As “Bases Secretas Alemãs” no Pólo Sul

Nova Suávia

Figura: Insignia da expedição alemã à Nova Suávia.

 

Um dos maiores mistérios da Segunda Guerra Mundial é o desesperado desenvolvimento de um tão grande número de armas secretas já quando a guerra estava definitivamente perdida. Alguns acreditam que os nazis – confrontados com a derrota eminente – estavam a construir um exército que lhes permitiria continuar a guerra noutras paragens do globo. Alguns acreditam que se tratava do Reduto Alpino, uma gigantesca série de subterrâneos ligados entre si para onde Hitler retiraria assim que a situação em Berlim fosse insustentável, outros, menos prosaicos, julgam que esse último Reduto era no Pólo Sul.

O interesse pelo Pólo Sul por parte da Alemanha nazi remonta praticamente ao momento da sua chegada ao poder. Já em 1938, Hitler tinha enviado o Capitão Alfred Richter para o Pólo Sul. Nessa expedição – longa de três semanas – dois hidroaviões foram lançados do navio Schwabenland (baptizado expressamente para essa missão) sobre os territórios que na altura a Noruega reinvidicada sob o nome de Queen Maud Land. A expedição aprofundou os conhecimentos sobre essa região do Pólo, cobrindo uma área de 370.070 km2, fotografando quase metade dessa área. Para demarcarem esse território, os hidroaviões lançaram nessa área algumas centenas de pequenas marcas de metal com a suástica e com um esporão de modo a que ao cairem ficassem cravadas verticalmente no gelo. Ao mesmo tempo esse território era reclamado para a Alemanha.

Já depois do começo do conflito, em 1940, dois baleeiros noruegeses foram capturados pelos fusileiros do navio corsário alemão Pinguin quando estavam atracados na Queen Maud Land. Pouco depois o mesmo sucederia com toda a frota. Entre 1940 e 1941 esse navio corsário afundaria uma tonelagem total de mais de 135.000 toneladas em cargueiros aliados, até que em Maio de 1941 seria perseguido e afundado pelo H.M.S. Cornwall da marinha britânica. Mas os seus irmãos gémeos, o Komet e o Atlantis continuaram em operação até ao fim da guerra naquelas mesmas águas.

Existem testemunhos da actividade de submarinos alemães nos mares do sul pelo menos até 1947. Como se conseguiriam abastecer? Pilhavam os navios que capturavam e depois afundavam? Ou usavam algumas instalações secretas construídas durante a guerra no Pólo?

Segundo um já citado artigo da revista “Brisant”, em Abril de 1945, dois cargueiros submarinos, o U-530 e o U-977 partiram do porto báltico de Kiel transportando membros das equipas que trabalhavam com no “Projekt Saucer”, planos e componentes para aeronaves discóides. Depois de abastecerem em Christiansund a 26 teriam descarregado na Neuschwabenland. A 17 de Agosto de 1945, os submarinos terminariam a sua viagem na Argentina. Um ano depois desse interrogatório os EUA organizavam a maior – até então – expedição ao Pólo Sul sob o publico propósito de “circumnavegar a costa Antártida de 16.000 milhas e mapeá-la.” Tratava-se da Operação Highjump, comandada pelo experiente Almirante Richard Evelyn com 13 navios, 2 navios com hidroaviões, 1 porta-aviões, 6 transportes R4D, 6 hidroaviões Martin PBM, 6 helicópteros, agrupando mais de 4.000 homens. A força militar reunida para este efeito era sem dúvida espantosa, especialmente se considerarmos que se tratava de uma expedição científica e que a guerra já tinha terminado. É certo que no final do conflito, o exército dos EUA tinha pessoal e equipamento em excesso e que podia reunir facilmente esses meios, mas estranha-se ainda mais que o primeiro ponto da costa da Antártida tocado pela expedição fosse precisamente a Neuschwabenland, a 27 de Janeiro de 1947, dividindo-se então em três. O relatório oficial da Operação Highjump afirma o seu completo sucesso, escrevendo-se nomeadamente que reuniu mais informação sobre o Antártico do que aquela que era previamente conhecida. Mas relatos que chegaram à imprensa afirmam que a expedição sofreu várias baixas logo no primeiro dia em que tocaram a Neuschwabenland, que quatro dos seis hidroaviões desapareceram e que embora a expedição devesse demorar cerca de 6 meses, regressou aos EUA ao fim de apenas algumas semanas, em Fevereiro de 1947. Ainda mais intrigante foi a declaração proferida pelo Almirante Evelyn a um repórter: “necessary for the USA to take defensive actions against enemy air fighters wich come from the polar regions”, caças de natureza nunca especificada. É certo que com o advento da Guerra Fria, e numa fase em que ainda não existiam misseis intercontinentais, o trânsito pelo Pólo Norte era a via mais curta para os bombardeiros soviéticos atacarem a América do Norte. Evelyn podia referir-se a esse Pólo. Mas a entrevista abordava ao tema da sua expedição à Antártida. Então que “caças inimigos” seriam esses?

Partindo da hipótese que os dois submarinos que aportaram na Argentina (facto comprovado) foram abastecer alguma base secreta alemã no Pólo, como se explica que tenham aportado à Argentina, arriscando assim a captura? Existem várias explicações:

1) as suas tripulações podem ter optado por não ficarem nas certamente lacónicas instalações polares em condições bastante adversas e com recursos escassos;

2) a própria chefia dessas hipotéticas instalações perante a impossibilidade física de acolher os tripulantes pode ter optado por enviá-los para a Argentina;

3) os dois cargueiros podiam estar em busca de mantimentos e os interrogatórios aos tripulantes afirmam que estes esperavam acostar a uma Argentina amigável (aliás, a Argentina estivera prestes a alinhar com a Alemanha no começo da Guerra).

Existe outra questão quanto a estes dois cargueiros submarinos: Se partiram de Christiansund a 26 de Abril de 1945 e se aportaram no Mar da Prata só em 17 de Agosto, onde estiveram durante esse período? Segundo o comandante do U-977, o Capitão Heinz Schaeffer, a sua missão era a de patrulhar o Atlântico Sul e quando estavam em Christiansund tinham ouvido pela rádio as notícias da rendição alemã. Confrontado perante a perspectiva de uma longa permanência nos campos de prisioneiros aliados, o comandante deu aos seus tripulantes a opção de serem deixados nas praias da Noruega ou de tentarem rumar até à Argentina, onde esperavam cobertura para poderem “desaparecer”, à semelhança do que preparavam tantos líderes nazis. Alguns tripulantes optaram por desembarcar na Noruega, o que ocupou o submarino nessas paragens até 10 de Maio. Após o que imergiram e – sempre sem subirem até à superfície – atravessaram o Mar do Norte, o Canal da Mancha, A Península Ibérica, a costa ocidental africana até sessenta e seis dias depois emergirem finalmente em pleno Atlântico. Dias depois desembarcavam para recolha de mantimentos na Ilha Branca do arquipélago de Cabo Verde. Depois de tornarem a zarpar camuflaram o submarino colocando-lhe velas falsas de modo a que ao longe parecesse um vulgar veleiro. Só quando se aproximavam do Rio de Janeiro é que pela radio souberam que o U-530 tinha, à semelhança do que pretendiam fazer, aportado no Rio da Prata e que a sua tripulação tinha sido capturada e entregue aos EUA. Sem outra alternativa, acabaram por decidir seguir-lhe o exemplo e a 17 de Agosto aportavam também eles no Mar da Prata, onde eram também capturados. Foi esta a história contada por Schraffer quando as autoridades militares argentinas lhe colocaram três questões: 1) Onde tinha estado o U-977 quando o cargueiro brasileiro Babia era afundado? 2) Porque é que o U-977 só tinha aportado à Argentina 4 meses depois do fim da guerra? e 3) O U-977 tinha levado alguém de “importância política” até à Argentina? Schraffer respondeu que nunca estivera na região onde o Babia fora torpedeado, justificara a demora com a história acima narrada e afirmara nunca ter transportado ninguém de de “importância política”. Semanas depois, uma comissão anglo-americana desembarcava na Argentina e submetia o comandante a um interrogatório mais apertado. Os enviados americanos insistiram na presença ou não de Hitler e Martin Bormann no submarino, e se tinham sido levados para a Patagónia ou para alguma base secreta na Antártida. Perante as repetidas negativas de Schraffer e do comandante do U-530, Otto Wehrmut, estes foram encerrados num campo de prisioneiros perto de Washington para novas sessões de interrogatórios. Por fim, os americanos cansar-se-iam e entregariam os dois militares aos britânicos que em Antuérpia conduziriam as suas próprias sessões de interrogatórios durante meses, igualmente sem conseguirem obter dos comandantes alemães outras respostas. Finalmente libertado, Schaeffer regressaria à Alemanha, mas por pouco tempo visto que meses depois partiria para a Argentina, onde juntaria à grande colónia alemã nesse país sul-americano.

A história do U-977 levantam uma série de questões intrigantes: Desde logo, o que teria levado os comissários aliados a acreditar que Bormann ou Hitler pudessem estar numa base alemã no Pólo Sul? Por outro lado, Schaeffer dificilmente pode ser considerado apenas “mais um” oficial alemão capturado, para além de todas as questões envolvendo a captura do U-977, o capitão também tinha passado boa parte da sua carreira protegendo os centros experimentais de Regen e Peenemunde, para o que merecera certamente uma alta classificação de segurança, o que também explicava a sua inclusão no selecto grupo de oficiais alemães que primeiro testou os novos submarinos Tipo XXI. Adicionalmente, Schaeffer não estava no Atlântico Sul pela primeira vez, tendo realizado diversas missões nessa região. Mas a permanência debaixo de água por 66 dias do U-977 também levanta algumas dúvidas. O sistema de Schnorkel permitia efectivamente que os motores e a tripulação recebessem ar por esse meio, mas só poderia obter o combustível necessário se se abastecesse pelo menos duas vezes num tanque, dos quais a Alemanha manteve alguns entre a Antártida e Gibraltar. Esses tanques submarinos com as suas 2.000 toneladas de combustível transportado podiam alimentar até 10 U-boats.

Quando à construção de instalações subterrâneas na Neuschwabenland, não existem dúvidas sobre a capacidade técnica da Alemanha para as construir nesse território. As construções subterrâneas alemãs na Europa assumiram proporções gigantescas e os trabalhadores e materiais poderiam ter sido discretamente transportados em cargueiros submarinos (como o U-977 e o U-530) até ao Pólo Sul. Quanto ao secretismo, recordemo-nos que as enormes fábricas subterrâneas do Harz só foram descobertas depois da guerra, pelo que instalações muito mais secretas, mais remotas e bastante menores tinham todas as possibilidades de permanecerem secretas durante todo o tempo necessário.

Embora seja provável que a um dado momento a Alemanha tenha construído algum tipo de instalações secretas na Antártida, não parece crível que essas instalações tenham alguma vez atingido as dimensões gigantescas que autores como M. K. Jessup defendem. Alías, a credibilidade das afirmações deste autor é imediatamente posta em causa quando o mesmo paralelamente à existência de bases alemãs no Gran Chaco, na Patagónia e na Antártida defende que os melhores cientistas alemães se teriam refugiado em imensas cavernas sob o solo da Lua.

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Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi, Economia, História | 29 comentários

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29 thoughts on “As “Bases Secretas Alemãs” no Pólo Sul

  1. “In 1947, Admiral Richard E. Byrd led 4,000 military troops from the U.S., Britain and Australia in an invasion of Antarctica [Operation Highjump and follow-up], but encountered heavy resistance from Nazi “flying saucers” and had to call off the invasion. A Rear-Admiral who was in that invasion has retired in Texas, and said he was shocked when he read the “Fire From The Sky” material. He knew there were a lot of aircraft and rocket shoot-downs but did not realize the situation was so bad. (Note: Here the writer is referring to accounts given in other writings, suggesting that AS the Soviet Union was falling the Bolsheviks who were in the process of being ousted from Russia took refuge in the CIA and Pentagon, from where they attempted to provoke a nuclear war with Russia which they would ride-out in their massive underground bunkers. In response, the Tzarist Russian’s sent a strong message to the Bolshevik ‘elite’ in the Pentagon and CIA that this would not be allowed — by shooting down satellites and aircraft in retaliation. The idea of a KGB presence in the CIA might seem to conflict with the ‘Nazi’ presence there, yet NOT if you consider the fact that the Rockefeller’s — according to Economics expert and advisor Antony Sutton and others — had financially backed BOTH the Bolsheviks AND the Nazis in their military efforts as two Hegallian or Machievellian ‘clubs’ to ‘beat’ the planet into submission to a New World Order”

    http://www.theforbiddenknowledge.com/hardtruth/omegafileintro.htm

  2. renato vesco defendia nos seus livros que todo o fenómeno ovni tinha começado depois desta operação highjump… segundo ele, seriam estes “discos nazis” capturados pelos EUA nesta operação que seriam adaptados e desenvolvidos para os “ufo” actuais… assim explica a estranha inconsistência que é o facto da forma dos UFOs mudar consoante a época em que são observados… Compare p.ex. umm, ufo de 1947 com um da década de 80 ou o triângulo da vaga belga de 1998/9… Não são demasiado compatíveis com a “moda” da época? Isso pode significar q são mesmo o resultado de “ilusões de óptica” ou que… são “armas secretas” das grandes potencias?

    francamente, não sei em que acreditar…

  3. Felizmente as ilusões de óptica ficaram em algumas fotografias e no caso belga também nos radares… Ao que julgo o governo belga levou a ilusão bem a sério… Quanto ao que são… Quem me dera ter certeza absoluta ou… talvez não… 🙂 Mas os tipos de UFO convivem ao longo dos tempos. Repara que há um relatório US ( não sei se o Majestic ) que refere 4 ou 5 tipos de UFO…

    Quanto a esta história das bases secretas… Quem sabe? Se tivermos em conta que muita da riqueza do reich se evaporou… Verdade ou não isto é daquelas coisas que estimula a imaginação! Dava um bom livro ou filme… Pessoalmente espero que o Reich esteja morto e enterrado.

  4. Acredito que o pólo sul acolhe um grande mistério que nada tem haver com armas, no entanto tem haver com poder.

  5. Nuno Firmino: Gostava de conhecer a teoria.

  6. Essa figura importante que eu nem gosto de prenunciar o nome. Teve uma grande vontade de eliminar certos povos, pois bem, queria uma raça dita apurada, E porque quereria ele que essa dita raça povoa-se o mundo? Estranho, não é? No entanto, para conseguir esse tal objectivo teria que, aos poucos, eliminar as tais raças inferiores e ganhar a guerra com quem se lhe opunha. Daí ter existido a guerra,.. dai o interesse em bom armamento, boas estratégias etc etc.

    Bom, uma raça perfeita que povoasse o mundo, era este o objectivo primeiro. Para quê? Não tinha nada haver com patriotismo porque se vencesse, as fronteiras cairiam e deixava de ter sentido a noção de pais. O mundo ficaria uno e povoado de seres bastante puros. Para quê, repito. Ele queria uma raça ariana que habita-se o planeta acabando com os ditos países. Uma raça pura e o pólo sul, que terá uma coisa haver com a outra?
    Eu digo que o pólo encerra muito poder que seria usufruído por pessoas ditas perfeitas que se tornariam com esse poder deuses. Que tipo de Deuses? Que tipo de planeta seria o nosso? E para quê – há invisibilidades… meu amigo.

  7. Uma leitura que vale:

    Underland, by Mick Farren, Tor, Hardcover, Dec. 2002
    496 pages, ISBN 0-765-30321-3

    “After forcing his captors to negotiate with him in a relatively civilized fashion, the vampire learns that America has been conducting cautious trade with a cave-dwelling nation founded by remnants of Hitler’s Nazi regime. Now the Underlanders—as they are called—are acting cagey and hostile. Two exploration teams sent to discover the reason for their truculence have vanished. Grael’s hope is that Victor, with his centuries of experience, telepathic abilities and well-tested gift for survival, can find answers where the other teams have failed—and get the data back to Washington.”

    in http://www.scifi.com/sfw/issue296/books2.html

  8. “In addition, the book Arktos: The Polar Myth in Science, Symbolism, and Nazi Survival, Hypnerotomachia Poliphili scholar Joscelyn Godwin discusses pseudoscientific theories regarding surviving Nazi elements in Antarctica. Arktos is notable for its scholarly approach and examination of many sources currently unavailable elsewhere in English-language translation.”

    http://en.wikipedia.org/wiki/Nazi_mysticism

  9. obrigado ao Nuno pela partilha de ideias. Mas podes desenvolver mais o teu raciocinio. Aqui o pessoal é aberto ao debate de ideias. 🙂

    Apenas dois pontos:

    É sabido que o reich fez experiências muito estranhas, não só para apurar a raça, mas sim para criar outras ou, pelo menos, alterar a existente… Melhorar? Especializar o Homem? Talvez… Tentaram criar, por exemplo, um homem aquático com guelras… O perfeito soldado para o mar. E tentaram cruzar mulheres humanas com animais… Ao que sei com cães… E outras experi~encias mirambolantes… E não duvido que elas tenham acontecido. Afinal, cobaias era coisa que não lhes faltava! Mas o que pretendiam eles? Monstros? Deuses?

    Outro aspecto interessante… Até as tropas soviéticas estarem a poucos metros de Berlin e mesmo quando já estavam na capital alemâ, muitos nazis ainda acreditavam que havia de surgir no ultimo instante uma arma secreta que viraria o rumo dos acontecimentos… Fé louca? Um projecto inacabado? Será que nem tudo foi revelado? Uma coisa é certa, a tecnologia alemã estava 10 ou 20 anos à frente da tecnologia aliada e não teriam havido os avanços da industria aeroespacial da US e USSR sem os cientistas subtraidos aos nazis… Haveria um projecto nazi que ultrapassava as V2, os modernos aviões a jacto? uma arma derradeira que só não foi usada por falta de meios ou tempo?

  10. existem relatos de uma possível base secreta na pedra da gavea no rio de janeiro interessante não ?

    sendo real ou não esse sempre é um tema interessante.

  11. A bomba atômica…os nazis haviam prodizido Uranis 235 ,enriquecido, tanto q membros da resistência francesa de apossaram dele, vide informação no “Despertar dos Magos “…se eles tivessem levado a serio os seus físicos…seriamos colônias de alemães…ainda bem q foram esatúpidos nisso.

  12. orlando rasia junior

    Os alemaes são um povo muito culto, tem excelentes cientistas, e nada impede, apesar da segunda guerra mundial, que seus cientistas tenham descoberto uma nova propulsão ou criação de novos engenhos bélicos, inclusive com ajuda extraterrestre.A energia vril já é conhecida desde a antiguidade, bastaria apénas saber como usá-la.Na India, existiram os VIMANAS, veículos usados por propulsão desconhecidas, e dirigidos pelos catchinas, e isto se perdeu na história. O que foi feito,seria apénas acordar esta proulsão que estaria adormecida em algum lugar deste mundo ou do universo. Nada pode assombrar os homens hoje em dia , especialmente das novas descobertas e das antigas redescobertas.A inteligencia é para ser usada, e que a tiver com mais propriedade será vitorioso. Indubit`velmente os alemaes são um povo muito inteligente e devemos nos curvar a isto. Quanto a bases secretas no polo sul, também nada teria de espetacular, já que não seriam secretas, pois todas as n~ções sabem onde ela está, pelo menos em teoria.Bastaria visitá-la e com espírito em paz, sempensar em atos belicosos.

  13. Clauman soares

    Bom,ja havia lido varias materias,e documentarios,videos militares,e realmente havia algo no polo sul,o qual os “aliados” queriam muito,e a relatos de um oficial do exercito argentino da epoca,em que ele afirma,que era encarregado de proteger e manter em sigilo a indentidade,de Adolf Hitler.
    bom,se existe,creio eu que nao as utilizam mais como arma,e se os discos foram capturados pelos americanos”USA” eles devem ter feito isso muito rapido,ja que ficaram menos de um mes na antartica..
    oque eu duvido muito,pois os documentos,sobre a operacao,diz que foram para la 6mil soldados,nao apenas 4mil..
    e que perderam 2.500 soldados…

    me pergunto como???
    sera que apenas morreram de frio…???
    bom,em relacao aos ufos,e a tudo que ha involvido nisso,eu creio que a muito mais “magia” junto a isso,uma forca maior..
    ate porque,eu ja vi,alguns ufos,a olho nu..
    e ao contrario doque as pessoas que “conseguem filmar um” eu nunca consegui,ate porque nunca deu tempo..
    e sempre fiquei abismado..
    mass nunca vi um “et”

    bom,espero que minha opniao tenha algum peso,e que ajude alguem a intender um pouco mais desse episodio,da historia mundial..

    Abracos.

  14. Eu gostaria de acreditar nisso…ninguém fala sobre as mesmas…pq?

  15. bem, a minha tese (formada na altura em que li sobre o tema) foi de que essas bases alemãs existiram mesmo, mas que foram destruídas então precisamente pela expedição norte-americana. Os alemães, aí teriam pouco mais que algumas dezenas de homens, e alguns discos voadores V7 ou V8 (desmontados e transportados por cargueiro submarino), mas poucos… não mais do que um ou dois, que depois foram copiados e cujos sucessores (made in Area 51) seriam responsáveis por muitos avistamos OVNI de hoje.
    Pelo menos é a minha opinião.

  16. fala da guerra dos pinguins “PENGUIN WAR”, tambem existem boatos sob tuneis nazistas na argentina, agora se são fatos ou apenas especulações vai se saber? tais assuntos são muito interessante e sao extremamente mal explorados, vc devia publicar mais coisas sob esses temas Clavis, eles nunca deixa de ser interessantes

    e falando nisso o que acha da base na pedra da gavea é nao coloco como uma possiblidade real, mas conforme o http://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_antr%C3%B3pico , é uma historia interessante que vale apena conhecer e falando nisso alguem conhece historias similares?

    http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.br/id91.htm

    http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.br/id123.htm

    http://www.mundoestrnaho.com/criptozoologia-f38/fotos-de-misterios-criptozoologia-t149.htm?vote=viewresult

    http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.br/id247.htm

  17. então acredita que houve uma batalha de Mustafar na antartica, travada entre os aliados e remanecentes nazistas?

    http://pt.starwars.wikia.com/wiki/Batalha_de_Mustafar

    interessante, não sei se esta certo, considerando que essa batalha se é que aconteceu foi travada em 1947 e toda a informação continua sigilosa 63 anos depois é pouco provavel que vc ou venhamos a saber o q o ocorrreu, mesmo assim vale a pena continuar a especular e investigar.

  18. não mustafar, não… mas acredito que pode ter havido algo no Pólo Sul… não realmente “uma batalha” pela desproporção de meios. Mas que houve combates, não acho improvável.

  19. e se é possivel omitir uma combata o que mais nao se pode omitir nao é?

    e falando nisso o q acha do Princípio antrópico e da historia da base alienigena na pedra da gavea conhece historias similares?

  20. pedra da gávea? por alto… conheces alguns bons (e fiáveis) sites?

  21. quais sites?

    Gosto de lendas urbanas desse tipo são interessantes.

  22. e falando em lugares ecretos aqui vão 10 lugares secretos que eu não sei se você conhece
    http://pehdpano.blogspot.com/2010/01/os-10-lugares-secretos-nao-tao-secretos_27.html

  23. algumas conhecia, outras não… mas também são “lugares secretos”, não? 😉

  24. Saudações a todos,
    Não vejo mais comentários posteriores a junho/2010 mas vou arriscar, pois quero contatar com pessoas interessadas neste assunto e outros relacionados.
    Pergunto: O que vc.s acham da “Teoria da Terra Oca”? (Hollow Earth)
    Segundo sei, os nazi começaram a investigar a Antártida justamente por descobrirem esta teoria, iniciada por Edmond Halley ( o do cometa) em 1692. Teve como adeptos, Edgar Allan Poe, Júlio Verne, e no que interessa ao presente tópico Hitler. O desenvolvimento de projetos de discos voadores nazi, energia Vril, mundos subterrâneos, a própria suástica, devem sua concepção a essa teoria que entre outras coisa deu nova força ao mito da existência dos povos intra-terrenos.
    Se tiverem interesse podemos aprofundar o assunto e, gostaria de sugerir, formar um grupo de estudos e pesquisas.
    Abraços a todos
    Alexandre.

  25. Paulo Souza

    Minhas considerações a seguir não tem nenhum propósito partidário, ok!!Ainda, o preconceito é fruto da ignorância, não podemos nos esquecer disso.
    Bem, feitos sociais e experiências de cunho biológico vergonhosas e horripilantes realizados pelos nazistas não tiveram origem neles, teorias de limpeza étnica surgiram no final do séc19 na Inglaterra, lá e nos USA no início do séc20 eram aplicadas injeções letais (suposta eutanásia) em muitos deficientes mentais internados em hospitais. Porém a borracha do vitorioso da guerra apaga muitos comprometimentos. Judeus eram mal quistos pelo mundo todo no início da o séc passado e precedentemente, sempre com a desculpa de que foram eles os culpados pela morte de Jesus. Nessa mesma época nos USA o racismo contra o negro era violento e humilhante. Ainda agora experiências várias com gipanzés, orangotangos e mesmo gorilas são feitas rotineiramente nos USA e outros países. Para não falar naquelas q fazem no mais absoluto sigilo, em laboratórios secretos, por serem terríveis e monstruosas. E em pleno séc21.
    Quanto a base nazista na antártica e a missão militar americana…
    Não descarto a existência da mesma, engenharia e recursos materiais para tal os alemães possuiam. Inclusive de sua existência secreta até hoje. O fanatismo desenvolvido e incrustado nos nazistas poderia gerar muitas coisas… mesmo um núcleo genuino escondido e se mantendo até hoje. Eu pessoalmente acho muito estranho esses grupos de néo-nazistas formados por rapazes grosseiros surgirem do nada. Bem, a missão militar americana pode ter enfrentado mal tempo e icebergs lá nos mares antárticos de tal monta que o melhor foi encurtar, ou acelerar, a conclusão da mesma. Acho meio difícil a possibilidade de batalhas no ambiente antártico de frio e ventos furiosos… daí, inclusive, um dos motivos de escolher aquele local para se esconder… uma coisa é o inimigo travar batalhas no chaco argentino, já outra é tentar fazer a mesma coisa na antártica. Talvéz os americanos tenham optado por apenas monitorar a situação lá no gelo do sul. Quanto a possibilidade do uso de armamento atômico lá na antártica, pelos americanos… os nazistas sabedores dessa possibilidade é claro que teriam se enterrado bem fundo lá, e inclusive com a utilização de um reator nuclear para obtenção de energia e calor, já que água e inclusive gélida, para resfriamento do reator, há em abundância lá.

    Já a Terra ôca – não totalmente, mas com espaços de dezenas ou centenas de quilometros vasios, como bolhas dentro dela, sem comprometer os cálculos de densidade e massa para ela, por que não? Pois até hoje a ciência discute a verdadeira origem do petróleo, ou como prever com exatidão os terremotos, então dentro da Terra muita coisa é possível dentro de alguma racionalidade.

  26. Kao

    Sugestão!!!
    Leiam o “Livro Perdido de ENKI” (INTERNET).
    Lá,nossos horizontes serão ampliados e passiveis de entendimentos do artigo acima citado.

  27. De Enki?… Soa-me a deuses astronautas… acho que passo.

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