Monthly Archives: Setembro 2006

Quids S3-25: Quem foi secretamente enterrado neste jardim?

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Dificuldade: 10

Categories: Ecologia, Quids S3 | 7 comentários

Vantagens do uso do Me262 em combate contra os aviões aliados

 

O papel mais adequado para o Me 262 era o de puro caça, não como avião de assalto nem como caça-bombardeiro, nem tão pouco como caçador de bombardeiros, conforme foi usado com tanta frequência. Era convicção da maioria dos pilotos que a utilização de algumas centenas de Me 262 bastaria para varrer dos céus da Alemanha os caças aliados, reduzindo drásticamente as operações de bombardeamento diurnas.

As duas grandes vantagens do Me 262 sobre os caças aliados eram a sua velocidade e poder de ascensão, em manobralidade era marcadamente inferior, mas graças às suas vantagens podia ganhar rápidamente uma altitude superior à do adversário e apanhá-lo de surpresa, duas condições essenciais desde sempre num combate aéreo. Se os pilotos alemães tentassem prescindir da velocidade para ganhar manobralidade (nomeadamente em curvas mais apertadas) eram quase sempre colocados em grandes dificuldades, aliás, a maioria das percas contra P-51 Mustangs era precisamente provocada por esse tipo de opção. Se o Me 262 fosse atacado a partir de uma altitude superior e de surpresa, o piloto só tinha uma opção: mergulhar para ganhar distância e depois voltar e atacar o caça atacante, se por outro lado, o ataque viesse da mesma altitude e à rectaguarda o piloto podia – graças ao grande poder de ascensão do aparelho – ganhar rapidamente altitude e apanhar depois o seu adversário numa volta. Em confrontos com caças-bombardeiros aliado a vantagem dos Me 262 ainda era mais dilatada. A diferença de velocidades ainda era maior devido à blindagem e à carga de bombas destes. A táctica preferida pelos alemães contra este tipo de aviões aliados era voar baixo até encontrar a silhueta dos caça-bombardeiros rcortada contra as nuvens, subir então muito rápidamente a atacar os alvos por baixo, uma táctica só possível num avião com as características do Me 262.

Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi | 8 comentários

Anomalia 2: O NORAD ignora a posição do Boeing desviado que iria chocar contra o Pentágono

Facto: O NORAD (“North American Aerospace Defense Command”) publicou a 14 de Setembro de 2001 um comunicado onde reportava ter sido avisado da existência do primeiro desvio de aviões apenas às 9:24. Seria depois dessa hora – apenas – que daria ordem de descolagem a dois caças F-16 da base aérea de Langley. Contudo, o comunicado afirma que desconhecendo a Força Aérea a posição do Boeing desviado que iria no Pentágono, julgou tratar-se de mais um avião dirigindo-se para as torres do World Trade Center e enviou os 2 caças para Nova Iorque. Só quando um avião de transporte militar se cruzou com o Boeing e comunicou a sua presença perto da base aérea de Saint Andrew é que o NORAD – segundo o comunicado – se apercebeu do erro.

Anomalia A:
O sistema americano de radares de defesa aérea é um dos mais eficientes do mundo. Como é possível acreditar que o NORAD desconhece-se a posição exacta do Boeing 757/200 com 47,32 metros de comprimento e 38,05 metros de envergadura?

Anomalia B:
A zona onde voava o 757-200 tem apenas umas dezenas de quilómetros de raio e está numa das regiões mais vigiadas dos EUA: Washington. Como é possível que numa região tão diminuta e com tanta vigilância o aparelho tivesse que ser detectado por contacto visual de um avião de transporte militar?

Fontes:
www.peterson.af.mil/norad/presrelNORADTimelines.htm
http://www.washingtonpost.com (15 de Setembro)
http://www.news.independent.co.uk (20 de Setembro)

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial, As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi, MCSE: MOC2272 | 4 comentários

Aparecem na Rússia virus que atacam telemóveis, afirma a Kaspersky

Segundo afirma um analista da empresa russa de antivirus Kaspersky Lab, Alexander Gostev apareceram na Rússia virus que atacam telefones móveis.

“Este ano, não somente os utilizadores de smartphone ficaram expostos ao perigo, mas também aqueles que usavam telefones comum com a plataforma Java”.

Os virus infectaram os telefones e a partir daí estes começaram a enviar mensagens de texto para serviços pagos até que os cartões dos assinantes ficaram sem saldo. Segundo Gostev, é praticamente impossível desenvolver um programa antivirus capaz de responder a esta ameaça…

Segundo Gostev, estes virus apareceram pela primeira vez na Rússia, seu local provável de origem, e actualmente já existiriam 20 mil virus de MMS diferentes atacando Smartphones…

Gostev recomenda que os utilizadores desliguem o Bluetooth quando viajam no Metro ou num transporte público e recomenda a instalação de sensores bluetooth no Metro por parte das autoridades como uma medida para combater esta ameaça.

“Na primeira metade de 2006, nós registámos dez casos de virus de telemóveis enviados por Bluetooth para telemóveis de empregados nossos quando viajavam no Metro.

Gostev disse ainda que existem mais de 30 tipos de virus diferentes que bloqueavam os telemóveis e exigiam resgates a troco do seu desbloqueio. “Os dados estão encriptados, e o programa exige uma certa quantia de dinheiro transferida para uma conta indicada de modo a desbloquear os dados”.

Fonte: MosNews

Categories: Informática | 1 Comentário

Agostinho da Silva: “De que há Povo”

“a Península Ibérica que sai da Reconquista nada tem que ver com a que, em 711, vê desembarcarem na região entre Gibraltar e Tarifa as primeiras forças vindas do outro lado do Estreito, forças a que seriaincompleto chamar mouras porque vinham com elas berberes, líbios, coptas do Egipto e gente em linha recta dos fenícios; a que seria errado dar o nome de muçulmanos porque nelas estavam numerosos cristãos e pagãos mais diferentes entre si do que seriam os de Meca distintos dos de Roma; e que seria absurdo denominar Árabes, já que estes constituiam uma parte mínima do exército e estariam sobretudo nos comandos e na cavalaria; vamos, pois, dizê-los mediterrânicos; as quais tropas mediterrânicas, ocupando, com a ajuda dos judeus já estabelecidos na Península e inimigos dos visigodos, todas terras que são hoje de Portugal e de Espanha, com a pequena excepção das serranias do Norte, teriam, para repetir a palavra, mediterranizado a Ibéria.”

Agostinho da Silva: “Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira II”

Âncora Editores, página 57

Agostinho refere-se aqui ao mito infundado de que teriam sido os “árabes” ou os “muçulmanos” os invasores da Península… De facto, embora fosse muçulmano o comando e a organização da expedição e fosse muitos os oficiais “árabes” da Península e da Síria e do Egipto que participaram na Invasão e na Conquista, o grosso das tropas pertenciam ao mesmo alicerce étnico dos povos peninsulares, o dos povos berberes do Norte de África, separados pelo Estreito, mas comuns nos genes… Esta proximidade facilitou e acelerou a integração da Ibéria na nova estrutura administrativa e explica parcialmente o elevado nível de tolerância religiosa e étnica que a Espanha Árabe conheceu desde os reinos das Taifa até ao (e sobretudo) no Califado de Córdova. Esta tolerância e coexistência entre muçulmanos, cristão e judeus seria perdida na Reconquista e o seu exemplo bem que poderia hoje frutificar junto de muito Radical… Cristão e sobretudo… Muçulmano… Atentem-se nas promessas de “Libertação da Ibéria” que foram recentemente feitas por alguém falando em nome da Al Qaeda…

Categories: Movimento Internacional Lusófono | 3 comentários

Quids S3-24: O que passou aqui?

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Dificuldade: 10

Categories: Ecologia, Quids S3 | 10 comentários

Os “edificios mutantes do futuro”

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Um grupo de arquitectos visionários está a trabalhar num conceito revolucionário e que antevê que num futuro próximo, os edifícios serão capazes de alterar a sua forma para responderem às alterações do meio que os rodeia.

A este conceito designa-se de “Responsive Structures”, e define estruturas arquitectónicas que observam o ambiente interior e exterior e que são capazes de responder a alterações nestes ocorridas. Concebidos a partir de seres vivos que alteram a sua forma em função das alterações do meio, estas estruturas alterarão as suas formas em função da variação dos ventos, das temperaturas e da incidência dos raios solares. A partir do interior, o edifício mudará para responder à acumulação de pessoas num dado local ou a necessidades específicas de circulação do ar.

Segundo John Folan da Universidade do Arizona, um dos teóricos deste movimento “esta é a Onda do Futuro”.

Tristan d’Estree Sterk, por seu lado, trabalha já em modelos à escala para testar este conceito. Usando estruturas adaptativas incluindo roldanas e cabos sob tensão, manipulados por sistemas pneumáticos construiu uma série de paredes de pequenos edifícios. Ligando estes sistemas a um sistema central semi-inteligente, criou estruturas extremamente resistentes porque muito flexíveis e adaptativas e que minimizam o consumo de energia.

Num desenvolvimento último desta tecnologia, poder-se-ão conceber arranha-céus que mudarão de forma para resistir melhor a ventos ciclónicos ou a incêndios e tremores de terra, vivendas que retirarão elas mesmas a neve dos seus telhados, formas de telhados mutantes que se adaptarão consoante o calor solar, de modo a reduzir o consumo de energia eléctrica para arrefecimento ou aquecimento no seu interior, etc, etc.

Fonte: Revista Wired

Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional | 5 comentários

Moedas Locais: Catalisadores para Economias Regionais Sustentáveis (Parte I)

 

 

por Robert Swann e Susan Witt, Fevereiro de 1995

 

Traduzido a partir de: http://www.schumachersociety.org/publications/essay_currency.html

E. F. Schumacher argumentou em “Small is Beautiful: Economics as if People Mattered“, que de um ponto de vista verdadeiramente económico a forma mais racional de produzir seria a partir de “recursos locais, para necessidades locais.” Jane Jacobs, uma das maiores especialistas actuais em Economias Regionais, enfatizou o ponto de vista de Schumacher através das suas análises de uma região saudável como uma região capaz de criar industrias de “importação-substituição” numa base continuada. Uma economia regional bem desenvolvida que produzisse para as suas próprias necessidades é apenas possível quando controla os seus recursos e o seu financiamento reside na própria região. Na actualidade, a propriedade da terra, dos recursos naturais, e da industria são as condições determinantes para receber crédito, isto, a um nível centralizado e nacional. Actualmente todas, com excepção de algumas raras zonas urbanas, têm os seus recursos económicos controlados a partir de fora dessa área.

O sistema bancário é uma das instituições mais centralizada da nossa Economia e um dos maiores obstáculos para o reforço das economias regionais e das comunidades que nelas vivem. E contudo os bancos centralizados são apenas um desenvolvimento recente nos Estados Unidos. O hábito de pedir emprestado e emprestar e até de imprimir papel-moeda cresceu durante gerações nas cidades e comunidades ruras até formar aquilo a que hoje chamamos de “sistema bancário”. Estes sistemas bancários regionais eram de pequena escala, regionais e descentralizados. O Papel-moeda foi tornado padrão e nacional, em 1863, de modo a recolher fundos para a luta contra os Estados Confederados, mas foi só em 1923 que um sistema central se tornou formalizado através do “Federal Reserve Act”. Os bancos centralizados e o controlo do dinheiro exigiam grandes bancos e investidores abastados que pudessem reunir grands quantias de dinheiro, a uma escala sem precedentes. Estes bancos eram centros de dinheiro, com os seus clientes industriais, e podiam pagar mais juros aos seus depositários que os bancos pequenos, e aliás, muitos destes bancos pequenos começaram a enviar os seus próprios fundos para estes grandes bancos das grandes cidades americanas. A criação de uma moeda nacional fez o dinheiro mais fluido e permitiu que os dólares rurais sustentassem o crescimento industrial urbano. Os emprestadores rurais ficaram satisfeitos com o arranjo até que o primeiro banco de Nova Iorque fechou e levou consigo as poupanças de uma pequena cidade e um agricultor local deixou de poder pagar o seu empréstimo porque um banco de Chicago estava a emprestar dinheiro ao seu banco local a uma alta taxa de juro.A moeda nacional facilitou a industrialização dos Estados Unidos, que por seu lugar, criou muitos empregos: contudo, a centralização do sistema monetário serviu também para centralizar os beneficiários do sistema.

O efeito sobre os pequenos agricultores e sobre as economias rurais foi devastador. A contínua “crise das quintas” foi uma manifestação dramática do que foi realmente a crise monetáriaque começou com a profunda depressão das décadas de 1870 e 1880 e que levaria mais tarde ao “Federal Reserve Act”. O crédito para quintas de pequena escala e para pequenos negócios rurais que eram parte da comunidade local secou completamente ainda antes da Depressão da década de 1930, e o governo dos Estados Unidos teve que criar a “Farmers Home Administration” de forma a substituir com dinheiro dos impostos algum do capital rural que havia sido irremediávelmente perdido para as grandes cidades.

A “crise do alojamento” foi também parte desta crise monetária. Os investidores colocaram o seu dinheiro em terra como uma “defesa contra a inflação”, que arrastava os preços da terra e do imobiliário para cima. O alto custo da terra foi um factor determinante na atual escassez de casas acessíveis, e torna a posse da sua própria casa um sonho fora do alcance da maioria dos americanos.

Os sistemas bancários locais e descentralizados de 100 e 50 anos atrás tinham a vantagem da Diversidade. O colapso de um banco local – mesmo de um bando de Nova Iorque – era ainda um colapso local, e os seus custos eram internos. Mas actualmente nos estamos perante a hipótese do colapso de todo o sistema. Considere-se os milhões de dólares de impostos que são gastos pelo sistema nacional de “National Deposit Insurance” para defender as poupanças e a industria dos empréstimos. E recordemo-nos dos biliões que foram somados à dívida nacional americana de forma a evitar que os grandes bancos abrissem falência quando os países em Desenvolvimento falham no cumprimento dos seus serviços da dívida. Estas falhas sistémicas irão ocorrer cada vez com maior frequência se o controlo económico local não fôr reforçado e a centralização sacrificada.

A situação exige uma reorganização das instituições económicas de miodo a que possam ser mais capazes de responder às necessidades e problemas e necessidades locais. Estas novas instituições devem ser descentralizar o controlo da terra, dos recursos naturais, da industria e do financiamento de modo a servirem as pessoas que vivem na área de uma forma equitativa. É preciso criar uma infraestrutura que encoraje a produção local para as necessidades locais. Associações de posse comum de terra (“Community Land Trusts”), detidas pelos seus trabalhadores e encorajando a autogestão, bancos locais sem intuitos lucrativos e moedas regionais podem ser algumas das ferramentas para construir economias regionais fortes.

 

Como crescemos todos a acreditar que as moedas nacionais eram a norma, a moeda regional é frequentemente uma dessas ferramentas menos compreendidas. Jane Jacobs, no seu livro “Cities and the Wealth of Nations” encara a economia de uma região como uma entidade viva no processo de expansão e contracção e uma moeda regional como o regulador mais apropriado para este fluxo vital. Exactamente como sucede com uma nação, uma região que não produz o número suficiente dos bens que consome acaba por depender fortemente das importações, o que resulta sempre numa moeda que é desvalorizada. Os custos de importação aumentam, a troca de bens é reduzida, e a região é obrigada a “pedir emprestado”, o que significa que exporta o seu capital, e não bens e acaba a importar praticamente tudo o que precisa. Mas se a região é capaz de suprir as suas próprias necessidades, então a sua moeda fortalece-se e mantêm o seu valor em relação a outras moedas. As importações são mais baratas, e o comércio mais equitativo ou reduzido em favor de uma região de “substituição de importações” autoconfiante.

Jacobs descreve as moedas como “poderosos transportadores de informação de retorno… Como poderosos gatilhos de ajustes, mas nos seus próprios termos. Uma moeda nacional regista, acima de tudo, a informação consolidada do comércio internacional de uma Nação.” Este retorno (feedback) informa os responsáveis pela política económica e permite-lhe afinar o rumo. Mas devem as regiões industriais dos Grandes Lagos ou os Estados da “Farm-Belt” ajustar as suas economias na mesma forma que os Estados do Sul ou o Silicon Valley? Uma parte muito significativa de qualquer economia regional é governada por um sistema monetário e bancário onde os membros dessa comunidade têm pouco ou nenhum controlo. A dependência das moedas nacionais retira às regiões uma poderosa forma de auto-regulação e permite a criação de bolsas económicas estagnadas numa nação em prosperidade aparente. O que proposto, em lugar deste estado de coisas é o estabelecimento de um sistema com responsabilidades na e para com a comunidade local.

As moedas regionais não são uma invenção recente: a prática já tem vários séculos de idade. O auto-designado “Free Banking Era” da História dos EUA, quando várias moedas circulavam livremente constribuiu substancialmente para erguer o sonho de Thomas Jefferson de uma nação de pequenos, independentes e autónomos agricultores que encontravam crédito junto dos bancos comunitários para produzir e vender os seus bens. Mesmo nos primeiros anos do século XX os bancos locais emitiam a sua própria moeda, que John Kenneth Galbraith dizia ser determinante para o rápido desenvolvimento da economia americana.

Em que é estes bancos são diferentes dos bancos de hoje? Porque estão localizados em pequenas cidades, os banqueiros conheciam as pessoas com quem estavam a lidar de uma forma muito pessoal e podiam fazer empréstimos na base do “carácter”, e não limitando-se estritamente à base teórica de como um dado indivíduo podia ou não suportar um dado empréstimo. Ao contrário de um banco nacional, que abandona uma região logo que realiza o Valor pretendido, a moeda local só pode circular numa zona regional muito restrita; as moedas locais e o capital local não podem viajar até aos centros financeiros para financiar as operações das corporações multinacionais ou pagamentos de dívidas. As decisões de crédito são feitas por banqueiros locais com um conhecimento da realidade local, dos emprestadores, mas também da sua Região como um todo.

Uma das maiores objecções para o “Free Banking” do Século XIX e do começo do século XX foram os falhanços de alguns desses bancos e a especulação que alguns deles fizeram com terra e com empréstimos improdutivos. O argumento usado por alguns é de que estes abusos poderiam ter sido evitados se tivesse havido um controlo central. Mas o que de facto faltou foi uma crença na responsibilidade na comunidade e vigilância que faltou aqui e não uniformidade… Os bancos de desenvolvimento comunitário como o South Shore Bank de Chicago e o Grameen Bank do Bangladesh são descentralizados e unificados. A descentralização e a diversidade têm o benefício de impedir o colapso em larga escala de um sistema. Isto é verdade não só no mundo bancário, mas também no mundo natural. Pense-se nas sementes. Se muitos tipos diferentes de milho forem plantadas por agricultores diferentes e uma doença atingir a colheita, alguns tipos vão resistir e haverá colheita. Mas se todos os agricultores mudarem para uma nova semente hibrída e uma doença atingir esta colheita, o resultado será um falhanço global. Como podemos garantir a Diversidade na Banca? Como referiu o economista Frederick Hayek, para manter a Banca honesta seria melhor regressar a um sistema bancário que use moedas que compitam entre si em vez de confiar num único sistema central.

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Do impacto do PIB das alterações climáticas previstas para 2030-2050

“Nós prevemos uma subida de temperaturas de 4º C (o leque das estimativas vai de 1,4 a 5,8 ºC) e uma elevação do nível da água do mar de 90 cm (de 10 a 90 cm) no horizonte de uma geração, entre 2030-2050. As consequências económicas vão agravar-se: em 2005 o custo das alterações climáticas aproximavam-se já do 1% do PIB mundial. Ora, segundo um estudo alemão baseado nas hipóteses mais optimistas, este custo seria, em 2050, de 2000 milhões de dólares somente para os Estados Unidos, ou seja, 6% do PIB mundial [e isto sem contar com o resto do mundo]”

Fonte: Sciences et Avenir, Agosto de 2006

Tendo em conta que a maioria da população humana vive nas grandes cidades e que quase todas elas estão junto de mares, rios e grandes oceanos o impacto de uma subida de 90 cm do nível das águas é evidente… E isto sem falar nas alterações no delicado sistema climático mundial e das suas consequências na produção agrícola… Talvez agora, que são usados cada vez mais frequentemente os tais “números mágicos” da Macroeconomia os senhores que insistem em não reconhecer a realidade das alterações climáticas abram os olhos e passem a usar o cérebro em vez da carteira e do cego seguidismo em relação aos consultores que rodeiam o mais imbecil presidente dos EUA de sempre…

Ou que ao menos… Comprem umas galochas.

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A Nigéria vai lançar o seu segundo satélite em 2008

A Nigéria começou a trabalhar no desenho e concepção do seu segundo satélite de observação da Terra que deverá ser lançado em 2008.

 

Segundo Robert Boroffice, Director da “National Space Research and Development Agency”: “O satélite será construído com a participação activa de engenheiros nigerianos”, acrescentando ainda que a construção e o lançamento do satélite seriam feitas com pouca assistência de peritos estrangeiros. Este satélite, que receberá a designação NigeriaSat-2 (claro!) será um desenvolvimento a partie do NigeriaSat-1, que segundo Boroffice “era um satélite de observação da Terra de baixa resolução.”

A Agência Espacial Nigeriana está a avaliar os instrumentos que vai colocar no NigeriaSat-2, mas é certo que entre estes se vão contar uma câmara de 2,5 pancromática, um câmara de 5 m multiespectral em cinco bandas e uma câmara de 32 m multiespectral de 3 canais.

O satélite deverá ser lançado em 2008, e será usado em várias áreas, desde infraestruturas, gestão de recursos aquíferos, gestão do uso da terra, estimativas populacionais, gestão de crises de Saúde e mitigação e gestão de desastres.

O primeiro satélite nigeriano, o NigeriaSat-1, foi lançado em 2003, de Plesetsk, na Federação Russa para uma órbita polar de 686 Km.

O NigeriaSat-1 funciona actualmente em rede com outros satélites da Argélia, China, Turquia e Grã-Bretanha numa constelação de satélites de “Disaster Monitoring”. As suas imagens já foram usadas para recolher elementos sobre o desastre humanitário na região sudanesa do Darfur, sobre inundações na Ásia e em África e até no recente desastre de Nova Orleães, nos EUA.

Fonte: SpaceDaily

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Quids S3-23: Em que país foi tirada esta fotografia?

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Dificuldade: 5

Categories: Ecologia, Quids S3 | 6 comentários

Ethan e o pai de Jack regressam no primeiro episódio da Season 3 de Lost

Atenção: Contêm Spoilers

Segundo o site brasileiro omelete.com.br o primeiro episódio da Season 3 de Lost que está actualmente a ser gravada no Hawaii e que começara a ser emitida em Outubro (e em 2007 na RTP1, ao que parece) vai trazer de volta dois dos personagens da Season 1 que desapareceram da Season 2: Ethan e Christian Shephard (o pai de Jack), Sarah, a esposa de Jack também vai reaparecer mas certamente que num dos numerosos flashbacks da série.

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Ethan foi morto por Charlie… Mas pode não ter sido “bem morto”… Na cena em que é enterrado o seu peito sobe e desce e é duvidoso que este lapso tenha escapado a um realizador experiente… E de qualquer modo, o seu “cadáver” foi recuperado pelos Outros, pelo que não é impossível que esteja de facto vivo e reapareça na Season 3 não num Flashback mas em cenas “reais”…

Quanto ao pai de Jack… Este teria morrido de ataque de coração em Sidney e o seu caixão enviado para os EUA pelo filho, mas quando este descobre o dito caixão na Ilha este está vazio e não encontra perto dele o cadáver do pai… E depois, na Season 1, Jack encontra várias vezes o seu pai, aparentemente vivo e com ténis… Serão visões (como as experimentadas por outros personagens) ou será que as propriedades curativas da Ilha… Ressuscitaram Christian Shephard?

Fonte: http://www.omelete.com.br/tv/news/base_para_news.asp?artigo=19785

Categories: Ciência e Tecnologia, LOST (Perdidos) | 3 comentários

Do Eminente Fracasso do “Apito Dourado”

“O Apito Dourado prometia ser a maior investigação alguma vez feita ao futebol português. Havia indícios de corrupção, os principais dirigentes desportivos tinham sido detidos ou viam-se enredados no escândalo, mas dois anos e meio depois pouco resta, para além da divulgação sucessiva de escutas telefónicas e da exposição pública dos “vícios” dos principais rostos do futebol. O processo principal continua à espera que seja declarada aberta a instrução. A ameaça de inconstitucionalidade do diploma que define a corrupção desportiva ou a possibilidade de virem a ser anuladas as escutas telefónicas prometem transformar esta investigação em mais um fracasso. A comparação com o escândalo italiano é, por isso, inevitável. A realidade que as autoridades transalpinas encontraram não é muito diferente da portuguesa. Mas em Itália, um dos mais emblemáticos clubes do Mundo já foi punido com a descida de divisão – a Juventus milita agora na série B – e outros, como o AC Milan, começaram o campeonato com um desconto considerável de pontos.”

Fonte: Tânia Laranjo in Público de 20 de Setembro de 2006.

A corrupção no Futebol é um fenómeno alargado a todos os grandes clubes de fubetol portigueses e – aparentemente – a quase todos os demais. Os dois grandes “papas negros” da Bola portuguesa, Valentim Loureiro e Pinto da Costa, parecem, em particular, profundamente enredados numa teia que urdiram para favorecer os seus próprios clubes e interesses. Contudo, a Justiça deixou passar em relação a estes dois nebulosos personagens a impressão da impunidade… Depois de prisões espectculares, os dois energúmenos foram soltos e pavonearam-se longamente sobre a sua impunidade, insultando assim a Justiça, o próprio Estado d Direito e a Democracia. Os falsos pruridos de algumas falsas virgens alojadas no Benfica não ajudaram para a credibilização do pantanoso mundo dos dirigentes de futebol… E contudo, estes, de Loureiro a Veiga continuam massivamente populares entre os portugueses, a qual maioria parece pouco importar se um dado campeonato é ganho por jogos de bastidores ou através da verdade desportiva, e este fenómeno é talvez o mais triste de todo este processo… É que se os tribunais falhassem havia pelo menos a censura da Opinião Pública para punir estas personagens, mas esta parece demasiado cega pelos seus fervores clubísticos para punir quem quer se seja… A própria Justiça parecem contagiada por esta “cegueira clubística” ora “perdoam” escandalosamente a dívida fiscal da Liga de Clubes, ora deixam surgir convenientes suspeitas sobre a “ameaça de inconstitucionalidade do diploma que define a corrupção desportiva”…

Tudo caminha para mais uma vitória do corrupto “Mundo da Bola” sobre Portugal…

Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 3 comentários

Quando o seu Browser não imprime cores e imagens de fundo… (Explorer e Firefox)

Quando imprimem uma página do Internet Explorer (knock, knock, knock) já repararam que o fundo a cores ou que as imagens em fundo nunca aparecem?

Bem… Nada mais simples de solucionar. Tratam-se de configurações criadas por Defeito na maioria dos Browsers.

No Internet Explorer:

Internet Explorer Toolbar > Tools > Internet Options > Advanced e desmarcar o “Print Background Colors and Images. ” Clique em Apply e OK . Feche e reabra o Internet Explorer.
No Mozilla Firefox:
File:Page Setup: e na checkbox “Print Backgound (colors & images), desmarcar.

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Quids S3-22: Como se chama este homem?

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Dificuldade: 8

Categories: Ecologia, Quids S3 | 13 comentários

Lançamento de “Goor – A Crónica de Feaglar I” de Pedro Ventura

Chamo a vossa atenção para este novo livro, que deverá começar a chegar às livrarias a partir de 30 de Setembro: Este romance de ficção fantástica promete ser uma das maiores revelações do ano (a atentar pelos extractos que já lemos…)!

Sugerimos assim que estejam atentos aos escaparates das livrarias e coloquem este romance na lista das vossas leituras prioritárias!

Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 5 comentários

Quids S3-21: Que embaixada se preparam para invadir estes homens?

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Dificuldade: 8

Categories: Ecologia, Quids S3 | 19 comentários

A SpaceX ganha o concurso para substituir o Space Shuttle

A empresa americana SpaceX foi um dos dois vencedores do Concurso da NASA “Commercial Orbital Transportation Services”. A parcela onde a SpaceX venceu corresponde a um contrato de 278 milhões de dólares para 3 lançamentos de demonstração do seu foguetão Falcon 9 transportando a nave Dragon, os quais devem ocorrer entre 2008 e 2009. No último destes vôos, carga útil deve ser levada até à ISS e aqui entregue pela Dragon, onde será de novo carregada com material da ISS e regressar à Terra.

Em opção, o contrato prevê o envio de três vôos adicionais da versão tripulada da Dragon (com capacidade para levar até 7 astronautas de cada vez), neste caso para ISS e desta para a Terra.

As versões de carga e tripuladas da Dragon serão tão similares quanto o possível, com excepção de um sistema de emergência da versão tripulada, o sistema de manutenção de vida e alguns controlos manuais que poderão ultrapassar o controlo automático se tal fôr necessário.

O Dragon é também alvo de negociações entre a SpaceX e a Bigelow Aerospace, no âmbito do seu projecto de estabelecer uma pequena estação espacial comercial.

Quer o Dragon, quer o seu foguete lançador Falcon 9 serão quase completamente reutilizáveis, de modo a baixar os preços da sua operação. O primeiro e o segundo estádios do Falcon serão recuperados por paraquedas e deverão cair na água

Fonte: http://www.spacex.com/

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Biodiesel (soja) ou Bioetanol (milho)?

“41% de gás de Efeito de Estufa menos, é o produto do biodiesel por comparação com o carburante tradicional, segundo um estudo americano. O bioetanol, substituto da gasolina, só permite um ganho de 12%. Além do mais, ele só entrega mais 25% de energia suplementar em relação à quantidade de energia consomida no seu fabrico, enquanto que o biodiesel apresenta um excedente energético de 93%! Por fim, para produzir a mesma quantidade de energia, a cultura da soja (para biodiesel) só utiliza 1% do Azoto, 8,3% do fósforo e 12% dos pesticidas exigidos pela cultura do Milho (para Etanol)”.

Fonte: Sciences et Avenir, Agosto de 2006.

É preciso dizer mais? Quem quer o Bioetanol?… Ups. Parece que o Brasil que fez basear neste biocombustível a sua alternativa estratégica à Gasolina… Ups (de novo).

E contudo continuo sem ser grande fã dos biocombustíveis… Exigem grandes áreas de cultivo que não podem assim ser usadas para bens alimentares, produzem elas próprias as suas doses de poluentes (pesticidas, químicos no solo, etc.). A serem solução deviam ser apenas uma solução de transição para o Hidrogénio ou para a Electricidade…

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Quids S3-20: Em que país fica esta cratera meteórica?

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Dificuldade:5

Categories: Ecologia, Quids S3 | 8 comentários

O peso da Especulação no Preço Actual do Barril de Petróleo

“A actividade dos especuladores registou uma explosão e o efeito deste movimento não é benéfico: sem ele o preço do petróleo seria hoje 20 dólares mais baixo. O crescimento dos investimentos destes fundos no mercado de energia passou de 3 biliões de dólares em 2000 para 90 biliões de dólares em 2005. Um aumento de 30 vezes em cinco anos instabiliza qualquer mercado e o problema é que amanhã os especuladores montam a tenda noutro lado e os reflexos da estabilidade do sistema podem ser devastadores. Qual é a solução? Uma espécie de Bretton Woods para o fluxo de capitais? Mas isso é pedir demais aos neoliberais que são alérgicos a regras e arrastam o mundo para o caos.”

António Costa Silva in “Expresso” de 9 de Setembro de 2006.

Este artigo deixa claro o peso da Especulação nos preços actuais do Petróleo e dos combustíveis… E a ausência flagrante de regulação que permitiu este descontrolo do Mercado e dos sãos mecanismos da concorrência… Actualmente, rende muito mais especular com acções de empresas petrolíferas e com os seus Futuros do que… Investir na abertura e levantamento de novos poços. Isto, do ponto de vista económico, é intolerável e ineficiente.

Urge estabelecer mecanismos internacionais que dificultem a vida a estes especuladores e que reduzam os seus lucros imorais. Nada tenho contra o Lucro, especialmente se este resulta do Investimento e da Geração de Riqueza, mas quando este resulta da Especulação e da “Virtualização” da Economia… Tenho tudo contra. Imponham impostos internacionais sobre estes “investimentos”, limitem o crescimento das cotações a máximos mensais, racionalizem e vigiem, tudo em nome do sadio funcionamento do Mercado, da Concorrência e da Boa Gestão das empresas e não dos Especuladores que não empregam ninguém e que só dão riqueza a si próprios.

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O primeiro caça Sukhoi Su-30MKM malaio deverá realizar o seu primeiro vôo em Janeiro de 2007

O primeiro caça Sukhoi Su-30MKM deverá realizar o seu primeiro vôo em Janeiro de 2007.

Esta nova data baseia-se no estado de construção do primeiro aparelho na Rússia, que alcançou agora a sua última fase de montagem, declarou o responsável máximo pela Força Aérea Malaia, o General Brigadeiro Datuk Che Yahaya Idris, depois de ter regressado da Rússia onde acompanhou a construção do primeiro Sukhoi-30MKM. O general proferiu estas declarações depois de ter assistido a uma aula de russo a que assistiram 135 pilotos e técnicos malaios numa universidade malaia.

Fonte: Air-Attack

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Quids S3-19: Em que cidade fica este templo?

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Dificuldade: 6

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A “Conspiração” do 11 de Setembro: Introdução e Anomalia 1 (Porque é que as testemunhas do “avião” que se abateu sobre o Pentágono não são unânimes na sua identificação?)

A emissão na RTP2 do documentário “Loose Change” sobre a tese da “Conspiração Interna” na raíz dos atentados do dia 11 de Setembro de 2001 relançou a polémica sobre os ditos… Pela primeira vez, as dúvidas que alguns alimentam sobre os acontecimentos deixaram o restrito nicho dos adoradores das teses conspirativas e chegou ao público em geral (pelo menos aquele que ainda sintoniza a RTP2…).

Polémico, este documento, disponível em inglês AQUI levanta várias questões e aborda algumas estranhas inconsistências ocorridas nesse dia. Assim, passaremos a listar sob esta nova Category “9/11 Conspiracy” uma série de Posts dedicados às anomalias que rodeiam os acontecimentos deste dia. Procuraremos desmontar uma por uma todas as anomalias, identificando as falsas anomalias (que existem em grande número) e identificando aquelas outras que não são compatíveis com a teoria oficial.

Vamos começar com a “Anomalia 1”: Porque é que as testemunhas do “avião” que se abateu sobre o Pentágono não são unânimes na sua identificação?

“Sendo a primeira a chegar ao local, a agência Reuters anuncia que o Pentágono foi atingido pela explosão de um helicóptero. Esta notícia é confirmada telefonicamente à Associated Press por um consultor democrata, Paul Begala. Alguns minutos mais tarde, o Departamento de Defesa corrige a informação: tratava-se de um avião. Novos testemunhos vêm contradizer os primeiros a dar crédito à versão das autoridades: Fred Hey, assistente parlamentar do senador Bob Ney, viu cair um Boeing enquanto seguia de automóvel pela autoestrada que passa junto ao Pentágono.”

p.10

Fonte:

“11 de Setembro de 2001, A Terrível Impostura (Nenhum avião caiu sobre o Pentágono?)”; Thierry Meyssan; Frenesi.

Explicação Oficial:

Desconhecida.

Explicações Possíveis:

a) O Boeing 757 ter-se-ia aproximado do Pentágono a mais de 800 Km/h (tese oficial) a esta velocidade poucos observadores seriam capazes de identificar claramente um aparelho que em vôo rasante (entre 10 a 2 metros de altitude) atravessava o céu a alta velocidade… Isso pode explicar as referências multiplas a um “pequeno jacto de 10 a 20 passageiros”, a helicópteros ou a mísseis de cruzeiros de várias testemunhas. Seria mais dificil confundir um destes com um avião com as dimensões de um Boeing 757…

b) Algumas destas observações podem ser fabricadas… Isto é, provenientes de pessoas com relações ou mesmo pertencentes aos Serviços de Informação, assim se poderiam explicar as referências a “Boeings” (com o detalhe do fabricante…)

c) Muito perto da zona de impacto no Pentágono existe um heliporto… Será que um helicóptero com os códigos de autorização correctos (que alguém usou numa chamada não identificada de alerta ao Pentágono antes do primeiro ataque) se aproximou com a suposta intenção de aterrar nele e depois, subitamente, intencional se atirou contra o edifício? Isso explicaria o relato do avistamento de “helicópteros” (os primeiros relatos, aliás) e também a reduzida dimensão (5 metros) do buraco no Pentágono… Seria um piloto suicida ou helicóptero telecomandado (com uma implementação da tecnologia Global Hawk)?

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Do aumento da exportações portuguesas e do começo da recuperação do PIB

“Afinal há uma luz ao fundo do túnel. É cedo para respirar de alívio, pois ainda vai correr muita água debaixo da ponte até ao final do ano, mas, para já, tudo indica que as exportações vão assegurar o crescimento da economia acima de 1% este ano. Aliás, no que toca a comércio externo, Portugal, no semestre que passou, teve um desempenho melhor que a média europeia.”

“Em boa parte, esta maior dinamismo do comércio deve-se à recuperação de algumas economias europeias, bem como ao aumento da procura por parte de mercados extracomunitários, como Angola, China e EUA.”

“A Petrogal, a Infineon Technologies e a Autoeuropa são as três empresas que mais peso têm nas exportações nacionais, segundo dados do INE, divulgados pela agência Lusa. Na quarta posição surge a Opel da Azambuja.”

Fonte: Ana Sofia Santos e João Silvestre: Expresso de 9 de Setembro de 2006

 

A confirmarem-se este números, a retoma surge pela melhor das vias possíveis, que é a do aumento das Exportações e, sobretudo, do aumento das exportações de produtos de alta tecnologia, resultante da Transformação de Bens realizada em unidades industriais estabelecidas em Portugal. O ponto negativo desta retoma consiste no facto de das quatro empresas maiores exportadores, 3 delas não serem portuguesas ou deterem uma proporção significativa de capital nacional… Os nossos “empresários” preferem gastar os seus escassos recursos em negócios de baixo risco como a entrada de Amorim na Galp ou na autofágica aquisição da PT pela Sonaecom… A Autoeuropa pertencem à Wolkswaggen, que atravessa dificuldades financeiras devido à baixa rentabilidade do seu principal modelo, o Golf, a Infineon exporta chips… Um mercado sempre sujeito à intensa pressão do Leste e do Oriente, a Galp, essa vê o seu sucesso resultar não de uma gestão primorosa e genial, mas como um efeito colateral da explosão dos preços dos produtos petrolíferos (que transforma e vende)… Por fim, a Opel da Azambuja está de malas de feitas e para 2007 já não deverá constar destas estatísticas…

Em suma, na liderança desta recuperação do sector das Exportações falta a mão do empresariado nacional… Onde está ele? Que tal gastar uns recursos significativos cá entre a populaça que vos compra as tralhas no Continente, ou as garrafas com rolhas de cortiça?

Quando teremos uma classe empresarial verdadeiramente empreendedora e líder de mercado?

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Biografia de Robert Swann

Em 1974 E. F. Schumacher pediu a Robert Swann para fundar uma organização irmã da sua própria ITDG (“Intermediate Technology Development Group”), mas só em 1980 é que Swann conseguiria estabelecer a “E. F. Schumacher Society” em Great Barrington, no Massachusetts, EUA, sendo o seu trabalho e objectivos um descendente directo da filosofia de Schumacher e uma adaptação tangível da sua mensagem. Schumacher escolheu Swann com muita sabedoria. Robert Swann trouxe as suas capacidades pragmáticas de um construtor para o seu compromisso quer para a comunidade quer para a Economia Descentralizada. Antes de fundar a Sociedade tinha trabalhado com Ralph Borsodi na criação de uma moeda baseada em bens experimental em Exeter, no New Hampshire, um teste pioneiro para as “moedas locais” da actualidade. Em 1978 lançou o “Community Investment Fund” (“Fundo de Investimento Comunitário”), uma das primeiras iniciativas com responsabilidade social, antecipando um movimento nacional em investimento social.

As suas actividades na década de sessenta conduziram a um esforço para obter terra para comunidades de agricultores afro-americanos. Com Slater King fundou a “New Communities” (“Novas Comunidades”) em Albany, na Geogia, usando documentos modelados sobre os do “Jewish National Fund” (“Fundo Nacional Judeu”). Como fundador do “Institute for Community Economics” (“Instituto para a Economia Comunitária”) para auxiliar outros grupos espalhados por todos os Estados Unidos a formar comunidades de partilha de terra semelhantes, este movimento haveria de lhe merecer o título de “pai do movimento de reforma agrária americano”. Continuou o seu trabalho inovador na Sociedade, trazendo os conceitos Schumacherianos para todos os planos da Vida.

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Quids S3-18: Em que país fica esta mesquita?

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Dificuldade: 8

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Sobre as “taxas moderadoras” na Saúde e o “Cheque Saúde”

Na minha modesta e limitada opinião, o Sistema Nacional de Saúde devia ser profundamente reestruturado do ponto de vista financeiro e contabilístico.

Quanto às “taxas moderadoras” cujo aumento vem ciclicamente a lume, tenho a minha opinião… O cidadão devia “pagar” o custo real de cada intervenção, mas esse pagamento devia ser virtual, isto é, feito pelo próprio a partir de um determinado “cheque saúde” concedido pelo Ministério da Saúde e que poderia ser gasto em qualquer hospital público ou privado, à escolha do próprio utente, segundo os seus próprios critérios, e não os absurdos actuais critérios geográficos. Esse cheque teria um valor proporcional ao dos seus rendimentos, sendo tanto menor quanto maiores fossem estes. Seria algo do tipo do “vale alimentar” que hoje já existe nos EUA e que é entregue gratuitamente pelo governo federal às famílias mais carenciadas.

O modelo do “Cheque Saúde” (ignoro se o termo já foi usado por alguém, mas é provável que sim) mantem a grande prioridade do Sistema Nacional de Saúde: que é o oferecer cuidados de Saúde a quem efectivamente precisa deles, independentemente dos seus Rendimentos, está, portanto conforme à filosofia Utilitarista que sigo (Peter Singer), aos princípios budistas e até às teses descentralistas de E. F. Schumacher. Na aparência, pode parecer “liberal” (e daí?!) porque coloca o sector privado em concorrência directa com o Público, cabendo à melhor oferta a escolha do utente, mas motiva o bom desempenho, a boa gestão em ambos, ao criar um salutar e dinâmico mecanismo de concorrência que reduzirá os desperdícios tão comuns no Estado, ao mesmo tempo que motivará este e os Privados a oferecer um melhor serviço… E sobretudo, com o estabelecimento de uma relação directa entre o custo do serviço e o seu preço, dará importantes mecanismos de gestão às instituições de Saúde e ao próprio utente, transferindo para si a Escolha da forma como melhor poderá gastar a cobertura financeira que os seus descontos asseguraram.

Em momento algum, defendo contudo a possibilidade do fim de descontos para um sistema público de Saúde… Quem é cliente de um Seguro de Saúde, sabe o mal que estes funcionam… Os atrasos nos pagamentos, os erros sucessivos nos pagamentos e, sobretudo, como os clientes destes sistemas privados são sistematicamente colocados no fim das listas de consultas de todos os médicos desses sistemas… Por isso não são solução. Sobretudo porque os Seguros de Saúde pertencem a empresas privadas que… podem falir, evaporando assim os capitais neles depositados na forma de contribuições para esse sistema de saúde privado…

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