Daily Archives: 2006/08/17

Em cada meio segundo que passa, nasce um novo Blog…

Segundo as últimas estatísticas do Site de Blog-Tracking Technorati a cada segundo dois novos blogs são criados. De facto, a Blogoesfera duplicou cada seis meses, nos últimos três anos… Actualmente, todos os dias, nascem 175 MIL novos blogs por dia… Os quais se vão juntar aos mais de 50 milhões de Blogs já existentes…

O CEO da Technorati, Dave Sifry, afirmou a este propósito: “É mais de 100 vezes maior do que era só há três anos. De cada vez que escrevo sobre estas estatísticas, as pessoas perguntam-se: ‘pode continuar a crescer tão depressa?’. Francamente, não consigo imaginar que continue a crescer a este ritmo – ao fim ao cabo, existe um número limitado de seres humanos no mundo! Por isso tem que abrandar.”

Em Junho, a língua inglesa era a mais comum entre os bloggers, com 39%, seguida pelo japonês, com 31% e pelo Cantonês (Chinês), com 12% (os números sobre o português não foram divulgados, mas no WordPress, a nossa língua tem andado consistentemente pela quarta posição).

As horas do dia mais populares para os bloggers de língua inglesa estão entre as 10:00 e as 14:00, com outro pico por volta das 17:00. Em média, são escritos 1,6 milhões de Posts por dia, ou 18,6 Posts por segundo, mas este número explodiu para os 2,5 milhões com o início do conflito israelo-libanês, e para este número contribuiram aqui o rapaz desta quinta e boa parte dos seus leitores habituais…

Fonte: cnet.com

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Categories: Blogging | 5 comentários

Israel perdeu o conflito com o Hezbollah?

1. Israel não conseguiu impedir o lançamento de rockets e mísseis contra o seu território até ao último dia… em consequência houve uma interrupção total da vida no norte de Israel, algo que nunca chegou a acontecer em nenhum outro conflito israelo-árabe anterior…

2. Os dois soldados israelitas cujo resgate deu origem a tudo continuam detidos pelo Hezbollah…

3. As baixas sofridas pelas IDF e a qualidade da resistência do Hezbollah surpreendeu toda a gente, IDF incluída, daí a aposta na custosa (mediaticamente e humanamente) guerra aérea…

4. Israel só dificilmente é que chegou ao rio Litani… e pelo caminho sofreu mais baixas do que os EUA no Iraque num percurso muito mais longo a caminho da Bagdad…

4. Metade do orçamento das IDF para 2006 evaporam-se… Israel teria dinheiro para manter o conflito a este ritmo durante mais quanto tempo?

5. O exército isralita revelou-se demasiado “pesado” para combater uma força de guerrilha, móvel, descentralizada, motivada e bem armada… Algo que devia fazer reflectir os comandos da IDF…

6. Pela primeira vez, um grupo árabe (nem sequer um Estado!) pôr clamar com alguma razão uma “vitória histórica”. Se a posição de Israel no Mundo Árabe dependia da reputação (merecida) da invencibildade das suas forças de Defesa, que danos não teve agora essa reputação e com que consequências para a paz futura na região? Isto é, será que agora a Síria e o Irão se acham mais capazes de enfrentar e vencer Israel do que antes, já que os 2000 homens do Hezbollah foram capazes de pelo menos levar as IDF a marcar passo?

Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci, Política Internacional, Sociedade | 28 comentários

Um míssil intercontinental russo “Topol-M” atinge o seu alvo na Península de Kamchatka

A Rússia testou com sucesso um míssil intercontinental lançado a partir das suas instalações no extremo norte, em Plesetsk. O míssil intercontinental Topol (CC-25, na sua designação Ocidental) foi lançado a partir um veículo e caiu sobre um polígono préviamente preparado para o efeito pelas forças russas estacionadas na Península de Kamchatka.

Desenhado na década de 70, o RT-2PM provou que continua a ser um míssil capaz de cumprir as suas missões e que o actualmente arsenal de 360 mísseis semelhantes continua funcional.

O Topol é um míssil móvel de três estádio e uma única ogiva. Mede 29,5 metros de comprimento e 1,7 de diâmetro. Pesa mais de 1000 Kg e pode entregar a sua ogiva a um alcance máximo de 10,500 Km com uma precisão (CEP) de 900 metros. O facto de ser um míssil móvel aumenta sua taxa de sobrevivência e torna-o numa das armas mais temíveis do arsenal nuclear russo.

Este lançamento serviu o propósito de demonstrar ao mundo que a Rússia continua a ser uma potencia nuclear e que a operacionalidade das suas forças nucleares continua elevada, apesar do deficiente financiamento dos últimos anos, agora aligeirado com o incremento das verbas oriundas do aumento do preço do petróleo.

 

Fontes:

http://mosnews.com/news/2006/08/03/missiletest.shtml

http://en.wikipedia.org/wiki/RT-2PM_Topol

Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci, Política Internacional, Sociedade | 2 comentários

A9/A10: O míssil intercontinental Nazi

A9 / A10

Função: Míssil Intercontinental;
Andares: 2;
Dimensões: Comprimento; 87 metros.
Peso: 200 toneladas.
Impulso: 13 Mp
Velocidade: 4.320 km/h.
Alcance Máximo: 5.500 km.

As primeiras investigações sobre a possibilidade de construção de um grande míssil intercontinental começaram em 1929, quando Karl Emil Becker do Arsenal do Exército alemão começou a debruçar-se sobre o problema da aplicação militar dos foguetes. Discutia-se então a possibilidade do lançamento de um foguete a combustível líquido que derramaria gases venenosos sobre as cidades inimigas, Herman Oberth no seu hoje clássico “Wege zur Raumschiffahrt” (“Caminhos para o Vôo Espacial”) escrevia sobre o conceito, embora considerando-o impraticável para as próximas décadas.

Conhecido no Gabinete de Projectos de Peenemunde como “foguete da América”, este desenho de 1940, provávelmente da autoria do chefe dos desenhadores, Ludwig Roth, pretendia investigar a possibilidade de se instalar no topo de um A-10 de 100 toneladas de impulso um A-9. Cedo se descobriu que a potência de 100 toneladas não bastaria para que o engenho atingisse o seu alvo, a América do Norte, pelo que se previu aumentar a potência para 180 toneladas, mas mesmo assim seria dificil para o A-9 atingir uma das cidades da costa leste após o seu vôo planado (o seu alcance máximo deveria rondar os 6.000 km). O andar constituído pelo A-10 deveria ser capaz de percorrer os cinco mil quilómetros que separam a Europa da América do Norte transportando uma ogiva de 1000 kg, quando chegasse aos EUA, o A-4 com asas (A-9) ligava o seu motor para completar os restantes 500 km do alcance da combinação. Previa-se que o engenho transportaria um piloto, a única maneira então conhecida de guiar um míssil por distâncias dessa escala. Mas mesmo se fosse ultrapassado problema de construir um novo motor de 180 toneladas, existiam uma série outros problemas bastante dificeis: o sistema de controlo existente provavelmente não seria capaz de levar o míssil até um alvo tão distante; as questões de aerodinâmica da reentrada eram desconhecidas em absoluto e sobretudo desconheciam-se os materiais que fossem capaz de resistir ao calor abrasador que o A-9 sofreria no momento da reentrada na atmosfera. Para ultrapassar a ineficiência do sistema de controlo a distâncias tão dilatadas chegou-se a ponderar a colocação de um piloto no engenho que se deveria ejectar pouco antes do impacto. O conjunto A-9/A-10 devia medir 26 metros de altura e pesar mais de 100 toneladas, com uma carga de explosivos de uma tonelada. A velocidade supersónica devia ser atingida quando o míssil chegasse aos 300 km de altitude. O auge do planeamento deste míssil compósito ocorreu no Verão/Outono de 1941, congelando a partir de Outubro de 1942.

Embora o projecto estivesse para além das reais possibilidades técnicas que Peenemunde podia oferecer o projecto foi aceite. Principalmente devido ao sonhador von Braun, mas também devido à competição entre a Luftwaffe e o Exército, o “foguete da América” dava à Wehrmacht uma nova arma nessa competição, uma arma essencial, no momento em que se julgava a URSS batida e se previa a entrada dos EUA na guerra, à semelhança do que acontecera no primeiro conflito mundial. Este projecto ía oferecer um contraponto aos projectos da Luftwaffe de construir um bombardeiro intercontinental. Depois da evacução de Peenemunde para a vizinhança da aldeia de Bleicherode Ost, o pessoal do centro experimental devia passar a trabalhar quase totalmente neste projecto, preparando intensamente o lançamento de um primeiro engenho sobre os EUA.

Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional, Economia, História | 3 comentários

Quids S2-34: Onde é fabricado este avião?

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Dificuldade: 2

Categories: Genealogia, Quids S2 | 8 comentários

“Uma homenagem à EMEL”

“Na semana passada tive que me deslocar a esse prestigiado centro de consumo espanhol de nome El Corte Inglês e eis o que me sucedeu:
– ao chegar perto do Centro tive que estacionar o carro numa das concessões da Emel. Curiosamente as tarifas variavam entre numeros impares ( ou 3 ou 7) e optei por uma hora de 0,53 céntimos (?????) – o valor em si – não arredondado – já é interessantemente estúpido. Mas o mais engraçado ainda estava para acontecer. Ao introduzir os 53 céntimos a máquina não aceitou as moedas de 2 e 1 céntimos, embora constem como aceites na ranhura de introdução das moedas. Resultado esperado: coloquei 55 céntimos e fiquei a “arder” com 2 céntimos porque a máquina também não dá trocos. Ora fazendo bem as continhas (estimativas) vamos a uma estatística: entram diariamente em Lisboa cerca de 1.800.000 pessoas. Se 1/20 destas pessoas possuir viatura e deixá-la numa destas concessões, temos cerca de 90000 pessoas. o que numa simples continha dá 90000(pessoas)*2 (céntimos)=180000 centimos ou 1800 euros. E isto numa base hipotética de 1 carro por cada 20 pessoas que entram na cidade, o que peca por alto desvio! Neste país não é preciso ir às prisões para se aprender a roubar!! Como pagador de impostos sinto-me perfeitamente indignado!”

in Filhos da Nação

Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 3 comentários

A Lituânia está actualmente em negociações com a Alenia Aeronautica italiana para adquirir uma frota de transportes C-27J

 

A Lituânia está actualmente em negociações com a Alenia Aeronautica italiana para adquirir uma frota de transportes C-27J.

Os C-27J Spartan deverão substituir os 3 Antonov An-26 actualmente em serviço até o final de 2007.

Fonte: Combat Aircraft, Setembro de 2006, Reino Unido.

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