Daily Archives: 2006/09/23

A “Conspiração” do 11 de Setembro: Introdução e Anomalia 1 (Porque é que as testemunhas do “avião” que se abateu sobre o Pentágono não são unânimes na sua identificação?)

A emissão na RTP2 do documentário “Loose Change” sobre a tese da “Conspiração Interna” na raíz dos atentados do dia 11 de Setembro de 2001 relançou a polémica sobre os ditos… Pela primeira vez, as dúvidas que alguns alimentam sobre os acontecimentos deixaram o restrito nicho dos adoradores das teses conspirativas e chegou ao público em geral (pelo menos aquele que ainda sintoniza a RTP2…).

Polémico, este documento, disponível em inglês AQUI levanta várias questões e aborda algumas estranhas inconsistências ocorridas nesse dia. Assim, passaremos a listar sob esta nova Category “9/11 Conspiracy” uma série de Posts dedicados às anomalias que rodeiam os acontecimentos deste dia. Procuraremos desmontar uma por uma todas as anomalias, identificando as falsas anomalias (que existem em grande número) e identificando aquelas outras que não são compatíveis com a teoria oficial.

Vamos começar com a “Anomalia 1”: Porque é que as testemunhas do “avião” que se abateu sobre o Pentágono não são unânimes na sua identificação?

“Sendo a primeira a chegar ao local, a agência Reuters anuncia que o Pentágono foi atingido pela explosão de um helicóptero. Esta notícia é confirmada telefonicamente à Associated Press por um consultor democrata, Paul Begala. Alguns minutos mais tarde, o Departamento de Defesa corrige a informação: tratava-se de um avião. Novos testemunhos vêm contradizer os primeiros a dar crédito à versão das autoridades: Fred Hey, assistente parlamentar do senador Bob Ney, viu cair um Boeing enquanto seguia de automóvel pela autoestrada que passa junto ao Pentágono.”

p.10

Fonte:

“11 de Setembro de 2001, A Terrível Impostura (Nenhum avião caiu sobre o Pentágono?)”; Thierry Meyssan; Frenesi.

Explicação Oficial:

Desconhecida.

Explicações Possíveis:

a) O Boeing 757 ter-se-ia aproximado do Pentágono a mais de 800 Km/h (tese oficial) a esta velocidade poucos observadores seriam capazes de identificar claramente um aparelho que em vôo rasante (entre 10 a 2 metros de altitude) atravessava o céu a alta velocidade… Isso pode explicar as referências multiplas a um “pequeno jacto de 10 a 20 passageiros”, a helicópteros ou a mísseis de cruzeiros de várias testemunhas. Seria mais dificil confundir um destes com um avião com as dimensões de um Boeing 757…

b) Algumas destas observações podem ser fabricadas… Isto é, provenientes de pessoas com relações ou mesmo pertencentes aos Serviços de Informação, assim se poderiam explicar as referências a “Boeings” (com o detalhe do fabricante…)

c) Muito perto da zona de impacto no Pentágono existe um heliporto… Será que um helicóptero com os códigos de autorização correctos (que alguém usou numa chamada não identificada de alerta ao Pentágono antes do primeiro ataque) se aproximou com a suposta intenção de aterrar nele e depois, subitamente, intencional se atirou contra o edifício? Isso explicaria o relato do avistamento de “helicópteros” (os primeiros relatos, aliás) e também a reduzida dimensão (5 metros) do buraco no Pentágono… Seria um piloto suicida ou helicóptero telecomandado (com uma implementação da tecnologia Global Hawk)?

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Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial, História, Política Internacional | 36 comentários

Do aumento da exportações portuguesas e do começo da recuperação do PIB

“Afinal há uma luz ao fundo do túnel. É cedo para respirar de alívio, pois ainda vai correr muita água debaixo da ponte até ao final do ano, mas, para já, tudo indica que as exportações vão assegurar o crescimento da economia acima de 1% este ano. Aliás, no que toca a comércio externo, Portugal, no semestre que passou, teve um desempenho melhor que a média europeia.”

“Em boa parte, esta maior dinamismo do comércio deve-se à recuperação de algumas economias europeias, bem como ao aumento da procura por parte de mercados extracomunitários, como Angola, China e EUA.”

“A Petrogal, a Infineon Technologies e a Autoeuropa são as três empresas que mais peso têm nas exportações nacionais, segundo dados do INE, divulgados pela agência Lusa. Na quarta posição surge a Opel da Azambuja.”

Fonte: Ana Sofia Santos e João Silvestre: Expresso de 9 de Setembro de 2006

 

A confirmarem-se este números, a retoma surge pela melhor das vias possíveis, que é a do aumento das Exportações e, sobretudo, do aumento das exportações de produtos de alta tecnologia, resultante da Transformação de Bens realizada em unidades industriais estabelecidas em Portugal. O ponto negativo desta retoma consiste no facto de das quatro empresas maiores exportadores, 3 delas não serem portuguesas ou deterem uma proporção significativa de capital nacional… Os nossos “empresários” preferem gastar os seus escassos recursos em negócios de baixo risco como a entrada de Amorim na Galp ou na autofágica aquisição da PT pela Sonaecom… A Autoeuropa pertencem à Wolkswaggen, que atravessa dificuldades financeiras devido à baixa rentabilidade do seu principal modelo, o Golf, a Infineon exporta chips… Um mercado sempre sujeito à intensa pressão do Leste e do Oriente, a Galp, essa vê o seu sucesso resultar não de uma gestão primorosa e genial, mas como um efeito colateral da explosão dos preços dos produtos petrolíferos (que transforma e vende)… Por fim, a Opel da Azambuja está de malas de feitas e para 2007 já não deverá constar destas estatísticas…

Em suma, na liderança desta recuperação do sector das Exportações falta a mão do empresariado nacional… Onde está ele? Que tal gastar uns recursos significativos cá entre a populaça que vos compra as tralhas no Continente, ou as garrafas com rolhas de cortiça?

Quando teremos uma classe empresarial verdadeiramente empreendedora e líder de mercado?

Categories: Economia, Websites | 2 comentários

Biografia de Robert Swann

Em 1974 E. F. Schumacher pediu a Robert Swann para fundar uma organização irmã da sua própria ITDG (“Intermediate Technology Development Group”), mas só em 1980 é que Swann conseguiria estabelecer a “E. F. Schumacher Society” em Great Barrington, no Massachusetts, EUA, sendo o seu trabalho e objectivos um descendente directo da filosofia de Schumacher e uma adaptação tangível da sua mensagem. Schumacher escolheu Swann com muita sabedoria. Robert Swann trouxe as suas capacidades pragmáticas de um construtor para o seu compromisso quer para a comunidade quer para a Economia Descentralizada. Antes de fundar a Sociedade tinha trabalhado com Ralph Borsodi na criação de uma moeda baseada em bens experimental em Exeter, no New Hampshire, um teste pioneiro para as “moedas locais” da actualidade. Em 1978 lançou o “Community Investment Fund” (“Fundo de Investimento Comunitário”), uma das primeiras iniciativas com responsabilidade social, antecipando um movimento nacional em investimento social.

As suas actividades na década de sessenta conduziram a um esforço para obter terra para comunidades de agricultores afro-americanos. Com Slater King fundou a “New Communities” (“Novas Comunidades”) em Albany, na Geogia, usando documentos modelados sobre os do “Jewish National Fund” (“Fundo Nacional Judeu”). Como fundador do “Institute for Community Economics” (“Instituto para a Economia Comunitária”) para auxiliar outros grupos espalhados por todos os Estados Unidos a formar comunidades de partilha de terra semelhantes, este movimento haveria de lhe merecer o título de “pai do movimento de reforma agrária americano”. Continuou o seu trabalho inovador na Sociedade, trazendo os conceitos Schumacherianos para todos os planos da Vida.

Categories: E. F. Schumacher Society, Quids S2 | Deixe um comentário

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