Timor-Lorosae: Balanço das Forças no Terreno

Do lado dos "Rebeldes":

20 soldados do Major Alfredo Reinado (armados)

200 "estudantes de artes marciais" (armados com armas brancas)

150 ex-militares das F-FDTL (desarmados)

? Polícias (armados, mas quase sempre passivos)

Do lado do "Governo":

600 soldados das F-FDTL (armados)

um número indeterminado, mais baixo de polícias

Do lado das "Forças Internacionais" chamadas pelo Governo Timorense:

2000 soldados australianos, entre os quais um destacamente de 150 forças especiais, 20 M-113, vários Black Hawk e 2 navios de guerra

120 polícias portugueses da GNR (a caminho)

16 polícias portugueses dos GOE da PSP (8 no local, 8 a caminho)

60 polícias e soldados na Nova Zelândia (a caminho)

500 soldados da Malásia (a caminho)

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Categories: Política Internacional, Sociedade | 7 comentários

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7 thoughts on “Timor-Lorosae: Balanço das Forças no Terreno

  1. Mas como é que esta malta esqueceu tão depressa a ocupação Indonésia?!!! Confesso que estou espantado!!!

    Amigão;
    Obrigado pelas palavras doces deixadas na Catrineta.

    Um @bração do
    Zeca da Nau

  2. Não parece ser uma guerra muito populosa, mas com as montanhas ali tão perto pode tornar-se demorada. Espero que se entendam rápidamente e mostrem merecer a liberdade que tanto lhes custou a ganhar.
    bom fim de semana
    um abraço

  3. Talvez a saturação da corrupção estrangeira, da má repartição dos empregos e lucros, tenha algo a ver com isto. Tenho uma amiga em Timor que me falou do escandalo das ONG australianas, que apesar de tudo, os portugueses estão lá de coração, mas que os restantes estrangeiros estão lá para sacar o que puderem! Os timorenses estão a ficar de parte, obviamente que não falo das grandes familias da “independência”. Para além da corrupção, há ódios antigos, ou seja ódios etnicos, que estavam adormecidos pela luta contra um inimigo comum. Mas agora que esse inimigo se foi embora, esses ódios voltaram.
    Espero que a paz volte…

  4. Para não repetir o que os anteriores comentadores já disseram, vou apenas dizer que concordo com uma intervenção portuguesa, apesar de não perceber porque terão de ir GNRs para uma quase guerra civil. ( para receberem os tais 3500 euros?). Para que servem as FA?

    Aos tais 1300 australianos teria de se somar 2 navios de guerra, blindados, helicópteros…

    Espero que os timorenses não sejam estupidos e se lembrem do que lhes custou a liberdade… Ou já será tarde?

  5. Creio que a tua intenção ao avançares estes números, foi exactamente a de chamar a atenção para o poderio australiano no terreno, já que, eles assim que chegaram subverteram as condições do pedido de ajuda timorense e assumiram a liderança de todas as forças internacionais.
    Vamos ver no que dá, mas não me parece que seja bom para os timorenses, pois o gás e o petróleo são demasiado tentadores para os “amigos” australianos.

    Um abraço.

  6. Espero um dia voltar a Timor e não assistir ao triste espectáculo a que assisti em 2000. Eles já sofreram demasiado e merecem defenitivamente a paz!

    Mas essa coisa chamada petroleo por vezes é capaz do pior!

    Saudações!

  7. A falta de trabalho e a corrupção pode dar origem a estas pequenas revoluções internas em recentes democracias. Um homem do poder é distituido, tem mais 100 homens com ele leva-os atrás vão criando confusão e caos, ganham adeptos para a causa, desempregados nem estão a favor da sua política mas decidem combater o governo juntos, etc..etc..é assim que tudo começa.

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