Daily Archives: 2006/08/15

RepórterGrunho: O noivo zombie

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Estes bonecos descobri-os eu num centro comercial da Parede (Cascais). Reparem bem na cabeça daquele boneco com o qual que é suposto coroar o bolo de noiva e digam-me lá se com a sua côr pálida, meio azulada, e beiças pintadas de negro não se parece mesmo com um… Zombie?

 Será que o autor (chinês?) de tamanha aleivosia se inspirou na “Noiva Cadáver” do Tim Burton?

 

P.S.: E já nem digo nada dos dois porquinhos do primeiro plano…

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Quids S2-Extra: Como se chama este avião?

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Dificuldade: 2

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Quids S2-Extra: Como se chama este filme?

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Dificuldade: 2

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O novo UCAV da EADS, o “Barracuda”

A EADS apresentou um protótipo do seu programa UAV com a designação “Barracuda” durante o “Berlin Air Show”.

O aparelho tem realizado vários vôos automáticos a partir das instalações da CASA em San Javier (Espanha) durante o passado mês de Abril.

Actualmente, a Espanha e a Alemanha lideram o desenvolvimento de UCAV na Europa, e esta liderança será reforçada com o desenvolvimento de outro programa europeu de UCAV, o Neuron.

O EADS Barracuda foi construído com fibras de carbono e tem uma largura de asas (wingspan) de 7,2 metros sendo propulsionado por um único motor a reacção.

O Barracuda foi concebido para cumprir missões ELINT, de reconhecimento e de ataque, usando uma baía ventral e possuindo versões adaptadas a cada um desses tipos de missão.

Fonte: Combat Aircraft, Setembro de 2006, Reino Unido.

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A “Guerra dos Toldos”

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Quando num dos dias da semana passada passei pela Praia da Parede fiquei danado quando constatei que a praia estava a abarrotar de gente, ocupando cada centímetro de areia e que no exacto centro da mesma, havia uma corda que delimitava o terço mais central da praia que reservava a uma zona de toldos de aluguer a secção mais nobre da praia. Danei-me porque sabendo que em Portugal as praias são públicas, e não privadas, julguei que era ilegal delimitar com corda uma zona da praia e assim impedir o acesso a particulares de uma zona de um areal público.

Protestei com o “vigilante” e com o dono do restaurante que explorava a concessão e ameacei queixar-me à polícia marítima e tratar do assunto logo na segunda-feira seguinte. Na verdade, minutos depois já estava eu a telefonar para a Polícia Marítima de Cascais e a ouvir: “é absolutamente legal, e aliás, todos os concessionários deviam delimitar a sua zona de concessão, e é pena que não o façam“. Será que o polícia estava mal informado? (já aconteceu antes…)

Não…

“Decreto-Lei nº 96-A/2006, de 2 de Junho
Artigo 3º

n) Sinalização insuficiente das zonas de toldos e de chapéus-de-sol e demais áreas da ZAB, com ressalva daquelas referidas na alínea b) do nº 2.”

e ainda…

“Decreto-Lei n.º 309/93 de 02-09-1993
Artigo 11.° (Modificado)

e) Demarcação de zonas exclusivamente destinadas à instalação de chapéus de sol e similares;

– Nas áreas das praias vocacionadas para utilização balnear e sujeitas a jurisdição das autoridades marítimas, compete aos capitães dos portos, precedendo parecer favorável da DRARN respectiva, emitir licenças para ocupação ou para utilizações que não exijam instalações fixas e indesmontáveis, tais como:

a) Fundear bóias e estabelecer pranchas, flutuadoras ou outras instalações de carácter temporário para desportos náuticos e diversões aquáticas;

b) Armar com carácter temporário e amovível barracas para banhos, toldos e chapéus-de-sol para abrigos de banhistas e barracas para abrigo de embarcações, seus utensílios e aparelhos de pesca.”

e ainda…

“Resolução do Conselho de Ministros n.º 33/99 de 27 de Abril
Artigo 58.º

Zonamento da unidade balnear
1 – A área de toldos e barracas de praia não pode exceder 30% do areal incluído na unidade balnear.

2 – A ocupação da área de toldos e barracas deve obedecer às seguintes regras:

a) Um número máximo de 10 barracas por 100 m2;

b) Um número máximo de 20 toldos por 100 m2.

3 – No caso de instalação mista de toldos e barracas, os valores indicados no número anterior serão aplicados às áreas parcelares destinadas a cada um deles.

4 – A área destinada a instalação de chapéus-de-sol não poderá ser inferior à área de toldos e barracas incluída na mesma unidade balnear.”

Ou seja, eu não tinha nenhuma razão. A área (30%) estava correcta, a densidade de toldos, pelo que aferi “a olho” estava também certa, e a única coisa que estava realmente errada no meio desta minha “guerra dos Toldos” era mesmo a Lei… Que é injusta e que reserva a uns quantos o usufruto de um Bem Público… E isto para engordar e manter um Estado anafado e recheado de ineficiências que depende destes esquemas sugatórios para sobreviver…

Bem… Existe aqui uma incorrecção… Quando disse que estava ocupada a 30% estava a areia… A Praia da Parede tem uma zonas de pedras e cais… e se contarmos com estas, a área “reservada ao concessionário” passa a uns bons 40%… E se esperarmos pela maré cheia… A área concessionada passa a uns confortáveis 50% ou mesmo 60%… Contudo, a Lei nada fala disto… Não define exactamente o que é a “área balnear” (pedras e cais?) e omite se esta inclui a área de maré baixa ou não…

As praias deviam ser entregues às Câmaras Municipais, que as deviam guarnecer com vigilantes pagos por elas e não por concessionários de restaurantes e cafés e o areal devia ser de acesso público. Desta forma qualquer dia chegamos a uma praia e esta está cercada de arame farpado com o texto “Praia Privada – Acesso Reservado”.

Categories: A Escrita Cónia, RepórterGrunho, Sociedade Portuguesa | 10 comentários

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