Daily Archives: 2006/05/09

As mãos invisíveis do Mercado…

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"roubado" de http://www.resistir.info/

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Categories: Humor | Deixe um comentário

«Bodhicaryavatara» de Shantideva: Citação 1

"II. A Confissão

(…)

34. Vezes sem conta o prazer e o desagrado foram para mim ocasião de mal agir. Como pude esquecer que um dia teria de abandonar tudo e partir?…

35. Os que me incomodaram já cá não estarão, os que me agradaram também não, e até eu já não existirei, aliás nada subsistirá.

36. O que agora percebo não passará de uma lembrança, tal como as coisas que nos atravessam os sonhos, passageiras, fugazes… nunca as veremos.

37. Durante a minha permanência neste mundo, muitos se foram, uns amigos, outros inimigos, mas o mal que cometi por causa deles continua sempre presente, como uma ameaça que não me larga.

38. Estou de passagem nesta terra, foi isso que não compreendi. Quanto mal não cometi por desvairo, por afeição ou por ódio…"

(…) 

 página 40

 

"O Caminho para a Iluminação" «Bodhicaryavatara» de Shantideva; Livros e Leituras; Lisboa; 1998.

Categories: Budismo, Política Nacional | 7 comentários

Afinal eles existem!… A Procuradoria Geral da República respondeu ao meu mail enviado em 2001!

Hoje, fiquei literalmente varado pelo espanto quando recebi na minha caixa de correio esta mensagem:

"R-2905/01 (A6); msg. de 2001.06.28

Na sequência da mensagem com data acima indicada, compreendendo-se o essencial da situação narrada, tentou-se verificar que soluções poderiam ser encontradas, não só para reforçar as condições de segurança intrínseca do bilhete de identidade, como também auscultando as entidades competentes quanto à possibilidade de instituição de mecanismos de controlo suplementares, como o sugerido por V.ª Ex.ª

Colocou-se, assim, à consideração do Banco de Portugal e do Governo, oportunamente, a hipótese, também levantada por V.ª Ex.ª, de uma base de dados alimentada pelo binómio número-data de emissão de documentos de identificação furtados ou dados como desaparecidos.

A recepção daquela primeira entidade foi favorável, não tendo sido possível, ainda no âmbito do XV Governo Constitucional, obter qualquer resposta que não a remessa para os estudos, que já vinham do XIV Governo, a respeito da modificação do modelo de bilhete de identidade.

A instabilidade governativa entretanto vivida não permitiu o aprofundamento destes contactos. Todavia, com a recente divulgação do conceito que presidirá ao futuro cartão do cidadão (cfr. <http://www.cartaodocidadao.pt/> ), creio que as legítimas preocupações suscitadas a respeito do furto de identidade ficarão suficientemente salvaguardadas.

Assim, não só o suporte físico do documento torna mais difícil a execução de falsificação dos elementos básicos (v. g. a fotografia ou a assinatura), como a autenticação por número-chave, de modo idêntico ao do vulgar multibanco, reforça a privacidade do uso pelo seu titular. Também estão descritos procedimentos a implementar em caso de furto ou desaparecimento, incluindo a anulação do cartão.

Nessa medida, creio que a curto prazo as preocupações manifestadas por V.ª Ex.ª, na sequência dos incómodos que pessoalmente sofreu, terão tutela adequada."

Esta mensagem é a resposta a uma mensagem de correio electrónico que enviei em 2000 e que resultava de uma série de peripécias sofridas pela minha pessoa depois do furto do meu Bilhete de Identidade (clicar aqui), em consequência do furto da minha carteira num autocarro da Carris, da carreira 33, surgiram nos meses seguintes vários processos em que era arguido. Nestes processos, o falsário, usava cheque furtados a terceiros que pertenciam sempre a contas solidárias (o que permite que qualquer pessoa assine o cheque, desde que apresente um B.I. com o mesmo nome que é assinado) para comprar, roupas, comida, telemóveis, etc.

A coisa deu inclusivé azo a duas reportagens na RTP1 e a uma série de mensagens trocadas com grupos parlamentares da Assembleia da República e representantes do Banco de Portugal, sempre com o objectivo de procurar eliminar os mecanismos que os falsários usavam para viverem deste esquema de cheques de contas solidárias com identificações furtadas.

A coisa andou, sem dar em nada, a maioria do tempo… E a os processos acabaram por ser todos arquivados, especialmente depois de ter descoberto que o meu B.I. andava com uma fotografia de um africano… Ora sendo eu caucasiano… A falsificação era evidente e grosseira, e talvez por isso mesmo os casos acabaram por desaparecer (knock, knock, na madeira… ainda pode aparecer qualquer coisa…)

E agora, cinco anos volvidos, lá responde finalmente a Procuradoria…

Por um lado, a medida que em boa hora (ainda que tardia) este Governo decidiu implementar – e que aguardo ansiosamente – do "Cartão do Cidadão" vem como indica correctamente o Procurador dar resposta cabal ao grande problema que representava para os portugueses a extrema facilidade que havia em falsificar os Bilhetes de Identidade. Por outro lado, o bom acolhimento dado pelo "Banco de Portugal" à minha proposta da criação de uma base de dados de documentos furtados/falsificados é também animador…

Será que afinal… às vezes… e cinco anos volvidos… o sistema funciona?

(bem, pelo menos, não perdem os mails com mais de cinco anos)

Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 7 comentários

RepórterGrunho: Fotografia 6

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"Stres e tensão muscular"

Stres?

É certo que segundo o novo Dicionário da Academia, a grafia portuguesa correcta seria "stresse" (eu sei… eu sei…), mas este "stres" é novo… Bem, pelo menos não escreveram "streche", o que ainda seria pior.

Enfim, mais uma facadinha na língua portuguesa descoberta aqui pelo "Repórter Grunho" numa rua algures em Lisboa…

Categories: RepórterGrunho | Deixe um comentário

Yak “Skylifter”: O avião que quer colocar em órbita pessoas e cargas

Yak Skylifter

A Yakovlev desenvolve actualmente um programa extremamente complexo e difícil que pretende construir um grande avião que possa lançar foguetões ou mesmo veículos espaciais tripulados.

O projecto "Skylifter"deverá ser capaz de transportar uma carga de até 408 toneladas, o que poderá corresponder ao peso bruto de vários dos sistemas de lançamento (RLVs) da actualidade até 9 Km de altitude e a uma velocidade máxima de Mach 0.65-0.75.

O Yak "SkyLifter" subsistuíria assim o primeiro andar dos sistemas de lançamento convencionais da actualidade, reduzindo dramaticamente o custo de lançamento de cargas para órbita terrestre. Altrnativamente, poderia ser usado para levar outros tipos de cargas, militares e civis, mas com um peso total de carga inédito e nunca antes tentado noutra aeronave.

Concebido para manter os custos do projecto tão baixos quanto o possível, o "Skylifter" empregria as asas do Antonov An-124, o trem de aterragem do An-225, enquanto que a sua fuselagem dianteira o seu nariz seriam "emprestados" do avião comercial Yakovlev Yak-40.

Na sua área de carga, o "Skylifter" teria disponível uma altura de 7 metros e uma largura máxima de 24 metros. 

Fonte: http://www.aeronautics.ru/nws002/awst045.htm

Categories: SpaceNewsPt | Deixe um comentário

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