Jean Charles de Menezes: E safaram-se todos.

 

Os polícias que provocaram a more ao emigrante brasileiro Jean Charles de Menezes foram autorizados a regressar ao serviço operacional e trabalham agora sem qualquer espécie de restrições.

A investigação da Scotland Yard levantou todas as restrições que se aplicavam aos dois agentes e decidiu não acusar ninguém pelo homícidio.

Talvez se recordem que Menezes foi morto a tiro pela polícia britânica, a 22 de Julho de 2005 quando foi confundido com um bombista suícida. Quando aguardava o seu metro na estação de Stockwell, o brasileiro foi atingido sete vezes depois de ter sido considerado “suspeito” pelos dois agentes envolvidos por causa do facto de levar consigo uma mochila e por não ter respondido à chamada da polícia… Na dúvida, e porque o “suspeito” parecia árabe (a pele morena dos mediterrânicos…) e levava consigo uma perigosa… AK-47, perdão, uma perigosa mochila, que podia ser usada para agredir até à morte um qualquer idoso de Blackburn, os dois heróicos agentes decidiram abater o perigoso emigrante, perdão, o perigoso suspeito…

E agora, embora existam muitas dúvidas (link) sobre o fundamento das declarações dos dois polícias, tudo fica impune e o caso de Menezes é arquivado no grande dossier dos casos de abuso da Liberdade e dos Direitos Cívicos prepertados depois do 11 de Setembro…

E safaram-se todos…

Fonte: bbc.co.uk/news

Categories: Política Internacional, Sociedade, Wikipedia | 15 comentários

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15 thoughts on “Jean Charles de Menezes: E safaram-se todos.

  1. nito

    não seria de esperar outra coisa…vitima 3º mundo, assassinos de uniforme british!
    vergonha!

  2. Terrivel terrivel. O caso menezes e de uma hipocrisia assustadora. Ate onde nos vamos na tal guerra contra o terrorismo? E o que fazemos quando o proprio Estado terrorisa?

  3. Sinceramente, não percebo. Os polícias são seres humanos, também falham. Deviam ser condenados? Bem, na próxima vez, não disparavam. E se da próxima vez fosse um bombista? Antes libertar 100 criminosos do que condenar um inocente?

  4. Máquina Zero:
    1. A primeira grande falha é do Estado que não disponibiliza armas não letais a todos os polícias na rua (tazers, armas de gás, etc.)
    2. E não… Não tinham base para disparar… Eles abaterem o homem, só porque ele fugiu perante uma ordem para se imobilizar. E porque tinha a pele escura (dos latinos, como você e eu) e tinha uma mochila.. Os 3 factos dificilmente merecerão dois, três ou mesmo os tais sete ou oito tiros que ele levou…
    3. O que não quer dizer que não compreenda o teu argumento. É válido, mas neste caso houve uma resposta emocional e trágica, e o treino, capacidade de se manter frio em acção e mesmo a qualidade dos polícias envolvidos foi seriam questionada e no mínimo, deviam ter sido afastados das funções de rua que hoje estão novamente a cumprir…

  5. Pingback: Post Its: Cicarelli transando, mídia externa, comunidades, Jean Charles de Menezes e mais. « Celso Bessa Post-its

  6. É, um absurdo Jean Charles de Menezes ter sido vítima da incapacidade e insensatez da suposta bem preparada autoridades britãnicas!O governo britânico não deu à mínima para o caso ficando demonstrado de uma forma clara a todos os brasileiros que tratamento podemos ter das autoridades britânicas e do governo britãnico!Quem perdeu à vida fora o brasileiro e por sua vez à família, que perdera um ente querido, fatores para os quais às autoridades britânicas assim como o governo britãnico consideram respectivamente irrelevantes, ou seja, sem a menor importância, porque se tratou da morte de um brasileiro e não de um americano, francês, inglês etc.Repita – se:”É um absurdo”!

  7. Ronaldo Dantas

    Imagina o barulho caso um turista inglês fosse morto por engano por policiais ‘mal preparados’ no Rio de Janeiro.
    Agora, a ‘infalível’ Scotland Yard mata um inocente, DESARMADO, só por que ele parece um terrorista? Um árabe? Quer dizer que para eles, todo árabe, todo latino, todo asiático, alías, todo não caucasiano, é um terrorista em potencial?

    Como nós brasileiros e vocês irmãos lusos temos muitos genes em comum, fico preocupado com a quantidade de portugueses que também possam ser confundidos com esses perigosos terroristas e mortos pela tática “atire, mate primeiro, pergunte depois” da famosa Scotland Yard. Até porque, devido a proximidade e por fazer parte do bloco europeu, deve haver muito mais lusos que brasileiros morando por lá.
    O pior é ver que na terra que quer dar exemplo de civilidade para o mundo, ainda impera a impunidade e o preconceito oficial contra imigrantes.

    Ronaldo Dantas
    Natal – Brasil

  8. Golani

    este caso é bastante complexo, mas o teu post é extremamente tendencioso (e as referências a uma AK47 não fazem sentido nenhum)

    existe uma entrada na wikepedia, em inglês, bastante completa

    este caso aconteceu 24 horas depois um ataque terrorista falhado no metro e nos autocarros de Londres, envolvendo mochilas com explosivos

    a policia identificou a residência dos terroristas envolvidos (identificados pelas câmaras CCTV), e foi desse prédio de onde saiu o Menezes com uma mochila, e infelizmente, fisicamente, tinha algumas semelhanças com um dos terroristas do dia anterior

    a unidade de vigilância considerou Menezes como um terrorista, baseado nessa classificação uma 2ª unidade da policia, com treino de forças especiais, entrou em acção a bateu Menezes como sendo um terrorista suicida, seguindo os procedimentos correcto: vários tiros na cabeça ( esta “técnica” foi desenvolvida pelos israelitas e é tb treinada pelos Grupo de Operações Especiais da PSP em Portugal)

    as criticas à policia são:

    identificação errónea
    não o terem dominado fisicamente na via pública de surpresa (se bem que a Unidade Especial com treino para isso só entrou em acção no fim da perseguição, já dentro do metro)

    por fim, deixo algo para reflectirem:

    The level of Brazilian protest raised criticism with some British commentators who noted that extra-judicial executions by the police in Brazil are far from rare.
    An Amnesty International report published in 2004 reports that official figures show that in 2003 police shot dead 915 people in São Paulo alone, while 1,195 were killed by police in Rio de Janeiro.
    Amnesty also reported that such deaths were rarely investigated. Others questioned whether the United Kingdom should use this standard to justify its own failing in this instance

  9. Golani

    VER FILTRO SPAM

  10. Golani

    Imagina o barulho caso um turista inglês fosse morto por engano por policiais ‘mal preparados’ no Rio de Janeiro.

    aconteceu recentemente uma situação não muito longe dessa, e deu menos barulho:

    Brasil: turistas baleados por engano pela polícia
    Espanhol e italiano foram «confundidos» com assaltantes de banco

    2007/09/28 | 16:30

    Sete polícias feriram por engano dois turistas estrangeiros, um espanhol e outro italiano, no Estado do Ceará, região Nordeste do Brasil, afirmou esta sexta-feira um porta-voz da polícia local.

    O major Marcos Costa disse à agência Lusa que os turistas estavam num veículo semelhante a um outro automóvel utilizado por criminosos para assaltar um banco, na capital, Fortaleza, quinta-feira à noite.

    «Os polícias acharam que o veículo dos turistas fosse o dos bandidos. Os turistas não perceberam a abordagem policial e arrancaram o veículo, num semáforo, quando então os polícias disparam diversas vezes», disse.

    Um dos disparos atingiu o ombro e a medula do turista espanhol Marcelino Ruiz Pompeu, que ficará paraplégico, segundo o doutor Jonas Araújo, responsável pelo atendimento de emergência do Hospital Instituto José Frota.

    O turista italiano Inocenzo Brancati e a sua mulher, a brasileira Denise Brancati, também foram atingidos pelos disparos, mas foram socorridos e «passam bem», segundo o porta-voz da polícia.

    A noiva do turista espanhol, que também estava no veículo, atingido por mais de 25 disparos, não foi ferida, mas está em estado de choque, avançou a mesma fonte.

    O acidente decorreu momentos depois de o casal espanhol ter desembarcado no aeroporto internacional de Fortaleza, onde estavam sendo aguardados pelo turista italiano, que há anos mora no Brasil, e por sua esposa.

    O major Marcos Costa avançou igualmente que os sete polícias envolvidos na acção desastrada entregaram as suas armas para uma perícia e foram afastados das actividades de rotina.

    «Já iniciámos uma investigação. Caso sejam responsabilizados, poderão ser afastados da Polícia do Ceará e responder em processo criminal por tentativa de assassínio», disse.

    O porta-voz sublinhou ainda que, por causa do erro, o comando da Polícia do Ceará já se reuniu para planear um treino de abordagens policiais mais seguras, como forma de evitar a repetição do engano.

    Em declarações à imprensa local, Denise Brancati, que teve ferimentos nos joelhos, disse que não percebeu que o veículo do marido era o alvo dos polícias.

    «Vimos uma intensa movimentação de polícias e, quando os disparos começaram, pensamos que era fogo cruzado. Não sabíamos que os tiros eram para nós», disse.

    Denise Brancati afirmou também que os polícias só pararam de atirar quando ouviram os seus gritos de «pára, pelo amor de Deus, aqui nesse carro não tem nenhum assassino».

  11. Golani:

    “este caso é bastante complexo, mas o teu post é extremamente tendencioso (e as referências a uma AK47 não fazem sentido nenhum)”
    -> Essas referências são uma forma de exprimir o absurdo imerso neste caso, Golani! Não são literais! São apenas uma forma de exprimir o absurdo inútil e injustificado que foi esta morte e, pior, a inconsequência da mesma.

    “existe uma entrada na wikepedia, em inglês, bastante completa”
    -> Sim, creio que já a li.

    “este caso aconteceu 24 horas depois um ataque terrorista falhado no metro e nos autocarros de Londres, envolvendo mochilas com explosivos”
    -> Implicitamente, estás a admitir que a polícia britânica agiu sobre nervos, e de forma precipitada e óbviamente (pelas consequências) assassina… E se agiu assim, porque não houve punição pelo erro mortal cometido?

    “a policia identificou a residência dos terroristas envolvidos (identificados pelas câmaras CCTV), e foi desse prédio de onde saiu o Menezes com uma mochila, e infelizmente, fisicamente, tinha algumas semelhanças com um dos terroristas do dia anterior”
    -> Continua a não ser argumento para o balear… Apenas para o imobilizar.

    “a unidade de vigilância considerou Menezes como um terrorista, baseado nessa classificação uma 2ª unidade da policia, com treino de forças especiais, entrou em acção a bateu Menezes como sendo um terrorista suicida, seguindo os procedimentos correcto: vários tiros na cabeça ( esta “técnica” foi desenvolvida pelos israelitas e é tb treinada pelos Grupo de Operações Especiais da PSP em Portugal)”
    -> O erro existe neste tipo de operações, e é impossível reduzi-lo a zero sem perder capacidade operacional. Isto é claro. Quem usa armas, comete alguns erros, inevitavelmente. Mas esta não é totalmente a questão aqui, a questão aqui está principalmente no terreno da impunidade do Erro. Um pouco como acontece com frequência com as mortes civis por “fogo colateral” no Iraque. Os autores destas mortes devem ser criminalmente responsabilizados pelos seus “erros técnicos”? A minha posição é que sim, devem sê-lo. A tua é oposta?

    “The level of Brazilian protest raised criticism with some British commentators who noted that extra-judicial executions by the police in Brazil are far from rare.”
    -> And…
    -> A sério, não tem nada a ver. São dois problemas reais e concretos, mas distintos.

  12. Golani

    Published: 2007/11/01 14:21:17 GMT

    Police guilty over Menezes case
    London’s police force has been found guilty of breaking health and safety laws over the shooting dead of a man officers mistook for a suicide bomber.

    The Metropolitan Police unnecessarily put the public at risk in chasing Brazilian Jean Charles de Menezes across the city, a jury decided.

    Armed police shot Mr de Menezes shot seven times in the head at Stockwell Tube station on 22 July 2005.

    The force has been fined £175,000 and ordered to pay £385,000 in costs.

    The Old Bailey jury said police chief Cressida Dick, who led the operation, bore “no personal culpability”.

    In a statement, Len Duvall, chair of the Metropolitan Police Authority (MPA), said policing in London was “a tough business”.

    “We ask the police to do a difficult job on our behalf and sometimes they make mistakes,” Mr Duvall said.

    “This case led to the tragic death of an innocent man. Our ultimate aim is to make sure we all learn from this tragedy.”

    The MPA said it fully supported Met Police Commissioner Sir Ian Blair and would continue to work with him.

    But the Liberal Democrats have called for Sir Ian to resign.

    The unprecedented, highly controversial trial came after prosecutors said that no individual officer could be held responsible for the electrician’s death.

    Instead, they said the force, represented by the Met Commissioner’s Office, should be tried for failing to protect the public from the risks posed by a suspected suicide bomber on the loose.

    The Met vehemently denied the allegation during the trial, saying that there was no case for it to answer.

    But Clare Montgomery QC, prosecuting, told the jury that Scotland Yard commanders had made a string of errors on 22 July that culminated in an unwarranted risk to the public and ultimately the death of Mr de Menezes.

    Health and safety

    Sir Ian had warned before the trial began that a guilty verdict would have profound effects on policing.

    He said officers would be left in a difficult position of not being able to use their judgement in emergency situations, out of fear of breaking the law.

    But during his summing up, Mr Justice Henriques told the jury they needed to focus on the key events of the day.

    “It was not appropriate to say this case may have an influence on the way police throughout the country may carry out their work in the future,” he told the jury.

    “Your concern is the past and what happened on July 22, nothing more, nothing less.”

    Failures

    The operation began when detectives investigating the failed suicide bombings of the previous day linked one of the suspects, Hussain Osman, to a block of flats in south London.

    Mr de Menezes also lived in the block, and when he left home at 0930 BST, surveillance officers were unsure if he was their target.

    Ms Montgomery told the court the situation had worsened because senior officers failed to keep to their own agreed plan, while firearms teams were both poorly briefed and in the wrong locations.

    This meant that it became impossible to effectively stop the suspected suicide bomber before he boarded a bus and headed for the underground system.

    The Met denied this, saying its commanders and officers on the ground did all they could to apprehend the bombers and minimise the risks to the public.

    Story from BBC NEWS:
    http://news.bbc.co.uk/go/pr/fr/-/2/hi/uk_news/7069796.stm

  13. Golani: Bem, pelo menos a Polícia foi condenada. Aqueles que premiram o gatilho, parece que não… E a Polícia aliás, logo no princípio ilibou-os de qq suspeita. Mas sempre se fez alguma Justiça, o que não é mau, nos tempos que correm!

  14. Golani

    Aqueles que premiram o gatilho

    os tipos que premiram o gatilho (Specialist Firearms unit CO19) iam convencidos que se tratava de um bombista suicida

    o que falhou foi a vigilância (que o identificou como terrorista) e a comunicação entre a equipa de vigilância e a unidade armada que não foi clara quanto ao que fazer

  15. Teixeira

    Lamento profundamente a morte desse brasileiro estando distante do Brasil.
    Entendo que a autoridade policial inglesa – assim como aqui – tem pouquíssimo tempo para tomar decisões, as quais podem eventualmente causar dano à população ou a pessoas em particular.
    ( E isso também acontece por aqui no Brasil).
    Desta forma, a Scotland Yard está no seu verdadeiro papel de procurar – embora neste caso de forma desastrada – neutralizar a ação dos terroristas que infestam seu país. Isso é direito seu.
    No entanto, a postura do “dane-se” não pode de forma alguma ser merecedora de nosso apoio ou de nossa consideração, ou de nosso perdão.
    Note-se que a polícia brasileira erra, porém assume publicamente seus erros e os culpados são efetivamente penalizados.
    Esperamos pelo menos um pouco de respeito.
    Se não pela nossa nação – que até segunda ordem ainda é uma nação soberana – ou por nossos concidadãos, pelo menos que o seja pela nossa inteligência ou pela inteligência de todos os povos do mundo.
    A Yard não pretente enganar a toda a humanidade, pretende?
    Para eles é infinitamente mais fácil influenciar as magistraturas do que aqui.
    Sugiro respeitosamente que o próprio governo britânico coloque em algum lugar público uma inscrição: “Em tributo ao Sr. Jean Charles de Menezes, assassinado por engano pela Scotland Yard, e acobertado pela justiça britânica”.
    Se continuar assim, corre o risco de eles confundirem algum membro da própria família real com algum africano ou chinês, ou com um esquimó, quem sabe?
    Sim, porque embora isso pareça um absurdo, os critérios de avaliação seriam exatamente os mesmos…
    A Yard e o governo britânico acabam de assinar um atestado mundial de desrespeito, incompetência e desonestidade.
    Shame on you!

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