforo Branco, mas não contra populações civis e apenas em ataques aéreos contra forças militares em campo aberto.

Inicialmente, e após uma primeira fase de negação absoluta, Israel admitira ter usado estas armas apenas para “marcar alvos“, agora evoluiu para o seu uso contra “alvos militares em campo aberto“… Mas isso ainda não explica as declarações de médicos libaneses no Sul do Líbano que encontraram em várias vítimas civis vestígios da arrasadora e muito dolorosa passagem do Fósforo Branco…

Depois da negação absoluta, veio a explicação da “Marcação de Alvos”… Depois, a dos “alvos militares em campo aberto”… E quando virá… A Verdade?!

Fonte: BBC News

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O Me262 voando em formação

A formação preferida era o Kette (4 aviões) em lugar do Schwarm (3 aviões), o grande raio de volta necessário, a sua pobre aceleração levaram à preferência pelo Kette. Por outro lado, a elevada velocidade e o alto consumo de combustível do jacto tornavam difícil manter formações a baixa altitude, aliás, o melhor método seria descolar simultaneamente mas como a maioria dos aeródromos alemães apenas permitia a descolagem a 3 Me 262, essa limitação contribuiria decisivamente para esta preferência.

Quando os Me 262 desencadeavam ataques em Staffel (esquadrilha), nove jactos, em três formações de três eram utilizados. Na aproximação aos bombardeiros inimigos o jacto mais avançado da Kette estava ligeiramente mais abaixo que os dois nos seus flancos. Na maioria dos casos, a cada Staffel era atribuído um grupo de bombardeiros. Recebidas essas indicações da estação de radar em terra os Me 262 mergulhavam atrás dos bombardeiros para ganhar velocidade, de modo a poderem afastar-se dos escoltadores aliados que entretanto se aproximavam. Em primeiro lugar eram disparados os foguetes R4M após o eram usados os canhões MK 108. Uma vez passado o alvo, o piloto optava por uma segunda passagem ou pelo regresso à base se escolhesse a segunda alternativa iniciava um rápido mergulho para ganhar velocidade adicional de modo a afastar-se decididamente dos caças aliados. A segunda passagem já não era feita em formação devido à grande dificuldade de reagrupar os membros da formação (devido à sua alta velocidade e grande raio de volta). Ataques frontais só eram efectuados em caso de acidente porque a alta velocidade do jacto reduzia para um tempo minímo o período em que era possível apontar as armas com um minímo de eficiência, além de que era difícil observar os danos provocados e avaliar assim da utilidade de uma segunda passagem.

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Santanaz Lopes: O Regresso da “Besta”

Como tive oportunidade de salientar por AQUI, o inefável Pedro Santana Lopes continua vivo. Aparentemente, aquilo, também considerado por muitos, como o pior Primeiro Ministro de sempre, ainda tem a lata de aparecer em público e de mandar os seus bitaites:

“Na sua crónica semanal na TSF, o ex-presidente do PSD acusou Sócrates de «dizer uma coisa e fazer o seu contrário», algo que, no entender de Santana Lopes, pode ser chamado de «batota política».

«A política não pode continuar a ser feita assim», defendeu Santana Lopes.”

Em primeiro lugar, parece que a TSF considera que o tipo tem ainda alguma relevência política para lhe comprar tempo de Antena, como se algo que ele diga possa vir a ter algum efeito concreto nos próximos mil anos (que é o tempo que as trapalhadas santânicas ficarão na memória dos Povos, espero eu…), mas em segundo lugar, esta afirmação revela que Santanaz, verdadeira “besta política” sentiu que o clima no PSD lhe é favorável… Marques Mendes revela-se incapaz de lidar com a máquina propangandística do PS e Santanaz, verdadeiro Tribuno ao modelo romano, ousa agora procurar capitalizar o descontentamento crescente nas hostes laranjas pelo estilo tímido e contido de Mendes e regressar das cinzas, verdadeira Fenix carbonizada pela mais humilhante e esmagadora derrota da história do PSD…

Que Sócrates mentiu, isso é evidente… Não vão cobrar pelas SCUTs? Não aumentou vários impostos (entre os quais o IVA)?

Mas daí a que isso dê a Santanaz os direitos de renascer do Mar da Irrelevância Política, onde todos (quase) o considerávamos afundado…

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Foguetes Anti-Aéreos de Combustível Sólido

Desde Fevereiro de 1941 que o Inspector Geral da Flak (artilharia anti-aérea) pedira às industrias para que apresentassem propostas para misseis anti-aéreos. A Rheinmetall-Borsig, o maior fabricante alemão de foguetes de combustível sólido foi a primeira a responder, seguiu-se a Henschel que apresentaria a sua proposta em Junho de 1941.

As primeiras tentativas de utilizar os mesmos sistemas de lançamento de foguetes de artilharia contra aeronaves ocorreram no Outono de 1943 quando grandes números de foguetes com elevações de até 1.000 metros foram utilizados contra aviões voando a baixa altitude na área do Ruhr. Este uso real havia sido precedido de testes realizados em Agosto do mesmo ano com uma versão modificada do foguete de 21 cm com uma altura de tiro de 7.000 metros a 14 km. Outro ensaio foi realizado sob a direcção de Dornberger em Borkum com foguetes de combustível sólido de 11 cm, em data desconhecida. O sucesso dos foguetes neste tipo de missão, contudo, deixou muito a desejar. Por outro lado, a responsabilidade pela defesa aérea cedo seria transferida para a Luftwaffe pelo que levaria o Arsenal da Wehrmacht a decidir-se pelo abandono do projecto.

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Quids S4-12: Onde foi tirada esta fotografia?

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Dificuldade: 5

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Anomalia 17: O Vôo 93 que caiu na Pensilvânia foi desviado por ameaça de bomba?

Facto:

Um dos fenómenos mais intrigantes com os acontecimentos de 11 de Setembro é a notícia publicada no Website do canal noticioso WCPO Channel 9:

“A Boeing 767 out of Boston made an emergency landing tuesday, Due to concern that it may have a bomb aboard, said Mayor Michael R. White. United identified this plane as Flight 93.”

O link ainda existe, mas está neste estado…

A notícia (completa) original era a seguinte:

Reported by 9News Staff
Web produced by:Liz Foreman
9/11/01 11:43:57 AM

A Boeing 767 out of Boston made an emergency landing Tuesday at Cleveland Hopkins International Airport due to concerns that it may have a bomb aboard, said Mayor Michael R. White.

 

White said the plane had been moved to a secure area of the airport, and was evacuated.

 

United identified the plane as Flight 93. The airline did not say how many people were aboard the flight.

 

United said it was also “deeply concerned” about another flight, Flight 175, a Boeing 767, which was bound from Boston to Los Angeles.

 

On behalf of the airline CEO James Goodwin said: “The thoughts of everyone at United are with the passengers and crew of these flights. Our prayers are also with everyone on the ground who may have been involved.

 

“United is working with all the relevant authorities, including the FBI, to obtain further information on these flights,” he said.”

 

Hipótese:

Se este avião desviado era mesmo o Vôo 93… Como poderia ele ter-se despenhado depois em Shanksville apenas meia hora depois? Isto assumindo que se tratava mesmo do mesmo aparelho… Ou seja, o avião aterrou, evacuaram o aparelho, procuraram por uma bomba… Tudo isto a tempo do aparelho tornar a descolar para ser depois desviado por terroristas e tombado no solo em Shanksville, e tudo isto em apenas meia hora?

Categories: 9/11 Conspiracy, MCSE: MOC2272 | 2 comentários

Coisas Estranhas: Santanaz ainda vive no Gabinete de Sócrates?!

Querem coisas estranhas?

Bem… Acedam ao http://www.google.pt e escrevam: “santana lopes sócrates”

E aparece… Logo como primeiro resultado:

“pedro santana lopes – 13:04 – [ Traduzir esta página ]http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Primeiro_Ministro/Biografia/ – Páginas semelhantes”

 

Ou seja, a página oficial do Primeiro Ministro !

(José Sócrates, para quem não se lembrar…)

 

Ainda? Mas não nos livrámos já de Santanaz?

Categories: Humor, Informática, Política Internacional, Política Nacional | 3 comentários

Anomalia 16: Os aviões que embateram nas Torres Gémeas eram mesmo aviões comerciais (os testemunhos)?

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Facto:

Muitas testemunhas directas dos embates dos aviões nas Torres Gémeas afirmaram que “não se tratavam de aviões comerciais”. Uma testemunha (a que surge na imagem) afirma: “It was not an arliner. It was a twin engine, big, gray plane” (MSNBC). Outra, citada em directo numa outra reportagem desse dia na Fox News, declarou: “There was a circular [blue] logo in the front of the plane. It definetly does not seem a comercial airplane.” Outra ainda: “I didn´t see any window on the side.” e uma outra, ainda: “This was not a American Airliner.”

Hipótese:

Se estes testemunhos não forem ignorados (como têm sido), isso significa que existe uma hipótese de que os dois aparelhos não fossem os aviões comerciais que nos disseram terem embatido nas Torres Gémeas, mas outros aparelhos… Semelhante, mas não completamente idênticos… Ou seja, aparelhos que num dado momento foram substituir os aparelhos reais, com passageiros reais, que foram guardados e destruídos (e os passageiros assassinados) numa das numerosas e extensas instalações secretas do Governo americano…

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial, As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi, MCSE: MOC2272 | 5 comentários

Quids S4-11: Quem pintou este quadro?

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Dificuldade: 4

Categories: Cidadela dos Incultos, Quids S4 | 26 comentários

Da Contestação e dos Continuados Erros de Navegação dos Nossos Governos

“O calendário é uma mancha de cruzes que assinalam dias de greve. Só desde Janeiro, os trabalhadores paralisaram 85 vezes, o que em dias ascende aos 134. Não há semana que não se fala em protesto, paralisação, greve, plenário ou concentração.”

Fonte: Portugal Diário

Sem dúvida que existem actualmente uma onda de contestação inédita nos últimos anos.

Desconhecida nos últimos anos, mesmo durante a gestão contabilística ao PostIt do governo Barroso e do caos Santânico, esta contestação resulta ainda da obsessão do “Deficit”, a qual se revela mais uma vez incompatível com uma Economia em Estagnação onde os sinais de retoma ainda são tímidos e talvez, falsos…

Para recuperar uma Economia, é necessário que o Estado faça uma de duas coisas:

1. Ou injecte dinheiro na Economia, através de grandes projectos públicos, conforme o modelo do New Deal americano ou do Plano Marshall do Pós-Guerra;

2. Ou que se retire da Economia, aliviando a carga fiscal de uma forma sistemática e generalizada.

Ora, não acontece neste OGE2007 nem uma coisa nem outra! Temos de um lado, um Estado que continua a apresentar uma dimensão exagerada para a sua boa sustentabilidade, e por outro lado, um reforço da eficácia da cobrança da Máquina Fiscal e um aumento generalizados das Taxas e dos Impostos.

Continuamos na gestão Contabilísitca, onde devia haver Gestão Económica.

Apertados por Bruxelas, não injectamos dinheiro na Economia, e apertados pelos interesses eleitorais e pelo aparelhos e interesses partidários, falhamos na racionalização da dimensão do Estado… De permeio temos os interesses corporativos de Professores, Juízes, Médicos, Farmacêuticos, tentando bloquear qualquer ameaça a um Status Quo que lhes vai sendo ainda favorável…

Obcecados com o estatuto de “Bom Aluno” de Bruxelas, esquecemos que Franceses, Alemães e Italianos não têm feito mais do que rir na cara dos senhores do BCE enquanto que por cá se aperta o cinto e procuramos cumprir limites do Deficit que não estão, simplesmente, ao alcance dos limites da nossa débil Economia.

Categories: Política Internacional, Política Nacional | 2 comentários

Bombas-foguete anti-aéreas de gás liquefeito

Durante o final do Verão de 1944 uma sucessão de enormes explosões destruiu quase completamente as refinarias de gasolina sintética de Ludwigshafen. Reclamadas pela propaganda aliada, após o final do conflito vir-se-ia a saber que o desastre tivera afinal origem numa fuga acidental de gás etileno, espalhando-se a explosão pelos contentores de gás circundantes e às instalações fabris nas cercanias. Uma comissão de inquérito enviada pelo T.A.L. (Technische Akademie der Luftwaffe). produziria um relatório em que se recomendava “a consideração de uma proposta feita à algum tempo sobre o estudo de bombas-foguete anti-aéreas de gás liquefeito”.

Nas instalações do T.A.L. nos Alpes Bávaros e juntamente com o centro experimental de Garmish-Partenkirken (conduzido pela Waffenamt), foram ensaiados pela primeira vez uns pequenos cilindros carregados de etileno no estado gasoso e no líquido avaliando-se os efeitos da sua detonação sobre asas e fuselagens de grandes aviões. A onda de choque resultante da explosão do cilindro (usando-se aqui o já referido sistema Zippermeyer) revelou-se eficaz até altitudes superiores a 15.000 metros. Contudo, para além as dificuldades com o sistema Zippermeyer, o perigo de explosão resultante do manuseamento desses materiais muito sensíveis a choques acidentais e a variações de temperatura, e principalmente a rápida consumação do efeito de choque da explosão foram tornados claros pelos primeiros modelos. Ponderou-se então a substituição do explosivo ou estabilizá-lo de alguma forma. Decidiu-se avançar pela primeira hipótese, prosseguindo o trabalho com a colaboração do Luftfahrtforschungsanstalt de Viena (L.F.W.) e de alguns técnicos italianos.

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Anomalia 15: Que clarão foi aquele que ocorreu antes de qualquer um dos embates dos Boeing nas torres gémeas?

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Imagens extraídas do documentário “911 In Plane Site” de William Lewis

 

Facto:

No caso do segundo Boeing, imediatamente depois do aparelho entrar com o seu nariz na Torre observa-se um clarão luminoso muito intenso que desaparece 1,5 segundos depois. Este fenómeno luminoso foi observado pelas quatro câmaras que filmaram o impacto em directo. No caso do avião que colidiu com a primeira torre, observa-se igualmente o mesmo clarão, no único filme conhecido…

 

Hipóteses:

Sendo o nariz do aparelho um local onde não existem depósitos de combustível, que clarão  foi este? Seria a ignição de um composto explosivo, dentro da própria Torre? Seria um dispositivo inserido no próprio nariz do aparelho para deflagrar o incêndio que segundos depois eclodia com imensa violência alimentado pelas toneladas de querosene que os aparelhos transportavam?

Alguns afirmam que o “flash” é apenas um reflexo… Mas se assim é, como se explica que apareça em todas as quatro filmagens, recolhidas de quatro câmaras distintas, em posições distintas?

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial, As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi, MCSE: MOC2272 | 12 comentários

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