Daily Archives: 2006/05/17

Quid 29: Que hidroavião é este?

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Categories: LOST (Perdidos), Quids | 9 comentários

O Clever: o carro europeu “esperto” para o ambiente e para vida urbana

Clever Car

Depois do alerta do Sá Morais para o interessante projecto espanhol para um inusitado e revolucionário Carro de Ar Comprimido (yep! isso mesmo!) lembrei-me de que já andava há uns tempos para escrever sobre o Clever

Este projecto da Univerdade britânica de Bath recolhe o nome das iniciais "Compact Low Emission Vehicle". Funciona com um motor de gás natural comprimido, um combustível que garante emissões muito menores que os motores convencionais. O seu dimunuto peso (menos de 400 Kg) garante-lhe baixos consumos, apesar da sua velocidade máxima de 100 Km/h.

O custo total do projecto é de 3.3 milhões de euros, 2/3 receberam financiamento europeu. O preço de comercialização de cada veículo deverá rondar os 11 mil euros. 

Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional | 2 comentários

Dan Brown; o “Fortaleza Digital” e a crítica a Espanha presente no último livro do autor do “Código da Vinci”

Acabei ontem o último livro de Dan Brown… Não falarei aqui sobre o enredo do dito, para não ser um Spoiler… Mas gostaria de deixar uma confissão: este é o livro mais "anti-espanhol" que já li… Dan Brown não escreve propriamente "literatura", estando a sua obra mais perto do "cinema escrito" do que da Literatura, mas documenta-se muito bem para os seus livros e as suas descrições do sul de Espanha e nomeadamente de Sevilha que inclui neste livro ("Fortaleza Digital") mostram que passou longos períodos de tempo no Sul de Espanha, investigando e recolhendo dados para este livro. E indicam também que essa experiência não lhe correu muito bem… Como sabem o seu "estilo" é o de dividir os seus livros por pequenos capítulos geralmente com menos de duas páginas. Pois bem, no "Fortaleza Digital" os capítulos onde a acção decorre em Espanha incluiem geralmente críticas a Espanha, aos Espanhóis ou à cultura espanhola… E estas críticas são à dezenas!… Eis alguns exemplos:

"A fila tinha cerca de dez pessoas, todas elas a empurar e a gritar. A Espanha não era famosa pelos seus níveis de eficiência e Becker sabia que era bem capaz de ficar ali toda a noite à espera de informações sobre o canadiano." p99

"Um pulmão perfurado era fatal. Talvez não em regiões medicamente mais avançadas do mundo, mas em Espanha (itálico!!!) era fatal." p345

"A escada era íngreme e já ali tinham morrido turistas. Aquilo não era a América: não havia sinais a alertar para o perigo, nem corrimões, nem cartazes a declinar qualquer responsabilidade por possíveis acidentes. Aquilo era a Espanha. Se alguém fosse estúpido ao ponto de cair, o problema era dele e não de quem construíra a escada." p360

E mais, mais, mais, as citações deste género podiam estender-se por quase todos os capítulos… Ignoro o que se passou com Dan Brown em Espanha, mas certamente que não tirou da viagem uma experiência positiva… E que o seu livro não deve ser muito apreciado lá pelas bandas de Castela, não deve ser, não… Depois de tanta "tacada" sobre a Igreja Católica, Brown arremete agora contra a mui fiel e católica Espanha… Os seus índices de popularidade entre os "nuestros hermanos" não devem portanto andar muito altos…

É também curioso que um dos personagens principais do livro seja português e nascido em Lisboa… E que não surjam referências à nossa nacionalidade (livra!), apesar de referir explicitamente essa naturalidade.

Terá Brown razão nas suas críticas aos "baixos níveis de efiência" de Espanha? Apesar do seu crescimento dos últimos anos? Será a Espanha um país tão atrasado como refere Brown? Ou será que exprime apenas alguma daquela soberba e altivez que Agostinho julgou reconhecer nos povos do norte da Europa e dos quais a América Anglo-Saxónica é o expoente máximo?

Já passei em Espanha (Sul) algumas temporadas de férias e confesso que não vi essa ineficiência ou incompetência generalizadas a que alude Brown… Aliás, os espanhóis pareceram-se muito parecidos – em muitos aspectos – connosco próprios… Desde o temperamento, à atitude perante a vida, embora tenham um leve toque de arrogância e superioridade (os de Madrid e Castela, sobretudo), algo que se atenua ou desaparece nos galegos e andaluzes.

Mas…

Terá Dan Brown alguma razão?…

Categories: Sociedade, Wikipedia | 17 comentários

RepórterGrunho: Fotografia 9

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Numa larga distância de passeio, aqui nesta avenida a chamada de "Estados Unidos da América" em Lisboa, não encontramos mais do que betão, carros estacionados, semáforos e muito, muito barulho… E pelo meio, entre o betão e sobrevivendo incólume entre os pneus dos automóveis encontrei flores silvestres… Prova consumada de que a Natureza consegue sobreviver mesmo nos ambientes mais adversos…

Categories: RepórterGrunho | 3 comentários

“Porque é que os indianos são melhores no Cricket do que no Futebol?” e as dificuldades da Índia…

"Porque é que os indianos são melhores no Cricket do que no Futebol?" pergunta Dilip Modi, dono de uma empresa de comunicações móveis indiana. Porque, de cada vez que dás um canto a um indiano, ele abre uma loja. Com efeito, a Índia, tem a densidade mais elevada de lojas de retalho do mundo… Mais de 15 milhões, comparados com 900 mil nos EUA, onde o mercado é… 13 vezes maior!

Embora a Índia seja – sob muitos aspectos – um campeão da Globalização e a deslocalização de firmas ocidentais para a Índia seja um fenómeno crescente, o sector do comércio na Índia está ainda fortemente protegido por leis proteccionistas. Por exemplo, o investimento directo por parte de multinacionais do ramo é expressamente proibido por Lei.

O país que assentou a sua recuperação e os altos níveis de crescimento do PIB na competitividade, usa, ele próprio, para se defender dessa mesma globalização os mesmo mecanismos proteccionistas de cuja abolição tanto depende…

As Leis do Trabalho indianas desencorajam os grandes negócios, impossibilitando os despendimentos em grande escala, e a existência de uma multiplicidade de níveis burocráticos, desde o muniícipio ao Estado, terminando pela União colocam todos os grandes negócios numa trama impossível para quem seja um outsider… As dificuldades com infraestruturas raras ou deficientes, com uma bolha inflacionária no Imobiliário e com a existência de grandes diferenças no nível de vida entre o Campo e as Cidades colocam a Índia no grupo dos países em Desenvolvimento com maiores potencialidades para uma explosão social e o crescente sucesso do movimento maoísta naxalita é apenas um dos primeiros sinais do que está para vir…

Apesar disso, a economia indiana manteve nos últimos 3 anos, uns impressionantes 7.5% de crescimento do PIB. Os altos níveis de poupança e as remessas dos milhões de indianos no exterior dão margem para que esse valor cresça ainda mais… Mas com tantos problemas no seu seio… Com ondas proteccionistas, com naxalitas, com 300 milhões de indianos a viverem com menos de 1 euro e meio por dia… Como poderá a maior democracia do mundo continuar a crescer a esse ritmo?

Fonte: The Economist, 15 de Abril de 2006

Categories: Política Internacional, Sociedade | Deixe um comentário

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