Porque dei 9 e não 10 pontos ao pacote governamental de “Liberalização do Sector Farmacêutico”

A apresentação do pacote de "Liberalização do Sector Farmacêutico" já mereceu uma entrada positiva na nova página deste Blog designada como "Barómetro Socrático" (+9 pontos). Assim se vê, como concordo basicamente com o pacote.

O conjunto de medidas propostas pelo Governo vai aumentar o número de farmácias e o seu horário de funcionamento. Paralelamente, nos hospitais públicos, teremos farmácias a funcionar por 24 Horas; cessarão os preços fixos de medicamento; poder-se-á adquirir medicamentos através da Internet e possibilitar-se-á a venda em unidose. Todas estas medidas são positivas para o Estado e para os Utentes devendo por isso ser aplaudidas e foi por isso que mereceram os tais nove pontos que lhes atribuí…

Mas não lhe dei dez pontos, porque de fora deste pacote reformista ficou ainda a estranhíssima limitação da distância mínima entre farmácias e de capitação populacional mínima em cada Concelho. Estas cedências corporativas ao Império da ANF continuam a prejudicar os utentes… Por exemplo, é incompreensível porque é que vivendo eu na avenida de Roma, em Lisboa, tenha que deslocar-me uns bons 700 metros até à farmácia de Serviço que se encontra no 16-B da Estados Unidos da América, passando por várias farmácias que estão sempre fechadas e que nunca se encontram de serviço. Eu posso andar, mas e os idosos que vivem em grande número nestas avenidas lisboetas? E que não conduzem? Vão de Táxi?

Categories: Política Internacional, Política Nacional | 1 Comentário

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One thought on “Porque dei 9 e não 10 pontos ao pacote governamental de “Liberalização do Sector Farmacêutico”

  1. As farmácias têm sido dos negócios mais lucrativos da nossa sociedade. O Socrates acabou por não ir tão longe como podia porque fez um acordo com a poderosa Associação de farmácias e teve de ceder em alguns pontos. Também penso que as farmácias hospitalares e os seus lucros, poderiam muito bem ter ficado dentro do SNS se fossem exploradas pelos proprios Hospitais. Seria mais uma forma de financiar o sistema que tão caro custa ao estado.
    um abraço

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