Daily Archives: 2006/08/09

Os “Crop Circle” do Reino Unido e a sua mais recente manifestação em Ashbury

Embora tenham quase desaparecido da cena mediática, os “Crop Circle” dos campos cerealíferos britânicos continuam a aparecer…

Na primeira semana de Julho, um complicado “Crop Circle” com um desenho tri-dimensional foi descoberto perto de Ashbury, em Oxfordxire. A complexa formação com mais de 120 metros de diâmetro. Como outros “Crop Circle” anteriores, este apareceu junto a importantes locais arqueológicos, neste caso, o conhecido cavalo branco de Uffington e nos arredores da câmara funerária de Wayland Smithy, que datarão de cerca de 3700 anos a.C.

A nova formação foi avistada pelo piloto de um avião ultraleve e rapidamente atraiu a atenção dos pesquisadores de “Crop Circle” que abundam no Reino Unido
 
Mas o que são exactamente os “Crop Circle”? Um número significativo dos mesmos é certamente de origem humana, e mesmo os padrões mais complexsos, como o deste ‘Crop Circle” tridimensional provaram poder ser criados por pequenos grupos de 2 a 4 pessoas, durante uma noite no campo de cereais… As teorias que defendiam a sua origem extraterrestre ou a sua produção por fenómenos naturais como “turbilhões de plasma” ou “trovões-bola” nunca se provaram… E a tese “extraterrestre” levou uma machadada fatal quando a revista Science & Vie usando câmaras automáticas de infravermelhos automáticas “apanhou” um grupo de homens a fazerem a coberto da calada da noite um… “Crop Circle”…

Nada nos mesmos permite aliás classificá-los como impossíveis de realizar por mãos humanas… E não por acaso que aparecem sempre sobre carreiras de acesso ao interior dos campos, sem pressuporem um acesso aéreo, como se chegou a acreditar no início…

Os “Crop Circle” são produto do Homem… Acredito eu… Para minha própria pena, que quando os comecei a ver aparecer, lá para os anos 90 e tal, julgou estar na antecâmara de algo novo… Mas qua afinal. Apanhou apenas com um chuvinha moderada de Verão…

Azar!

Fonte: Revista “Wired” de 2006-08-03

Categories: Mitos e Mistérios | 56 comentários

Quids S2-26: Como se chama este actor?

111111.jpg

Dificuldade: 2

Categories: Genealogia, Quids S2 | 9 comentários

O sistema de alertas de Tsunamis no Índico empaturra, engasga-se e vegeta

Depois do devastador Tsunami de 2004, vários governos de países do Oceano Índico afirmaram querer montar um sistema comum de alerta contra Tsunamis.

Mas as negociações estão actualmente encravadas sobre a questão de que país é que vai receber a sede da rede e devido a problemas técnicos com a instalação dos sensores subaquáticos.

A maioria dos governos do Índico foram também incapazes de educar e instruir os seus cidadãos sobre os riscos de Tsunamis e as zonas litorais devastadas em 2004 estão hoje novamente sobrepovoadas e recheadas de novas habitações nos mesmos locais alcançados pelo Tsunami, algumas patrocinadas por governos e ONGs. O “pequeno” (não para a Indonésia…) Tsunami do passado dia 17 de Julho levou a vida a 600 pessoas e provou que nada se aprendeu e mudou desde 2004.

O Tsunami de 17 de Julho é, de facto, particularmente ilustrativo: Embora duas agências governamentais diferentes tivessem emitido um alerta de Tsunami esses avisos não foram transmitidos ás autoridades locais. Mas mesmo que tivessem chegado, não existem sirenes de alarme de Tsunami em nenhuma praia do Índico, pelo que seria difícil avisar quem se encontrasse perto das praias…

Alguma coisa foi entretanto feita… Existem agora 23 estações de monitorização no Oceano Índico que são capazes de medir a intensidade de maremotos e emitir alertas de Tsunami. A informação destas estaçôes é reunida e enviada para o “Pacific Tsunami Warning Center” no Hawaii, no Pacífico, e para a agência metereológica japonesa.

Dos países do Índico, somente a Tailândia, a Malásia e a Índia é que estabeleceram centros locais de alerta de Tsunami, e a Austrália, decidiu também construir um… A Tailândia, neste domínio, estâ particularmente avançada… Ao longo da costa de Andaman, existe hoje uma rede de sirenes de alerta de Tsunami e uma rede densa de caminhos de evacuação das praias. A Indonésia, por outro lado, ainda está a instalar sensores, sismómetros e sensores de profundidade oceânicos, apesar de uma ajuda intensa da Alemanha… Embora o sistema devesse estar montado até 2008, só duas das 22 bóias previstas estão instaladas, e mesmo estas, estão a ser reparadas, depois de se terem soltado…

Fonte: 2006-07-30 www.cnn.com

Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional, Política Internacional, Sociedade, Wikipedia | Deixe um comentário

O Budismo e a atitude perante a ameaça à vida dos seres vivos

Segundo a doutrina de Buda, em momento algum, se deve provocar a morte a qualquer ser vivo.

O acto de provocar a morte a um ser vivo é uma consequência directa das Paixões, como o ódio, e revela a vitória do Eu sobre o Homem, uma vez que a morte provocada responde quase sempre a uma necessidade directa do Ego, e quem a cumpre nunca poderá alcançar a verdadeira Sabedoria. Evitar matar é assim um dos “modos de existência correctos” referidos numa das oito Verdades do Caminho Óctuplo, uma vez que este se refere à escolha por parte do praticante de modos de vida que sejam “correctos” e compatíveis com a Sabedoria Budista.

Por isso, um Budista deve abstrair-se de praticar certas profissões: soldado, carniceiro, traficante de escravos. Estas profissões, segundo a tradição budista não revelam respeito pela Vida e exprimem a incompreensão absoluta do maior ensinamento budista: a da interdependência de todos os seres vivos, que ensina que fazer mal a qualquer criatura viva, é fazer mal a si próprio. De igual forma, prejudicar-se a si próprio, é prejudicar todos os seres vivos do Universo.

Segundo a Doutrina, o Roubo é também absolutamente proibido, desde o roubo de uma caneta ao roubo de um Banco… O acto de furtar revela um egocentrismo imenso, que impossibilita o abandono do “Eu”, fundamental para se alcançar um patamar de consciência mais elevado.

Fonte: Introdução ao Budismo, Dennis Gira, Âncora Editora. Lisboa. 2000

Categories: Budismo, Política Nacional | 1 Comentário

Agostinho da Silva: “Miranda”

“(…) uma vida que Portugal quase realizou no passado e que lhe foi impedida pelo absolutismo real, pelo capitalismo dos armadores e pela disciplina de Trento; tudo coisas de que Europa e América dificilmente se curarão, mas de que o Atlântico, o Pacífico e o Índico podem salvar Portugal e, por ele, a Península.”

Pág.18

Agostinho da Silva, Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira II, artigo “Miranda”.

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O que é a “Schumacher Society”?

Se do ponto de vista da filosofia, da política e da sociologia tento pautar o meu pensamento e aspirações pelo pensamento de Agostinho da Silva, do ponto de vista económico e até sociológico encontro a minha mais profunda inspiração no pensamento do professor Shumacher.

Com o objectivo de divulgar este pensamento social e económico, praticamente desconhecido entre nós, passarei a abordar num conjunto de Posts aqui no “Quintus” alguns dos temas defendidos actualmente pela “E. F. Schumacher Society” sediada em Great Barrington, Massachusetts, da qual sou membro activo.

Numa primeira fase, passarei a traduzir alguma da informação que esta sociedade disponibiliza no seu Site e para a qual obtive a devida autorização (o que agradeço):

O que é actualmente a “Schumacher Society”?

[segue-se uma tradução livre do texto do link “About” do site da Schumacher Society]

“A “E. F. Schumacher Society” foi fundada em 1980 por Robert Swann e por um grupo de vários amigos e colegas. Swann, um pacifista de longa data e o advogado do decentralismo, foi arrastado para as ideias de Schumacher através da leitura dos seus artigos na revista “Resurgence”. Em 1967 Swann foi a Inglaterra para se encontrar pessoalmente com Schumacher e sugeriu então ao professor que os seus artigos fossem publicados na forma de um livro. Isto conduziu directamente à colecção de Ensaios que seria mais tarde conhecida como o livro “Small is Beautiful”. Swann subsequentemente organizou a viagem de 1974 de Shumacher à América do Norte para promover o livro, uma viagem que teve também um efeito catalítico para criar uma energia sustentável para o movimento nos Estados Unidos. No fim da viagem, Schumacher sugeriu que Swann estabelecesse um grupo baseado nos Estados Unidos para trabalhar na ligação entre Economia, Uso da Terra, e Tecnologia Aplicada. Seis anos mais tarde, com a colaboração de Ian Baldwin, David Ehrenfeld, Hazel Henderson, Satish Kumar, e John McClaughry, Robert Swann aceitaria o desafio e nasceria a “E. F. Schumacher Society”. Tendo Susan Witt como directora executiva [e bisneta de açorianos…] a Sociedade desenvolveu programas que tencionam tornar cada vez mais efectivo e completar a visão de Schumacher.

A Sociedade E. F. Schumacher organiza conferências anuais para académicos e activistas seguindo a tradição Shumacher, sendo estas conferências reconhecidas como um recurso valioso para a preservação de um conhecimento demasiado valioso para poder ser perdido.

O “E. F. Schumacher Center”, localizado nas colinas de Berkshire no Massachusetts oeste, cresceu nos últimos anos para albergar uma colecção de oito mil volumes, indexada por computador, contendo panfletos, cassetes audio e video e bibliografias especializadas. Os temas focam assuntos como o descentralismo, sociedades de escala humana, sistemas económicos de base regional, experiências de moedas locais, e usufruto comunitário de terras. Em 1995, Vreni Schumacher, a viúva de Schumacher, doou toda a sua livraria ao Centro. Este património injectou no Centro, de acordo com o seu “board member” Kirkpatrick Sale, “a própria essência do Homem, em todas as suas dimensões. Fiquei especialmente agradado pela presença de todos os seus artigos e livros (publicados, manuscritos e muitos discursos (manuscritos e gravados), nenhum dos quais foi conhecido sistematicamente e alguns dos quais nunca chegaram ao grande público. A este conjunto soma-se ainda os seus cadernos de notas e quem sabe que veios ricos estão aqui…”

Para além dos recursos do Centro, as conferências anuais, e outros programas educacionais, a “Schumacher Society” desenvolve projectos modelo que colocam efectivamente o Poder de volta nas mãos das pessoas. “Entre os recursos materiais, o maior, inquestionávelmente”, escreveu Schumacher, “é a terra. Estudem como é que uma sociedade usa a terra, e chegarão a conclusões bastante fiáveis sobre como será o seu futuro.” Um dos objectivos da Sociedade é criar novas formas institucionais que disponibilizem o acesso à terra baseado em objectivos sociais e ecológicos em lugar das forças do Mercado. O modelo de “usufruto comunitário de terra” desenvolvido por Robert Swann oferece esse veículo para a transformação da terra numa bem não comercial e coloca a liderança do processo nas mãos de organizações democraticamente estruturadas e regionalmente estruturadas. A “Schumacher Society”, está activamente envolvida na “Berkshire Land Trust” e publicou um livro contendo vária documentação legal que pode ajudar outros a organizar comunidades semelhantes noutras regiões dos EUA.”

Fonte: http://www.schumachersociety.org/about.html

Categories: E. F. Schumacher Society, Economia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Quids S2, Sociedade | 1 Comentário

VBA para Word: ContadorSilabicoMk3

Este pequeno programa em VBA para Word2000 permite a partir de uma lista de sílabas contida no ficheiro Silabas.doc e produz um registo que grava em c:\ no formato <SilabasContadasNaLingua” & mlingua & “.doc>

Este programa pode ser usado para determinar o número de ocorrências de uma dada sílaba numa língua determinada, e depois comparar o seu resultado com o padrão de distribuição numa escrita que se suspeite ser silábica, mas da qual se desconheça o valor de cada caracter (supostamente silábico).

Attribute VB_Name = “NewMacros”

Sub ContadorSilabicoMk3()

Documents.Open FileName:=”C:\Silabas.doc”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto
Documents.Open FileName:=”C:\SilabasLog.doc”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto
Documents.Open FileName:=”C:\Palavras.doc”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto

MsgBox (“ATENÇÃO: Faça o <Paste> para o Silabas.doc das palavras da lingua a analisar silabicamente e coloque no fim a linha o ‘eof’ ! Neste ficheiro todas as sílabas estão separadas por – e começam e terminam tb com -!”)

mlingua = InputBox(“Escreva aqui o nome da lingua que vai analisar (no feminino)”, “ContadorSilabico”)
Windows(“SilabasLog.doc”).Activate
Selection.Font.Size = 14
Selection.TypeParagraph

Selection.HomeKey Unit:=wdStory
Selection.TypeText Text:=”Análise realizada sobre a língua ” & mlingua
Selection.TypeParagraph
Selection.TypeText Text:=”Sílaba;Ocorrências”
Selection.TypeParagraph
Windows(“Silabas.doc”).Activate

Selection.HomeKey Unit:=wdLine
Selection.EndKey Unit:=wdLine, Extend:=wdExtend
mSilaba = Selection.Text

QuantosCaracteres = Len(mSilaba)

mSilaba = Mid(mSilaba, 1, QuantosCaracteres – 1)

Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1
Selection.HomeKey Unit:=wdStory

While mSilaba <> “eof” ‘ a ultima linha do Silabas.doc deve ter terminar com a linha eof

Windows(“Palavras.doc”).Activate

Selection.Find.ClearFormatting

With Selection.Find
.Text = “-” & mSilaba & “-”
.Forward = True
.Wrap = wdFindContinue
.Format = False
.MatchCase = False
.MatchWholeWord = False
.MatchWildcards = False
.MatchSoundsLike = False
.MatchAllWordForms = False
End With
Selection.Find.Execute
mContaSilaba = 0
While Selection.Find.Found = True
Selection.Find.Forward = True
Selection.Find.Wrap = wdFindStop ‘ hurrah! sem estas ele contava para cima!
Selection.Find.Execute
Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1
Selection.HomeKey Unit:=wdLine

mContaSilaba = mContaSilaba + 1
Wend

Windows(“SilabasLog.doc”).Activate
Selection.Font.Size = 12
Selection.TypeParagraph
‘Apresentação para exportação para csv-excel:
Selection.TypeText Text:=mSilaba & “;” & mContaSilaba
‘Apresentação cuidada para Word:
‘Selection.TypeText Text:=”A silaba ( ” & mSilaba & ” ) surge < ” & mContaSilaba & ” > vezes.”
Selection.EndKey Unit:=wdStory

Windows(“Silabas.doc”).Activate
Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1

Selection.HomeKey Unit:=wdLine
Selection.EndKey Unit:=wdLine, Extend:=wdExtend
mSilaba = Selection.Text

QuantosCaracteres = Len(mSilaba)

mSilaba = Mid(mSilaba, 1, QuantosCaracteres – 1)

‘Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1
‘Selection.HomeKey Unit:=wdStory

Wend

Windows(“SilabasLog.doc”).Activate
ChangeFileOpenDirectory “C:\”
ActiveDocument.SaveAs FileName:=”SilabasContadasNaLingua” & mlingua & “.doc”, FileFormat:=wdFormatDocument, _
LockComments:=False, Password:=””, AddToRecentFiles:=True, WritePassword _
:=””, ReadOnlyRecommended:=False, EmbedTrueTypeFonts:=False, _
SaveNativePictureFormat:=False, SaveFormsData:=False, SaveAsAOCELetter:= _
False
MsgBox (“Terminou a execução do ContadorSilabicoMk3 ! Foi gravado no disco C:\ o ficheiro <SilabasContadasNaLingua” & mlingua & “.doc”)

End Sub

Sub MeteHifenNoPrincipioeFimDalinha()
Attribute MeteHifenNoPrincipioeFimDalinha.VB_Description = “Macro gravada 17-07-2002 por Rui Martins”
Attribute MeteHifenNoPrincipioeFimDalinha.VB_ProcData.VB_Invoke_Func = “Normal.NewMacros.Macro1″

‘ Macro1 Macro
‘ Macro gravada 17-07-2002 por Rui Martins

Selection.TypeText Text:=”-”
Selection.EndKey Unit:=wdLine
Selection.TypeText Text:=”-”
Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1
Selection.HomeKey Unit:=wdLine
End Sub
Sub ContadorCaracteresMk1()

Documents.Open FileName:=”C:\Silabas.doc”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto
Documents.Open FileName:=”C:\SilabasLog.doc”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto
Documents.Open FileName:=”C:\Palavras.doc”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto

MsgBox (“ATENÇÃO: Faça o <Paste> para o Silabas.doc das palavras da lingua a analisar caracter a caracter e coloque no fim a linha o ‘eof’ !”)

mlingua = InputBox(“Escreva aqui o nome da lingua que vai analisar (no feminino)”, “ContadorSilabico”)
Windows(“SilabasLog.doc”).Activate
Selection.Font.Size = 14
Selection.TypeParagraph

Selection.HomeKey Unit:=wdStory
Selection.TypeText Text:=”Análise realizada sobre a língua ” & mlingua
Selection.TypeParagraph
Selection.TypeText Text:=”Caracter,Ocorrências”
Selection.TypeParagraph
Windows(“Silabas.doc”).Activate

Selection.HomeKey Unit:=wdLine
Selection.EndKey Unit:=wdLine, Extend:=wdExtend
mSilaba = Selection.Text

QuantosCaracteres = Len(mSilaba)

mSilaba = Mid(mSilaba, 1, QuantosCaracteres – 1)

Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1
Selection.HomeKey Unit:=wdStory

While mSilaba <> “eof” ‘ a ultima linha do Silabas.doc deve ter terminar com a linha eof

Windows(“Palavras.doc”).Activate

Selection.Find.ClearFormatting

With Selection.Find
.Text = mSilaba
.Forward = True
.Wrap = wdFindContinue
.Format = False
.MatchCase = False
.MatchWholeWord = False
.MatchWildcards = False
.MatchSoundsLike = False
.MatchAllWordForms = False
End With
Selection.Find.Execute
mContaSilaba = 0
While Selection.Find.Found = True
Selection.Find.Forward = True
Selection.Find.Wrap = wdFindStop ‘ hurrah! sem estas ele contava para cima!
Selection.Find.Execute
Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1
Selection.HomeKey Unit:=wdLine

mContaSilaba = mContaSilaba + 1
Wend

Windows(“SilabasLog.doc”).Activate
Selection.Font.Size = 12
Selection.TypeParagraph
‘Apresentação para exportação para csv-excel:
Selection.TypeText Text:=mSilaba & “,” & mContaSilaba
‘Apresentação cuidada para Word:
Selection.EndKey Unit:=wdStory

Windows(“Silabas.doc”).Activate
Selection.MoveDown Unit:=wdLine, Count:=1

Selection.HomeKey Unit:=wdLine
Selection.EndKey Unit:=wdLine, Extend:=wdExtend
mSilaba = Selection.Text

QuantosCaracteres = Len(mSilaba)

mSilaba = Mid(mSilaba, 1, QuantosCaracteres – 1)

Wend

Windows(“SilabasLog.doc”).Activate
ChangeFileOpenDirectory “C:\”
ActiveDocument.SaveAs FileName:=”SilabasContadasNaLingua” & mlingua & “.doc”, FileFormat:=wdFormatDocument, _
LockComments:=False, Password:=””, AddToRecentFiles:=True, WritePassword _
:=””, ReadOnlyRecommended:=False, EmbedTrueTypeFonts:=False, _
SaveNativePictureFormat:=False, SaveFormsData:=False, SaveAsAOCELetter:= _
False
MsgBox (“Terminou a execução do ContadorCaracteres ! Foi gravado no disco C:\ o ficheiro <SilabasContadasNaLingua” & mlingua & “.doc>”)

End Sub

Categories: A Escrita Cónia, CodeFarmPt | Deixe um comentário

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