UNICEF

 

Dando seguimento ao desafio do Pires, do Espreitador, gostaria de aqui destacar o papel importante e determinante na vida de tantas crianças do Mundo que é cumprido esforçadamente pela UNICEF e que pode ser consultado aqui:

 

Podem contribuir para o esforço gigantesco que a ONG tem feito para reduzir o sofrimento das crianças por todo o mundo, clicando aqui e usando um simples terminal de Multibanco. O vosso donativo (deduzível no IRS) será usado assim:

"• O que fazemos com 5 Euros
Compramos material escolar para uma criança, incluindo, giz, ardósia, esponja e uma mochila.

• O que fazemos com 10 Euros
Fornecemos 100 saquetas de sais de reidratação oral para proteger crianças da morte por desidratação
diarreica.

• O que fazemos com 20 Euros
Compramos uma caixa térmica para transportar vacinas.

• O que fazemos com 50 Euros
Distribuímos 1.000 pastilhas para purificar a água.

• O que fazemos com 115 Euros
Fornecemos apoio escolar para 10 crianças órfãs durante um ano.

• O que fazemos com 200 Euros
Compramos uma tenda resistente para abrigo de uma família em situação de emergência.

• O que fazemos com 300 Euros
Compramos uma bomba hidráulica para fornecer água a uma aldeia de 250 pessoas.

• O que fazemos com 500 Euros
Fornecemos um posto de saúde ambulatório para uma aldeia."

Eu já cliquei!

P.S.:
A UNICEF pronunciou-se recentemente sobre o polémico acórdão do STJ a propósito das crianças deficientes mentais espancadas numa instituição

"Lisboa, 12 de Abril de 2006 – O Comité Português para a UNICEF vem lamentar com veemência o conteúdo do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça nos termos do qual foi decidido ser "lícito" e "aceitável" infligir palmadas ou estaladas a crianças, bem como fechá-las em quartos escuros como forma de as educar.

 

Esta decisão contraria o texto da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, ratificada pelo nosso país há mais de 15 anos o que lhe confere força de lei. Nos termos da Convenção, os Estados devem proteger todas as crianças contra “todas as formas de violência física ou mental, dano ou sevícia, abandono ou tratamento negligente; maus-tratos ou exploração”. Neste sentido, as Nações Unidas, já há mais de quinze anos que têm vindo a afirmar que as palmadas, as estaladas e outros castigos desumanos, como o encerramento de crianças em quartos escuros, consubstanciam casos de violência contra crianças pelo que representam claras violações da Convenção.

 

Importa referir ainda que, nos últimos 11 anos, Portugal tem vindo a ser instado pelo Comité dos Direitos da Criança das NU a rever a sua legislação nesta matéria e a adoptar medidas de sensibilização da opinião pública, bem como de educação dos grupos profissionais que trabalham com crianças, designadamente sobre métodos positivos e alternativos de educação infantil. Esta matéria é especialmente importante no nosso país onde os casos de violência extrema sobre crianças têm assumido contornos alarmantes e o número de crianças institucionalizadas é particularmente elevado.

 

É especialmente lamentável que o STJ tenha pronunciado esta decisão num momento em que a comunidade internacional está a prestar uma especial e redobrada atenção à questão da violência contra as crianças.

 

Como é sabido, o Secretário-Geral da ONU vai apresentar à Assembleia-Geral em Outubro deste ano, um estudo mundial sobre Violência contra Crianças, que se espera venha a incluir uma clara recomendação relativa à proibição de todas as formas de violência contra crianças.

 

A UNICEF Portugal apela ao Governo português para que cumpra as recomendações dirigidas ao nosso país pelas NU através do Comité dos Direitos da Criança e adopte as disposições legislativas necessárias para tornar clara a proibição de todos os castigos corporais contra crianças em todas as situações; promova a realização de campanhas de sensibilização da opinião pública sobre esta matéria; integre o tema dos direitos da criança e a proibição de castigos corporais nos curricula dos cursos de formação dos profissionais que trabalham directa ou indirectamente com crianças ou cuja actividade tem repercussões nos seus direitos."

 

Será que estes "senhores doutores juízes" estão tão alto nos seus pedestais que já não são capazes de ler?

Categories: Sociedade, Wikipedia | 6 comentários

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6 thoughts on “UNICEF

  1. Excelente amigo Rui! Não te limitaste a divulgar uma ONG tão importante como é a UNICEF, mas bem e ao teu estilo, a divulgação de mais um caso em que a ONG está apostada não te passou ao lado e a oportunidade foi de imediato agarrada.

    Um abraço.

  2. Excelente sentido de oportunidade. Foi escandalosa essa situação,as nossas crianças estão mesmo desprotegidas.
    Um abraço

  3. Parabéns pela tua adesão imediata ao desafio lançado aqui na Blogosfera!
    Ficámos informados do modo de contribuir e do que poderiam fazer com tal ajuda.
    Quanto às palmadas…nem comento!
    Bjinhos

  4. Gostei!!! Sinceramente preferia que estas organizações não existissem, era sinal que viviamos num mundo bem melhor. 😉

  5. Faço minhas as palavras de Dae-su Oh!
    E ainda acrescento, precisamos mesmo parar de olhar só para o nosso umbigo.
    Ah! vc gostou do meu urso não é? Lindo ele!
    Um abraço

  6. Golani

    UNICEF diz que mortalidade infantil desceu

    A mortalidade infantil registou no ano passado o valor mais baixo de sempre , situando-se nos 9,7 milhões de crianças até aos cinco anos, segundo um relatório da UNICEF divulgado em Nova Iorque, informa a agência Lusa.

    «O número global de mortes de crianças registou o seu valor mais baixo de sempre, descendo abaixo dos 10 milhões por ano até aos 9,7 milhões, em comparação aos quase 13 milhões registados em 1990», afirma a directora executiva da UNICEF, Ann M. Veneman.

    A responsável considera, no entanto, que «a perda de 9,7 milhões de jovens vidas por ano é inaceitável», sendo que a maioria das mortes ocorre no continente africano, com 4,8 milhões, devido à propagação do VIH/SIDA, seguido do território asiático, com 3,1 milhões de crianças mortas.

    A dirigente da Unicef refere que em algumas regiões de África a taxa de mortalidade dos menores de cinco anos diminuiu entre os 20 e os quase 30 por cento de 2000 a 2004, apontando a Etiópia, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Ruanda, Tanzânia e Malawi como países de referência.

    «Este é um momento histórico», considera a responsável da Unicef.«Mais crianças sobrevivem hoje do que nas épocas anteriores, agora temos de ir mais longe partindo deste sucesso de saúde pública no sentido da realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio», refere.

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