Daily Archives: 2006/07/09

Alkatiri admite por fim aquilo que todos já sabíamos: A Crise Timorense foi orquestrada pela Austrália

Em entrevista o antigo Primeiro Ministro de Timor-Leste Mari Alkatiri atrevesse finalmente a dizer publicamente aquilo que todos já sabíamos: que a sua demissão não passou da execução de um plano australiano para tomar o controlo dos recursos petrolíferos de Timor Leste…

“Mari Alkatiri afirmou ontem que a sua demissão foi “uma conspiração orquestrada” devido às negociações sobre o petróleo do Mar de Timor. Barbedo de Magalhães dá alguma razão ao ex-primeiro- ministro, equacionado uma “falta de diálogo”.
“Não tenho dúvidas de que o conjunto dos «media» australianos tentou «demonizar-me». A realidade é essa. Porquê? Não tenho dúvidas de que alguns ministros e responsáveis australianos não gostam de mim porque me conhecem como um negociador exigente”, disse o ex-primeiro-ministro timorense numa entrevista publicada ontem pelos jornais australianos «Sydney Morning Herald» e «The Age».”

E assim se vê, como Xanana manietado pela sua mulher australiana e como o ambicioso Ramos Horta, sempre desejoso do cargo de Secretário Geral da ONU e logo ansioso por agradar a australianos e aos seus “patrões” americanos embarcaram neste triste papel de marionetas dos interesses económicos e geoestratégicos australianos.

Alkatiri tentou resistir a esta intensa pressão e pagou-o bem caro.

Ele e… Timor Leste, agora em via de se tornar mais um protectorado australiano na Oceânia.

Fonte: “O Primeiro de Janeiro”

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A seita dos “Breatharians”

Uma seita, liderada pela senhora Greve, de Brisbane, na Austrália reuniu mais de cinco mil crentes na sua “Igreja” que defende que o Homem pode alimentar-se apenas do ar. Tratam-se dos “Breatharians” que acreditam que antes de se chegar ao último grau, em que todo o alimento físico se torna desnecessário mas onde é preciso seguir um programa preciso: 1) exercícios preliminares; 2) Abolir a carne; 3) Comer todos os alimentos crús: 4) Só comer alimentos líquidos.

Corriere della Sera, Milan (Junho 1998).

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O “Sofrimento” no Budismo

Quando Buda afirma que tudo é Sofrimento, quer dizer que o ser humano é o único ser vivo que procura coisas que nunca poderá ter. E a frustação que resulta dessa insatisfação semipermanente produz a Felicidade Efémera e o Sofrimento (pela Carência) Semipermanente.

Esta é, na verdade, a ligação entre a Primeira e a Segunda das Nobres Verdades do Budismo. Com efeito, é o Desejo que está na raíz de todo o Sofrimento, mas não o termo “Desejo” tal como o usamos no Ocidente, mas a palavra correspondente na língua Páli e que pode talvez ser melhor traduzida por “Sede” (Tanhã), no sentido de uma “Sede” Profunda e Absoluta, capaz de levar o Sedento aos maiores actos de desespero. Tal é o “Desejo” que serve de base ao Sofrimento.

Como se escreve no “Dhammapada”, uma recolha de aforismos dos primeiros tempos do Budismo:

“Em todas as coisas, o elemento principal é o da mente, isso é o mais importante. Tudo provém da mente. Se um homem fala ou age sob uma má influência da mente, o sofrimento segue-o de tão perto como a roda segue a pata do boi que puxa a carroça”.

Este segmento ilustra que tudo está na forma como encaramos a Realidade e reflectimos sobre ela. Quando o Homem se consome na busca fátua por uma “Felicidade” que não é concreta, real ou substancial e a confunde por permanente ou eterna, encontra o domínio do Sofrimento.

Citando de novo o Dhammapada: “Em todas as coisas o principal é a mente; a mente é predominante. Tudo se faz a partir da mente. Se um homem fala ou age com uma mente purificada, a felicidade acompanha-o de tão perto como a sua sombra inseparável.” Assim, se o Homem conseguir corrigir a sua mente, repelir a Ignorância que está na base do Sofrimento e purificar a sua Mente, encontra a Sabedoria e, repele o Sofrimento.

Bibliografia:
Introdução ao Budismo, Dennis Gira
O Budismo Tibetano, Dalai Lama
Quem é o Buda? Sangharakshita
Breve História do Budismo, Andrew Skilton
Psicologia e Religião Oriental, C. G. Jung

Categories: Budismo, Política Nacional | 4 comentários

Sinceridade Libanesa

“O Ministério da Informação é um poço de burocratas, preguiçosos e privilegiados”.

Ghazi Aridi

Ministro da Informação do Líbano

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