Na Suécia, os mortos vão alimentar a rede pública de electricidade

A cidade de Boras, no sudoeste da Suécia decidiu começar a usar o calor gerado pelo crematório da cidade para a produção de electricidade. Segundo o munícipio, o crematório deverá ser capaz de assegurar até 10% das necessidades da cidade com mais de 60.000 habitantes.

Fonte: L’Actualité, Montréal, Fevereiro de 1998.

Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional, Sociedade, Wikipedia | 11 comentários

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11 thoughts on “Na Suécia, os mortos vão alimentar a rede pública de electricidade

  1. petraev

    afinal sempre há algo dps da morte. =D países desenvolvidos é outra coisa…

  2. por mim… tud bem… que me queimem o raio da concha… de qq modo, acredito mesmo na “reencarnação”, por isso…

  3. Isto é muito bem pensado, aproveitar a fonte de calor para produzir energia.
    Claro que se fosse cá, haveria logo indignação popular, aparecia logo a igreja católica a criticar, pois a alma do morto poderia acabar dentro de uma lampada ou aparecer no frigorifico…

  4. 10% de uma cidade de 60 mil habitantes? Ou morrem muito, ou consomem muito pouca energia.
    abraço

  5. Pouca energia?… Na Suécia, com aquele briol?… Não sei… Mas que o número é de 10%, é mesmo…

  6. nito

    bem a noticia é de 98, como será que ficou ?
    Por mim cremado e lançado nas Caraibas, os meus familiares, amigos, amigas, filhos (se e quando os tiver) pelo menos vão ficar com mais uma boa recordação minha…

    abraços cremados

  7. boa ideia. Sempre achei que deveríamos servir para alguma coisa de pois do corpo morto….
    Abraço

  8. Perseucutter

    tá legal, se a moda pega não teremos mais problemas de enrgia no mundo, um meio ambiente sustentável e o fim da energia suja dos hidrocarbonetos, com a quantidade de corpos pra se queimar que virão do oriente médio, todos os seus problemas se acabaram….

  9. uma soluçao de para os corpos dos mortos,so é pena eque o(a)s coveiras vao ficar com falta de trabalho;kiss pa todos os tugas

  10. kisssssssssssss

  11. não, fábio… não necessariamente. Poderão sempre converter-se e ir trabalhar para os crematórios.

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