Monthly Archives: Abril 2006

Ainda não foi desta que levámos com um cometa: Sobre a possibilidade do cometa cometa 73P/Schwassmann-Wachmann 3 atingir a Terra

Embora percorra a Internet com muito vigor um rumor segundo o qual um fragmento do cometa 73P/Schwassmann-Wachmann 3 vai atingir a Terra e provocar uma catástrofe global e uma extinção em massa, a NASA desmentiu a veracidade destes rumores numa declaração publicada a 27 de Abril, afirmando que nenhum dos mais de 40 fragmentos coloca qualquer ameaça à Terra.

Segundo afirmou Donald Yeomans gestor do programa Near-Earth Object (NEO) da NASA:"We are very well acquainted with the trajectory of Comet 73P Schwassmann-Wachmann 3. There is absolutely no danger to people on the ground or the inhabitants of the International Space Station, as the main body of the object and any pieces from the breakup will pass many millions of miles beyond the Earth."

Bem, parece que ainda não foi desta… Mas para quando a criação de um sistema multinacional permanente de vigilância global que cubra todo o firmamento (tal coisa ainda não existe)?

Para quando a instalação de um sistema reactivo (existem diversas propostas concretas) permanente que defenda a Terra e as criaturas que nela vivem da maior ameaça de todas: a de um Impacto de um Objecto Celeste (cometa ou meteorito)?

Como demonstra este – felizmente inócuo – caso: estes acontecimentos podem tombar sobre as nossas cabeças (literalmente) com um aviso de… menos de um mês!

 

Fonte: NASA

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Existem alternativas a este “Pensamento Único”?

Depois de ler o Post "Sugestão da Semana" do Véu da Inocência, em que cita a determinado ponto a frase:

Globalization does not preclude social insurance and egalitarian redistribution – but it does change the mix of policies that can accomplish these ends. "Globalization and Egalitarian Redistribution" demonstrates that the free flow of goods, capital, and labor has increased the inequality or volatility of labor earnings in advanced industrial societies – while constraining governments' ability to tax the winners from globalization to compensate workers for their loss. This flow has meanwhile created opportunities for enhancing the welfare of the less well off in poor and middle-income countries.

Escrevi este comentário, que aqui vos deixo: 

A verdade é que actualmente assistimos a uma erosão sistematizada das capacidades reactiva dos governos: constrangidos por políticas fiscais "competitivas" e por modelos teóricos orçamentais restritivos, os governos têm cada vez menos recursos a redistribuir. Em resultado, assistimos a um acentuar do fosso entre os muito ricos e a legião de pobres e desempregados que invadem o mundo. Como está, e da forma que caminha, o sistema vai levar a um colapso social mais cedo ou mais tarde, provocado por estas hordas de desempregados às quais mais cedo ou mais tarde todos nos iremos juntar.

Ou então colapsa económicamente… quer porque o petróleo chegou aos 100 USDs por barril, ou porque o Ocidente deixou de ter classe média para comprar os produtos fabricados com baixos salários (e baixo consumo) no Oriente…

Existem alternativas a este "Pensamento Único"?

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Agostinho da Silva: “quando toda a Península for uma Federação de Estados Autónomos”!

“Começarei então por lançar que o Portugal bem marcado vem da Corunha e Ribadeo até uma oblíqua linha que vai de Sintra à fronteira pelo sul da Estrela – e me perdoe Orlando Ribeiro enganos geográficos. O primeiro desvio que ele sofreu de Espanha veio, vamos ser mais precisos – de Leão, e foi ele a fractura pelo Minho, rio de artificiais limites; pecado este só remissível quando toda a Península for uma Federação de Estados Autónomos e Portugal tiver pelo Norte seus autónomos vizinhos da Galiza, linha esta de costa que verá sempre no Sol que afunda futuro que se levanta.”

Agostinho da Silva: Ir à Índia sem Abandonar Portugal; Considerações; Outros Textos

Desenha neste passo o Professor aquela que julga ser a verdadeira geografia peninsular da “Portugalidade”, entendida aqui não como a materialização do espírito português no Estado Português, mas como a fortuita divisão desse espírito por Portugal e Galiza, países irmãos mais separados pela História do Império de Leão do que pela fugaz geografia do rio Minho. Expõe ainda aqui uma das teses que Agostinho elege como favoritas: a da constituição de uma Federação Ibérica de Estados Autónomos, que se substitua ao imperialismo centralista de Madrid, que hoje tudo domina e que permita às energias locais das regiões da Ibéria a sua verdadeira expressão.Portugal e Galiza tornariam assim a encontrar a mesma fraternidade que os unia na época da Fundação e da Reconquista.

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Quid 25: Como se chama este personagem de pijama branco?

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O Lander marciano Phoenix que será lançado em 2007 continua a ser construído


 

O próximo Lander para Marte a enviar pela NASA em Agosto de 2007 prossegue o seu desenvolvimento e a equipa de montagem já concluiu a construção da estrutura do Lander e da Sonda e começam agora a instalar o computador de vôo, os sistemas de alimentação e de ciência. Esta instalação está a ser realizada conjuntamente pela Lockheed Martin Space Systems, pela University of Arizona e pelo próprio Jet Propulsion Laboratory, da NASA.

 

Segundo declarou Barry Goldstein, o gestor do projecto do JPL: "All the subsystems and instruments from a wide range of suppliers are tested separately, but now we are beginning the vital stage of assembling them together and testing how they will function with each other".

 

O Lander Phoenix vai aterrar no Pólo Norte de Marte, onde conduzirá uma série de análises à camada de gelo que se sabe existir nestas regiões do Planeta Vermelho. "We know there is plenty of water frozen into the surface layer of Mars at high latitudes. We've designed Phoenix to tell us more about this region as a possible habitat for life," afirmou Peter Smith da University of Arizona.

 

O custo total da missão Phoenix, incluindo o lançamento, a sonda e o próprio Lander, não deverá ultrapassar os 386 milhões de USDs.

 

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Agostinho da Silva: “Além de participar da comoção geral do mundo, sofria Portugal da sua ingénita pobreza”

“Além de participar da comoção geral do mundo, sofria Portugal da sua ingénita pobreza, da sua ignorância, da inadequação das suas técnicas, de durante tanto tempo se ter ausentado de seu lar, da influência de muito pensamento que lhe era estrangeiro, pouca importância dando ao mais próximo; que seria o de seus irmão ibéricos.”

Agostinho da Silva: Ir à Índia sem Abandonar Portugal; Considerações; Outros Textos

Agostinho enuncia aqui os maiores problemas do Estado Português:
1. Ingénita pobreza: uma pobreza generalizada caracterizada pela inexistência de recursos minerais significativos ou de um número significativo de bons terrenos agrícolas. Mesmo o Mar, o chamado “Mar Português” da ZEE não é particularmente rico do ponto de voista píscicola. Do ponto de vista natural, Portugal é um país particularmente desprovido, especialmente se compararmos com a generosidade natural de algumas regiões europeias. Esta pobreza natural tem muito a ver com o endémico estado de subdesenvolvimento económico do nosso Hinterland.

2. “De sua ignorância”: Existem outros países e regiões europeias onde a escassa generosidade da Natureza também se faz sentir. Contudo, nessas, e falo sobretudo das situadas em latitudes mais polares, o engenho, a qualidade do pensamento e da Educação, exercidas numa política longa de Gerações e não movida ao longo de “Paixões” fugazes e inconsequentes produziram das gentes mais instruídas do Mundo. Essas gentes foram capazes de usar os fracos recursos que a Natureza lhe oferecia da melhor maneira e de transformar Dificuldades em Vantagens. Esse foi o “Milagres Nórdico” que assentou no Conhecimento e na Tenacidade e não na Ignorância e Fatalidade lusitanas, ou hoje os nórdicos ainda seriam aqueles povos atrasados dos finais do século XVIII…

3. “De durante tanto tempo se ter ausentado do seu lar”: Compelidos pelas dificuldades do seu solo mátrio, os portugueses procuraram no Além Mar, primeiro, e depois, na Imigração, o sustento que a terra era ávara em lhes dar… Como consequência, os melhores de nós, os mais empreendedores, os mais dinâmicos, enfim, os mais audazes, embarcaram e foram criar aquele que viria a ser o segundo maior Império Colonial do mundo. Espalhados de Timor ao Brasil, a curta e rara gente portuguesa dissipou-se pelo mundo e deixou na Mátria apenas aqueles que porque nâo podiam, ou não queriam não estavam em condições de se abarcarem em vôos mais altos do que os do quotidiano lento e torpe das cidades acabrunhadas e cinzentas de um Portugal que se esvaziava, para encher o Mundo.

4. “Da influência de muito pensamento que lhe era estrangeiro”: Negando as suas verdadeiras, profundas e ricas raízes peninsulares, mouras, romanas e pré-romanas, os portugueses (como os castelhanos) foram apaixonar-se pelas Luzes que lhes chegavam do outro lado dos Pirinéus, renegando as tradições políticas medievais, e o próprio coração aglutinador e paraclético das suas gentes, na vã tentativa de tornar o ibérico, e o português, em particular, num alemão ou num belga, tarefa impossîvel e inevitavelmente votada ao fracasso, porque o portuguDs, o basco, o galego, o andaluz, são simplesmente demasiado grandes para caberem nos corpos dos anafados e minúsculos belgas ou alemães. Os seus “Impérios”, não passaram disso mesmo: de construções políticas e económicas, criadas para obter o maior grau possível de eficiência, sempre à custa do sofrimento dos naturais, e nunca imbuídos do espírito universalista e espiritual das diversas formas de “império” que os portugueses erguerem ao longo da sua História e que tornarão a reerguer sob a forma de “Quinto Império”.

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Quid 24: Qual a catástrofe eminente que esta fotografia regista?

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Sobre a “notícia” da compra de “mísseis estratégicos” BM25 à Coreia do Norte pelo Irão

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Segundo esta notícia, o Irão teria adquirido " "relatively few" North Korean BM25 missiles with ranges of 1,500 and 2,100 miles — enough to hit Europe.", sendo esta uma notícia que está hoje a passar pelas nossas televisões como uma revelação de "Última Hora" fiquei intrigado com estes BM25 e fui investigar um pouco… Descobri que a fonte é um artigo do NY Post datado de 15 de Abril e que a história então publicada se referia a mísseis alegadamente comprados em… 2005! Lá se vai a "Última Hora" e o estabelecimento do nexo causal com o programa nuclear iraniano, como quiseram estabelecer os verdadeiros "feitores" da notícia, tão dócilmente repetida pelos Media…

Mas aquilo dos "BM25" estava ainda a fazer ums "cricks-cracks" na cabeça… Onde é que eu já tinha ouvido aquilo…

Pois é…

Os "BM25" não são nenhuns "mísseis estratégicos norte-coreanos" coisa nenhuma, como papageavam os nossos "jornalistas" da TV! e se pode ver aqui ou aqui

… Bem pelo contrário.

Os BM25 verdadeiros (não os que são "imaginados" pelos nossos telejornalistas) são na verdade foguetes de 250 mm, com um alcance de 30 km, muito longe dos 3000 km da notícia… Ou seja, para chegarem à Europa, só mesmo se os transportassem a bordo… de um avião. Os BM25 são lançados a partir de um camião onde são montados seis de cada vez. O sistema foi concebido na década de 50, mas ainda se encontra operacional em diversos países, sendo a Coreia do Norte um deles.

Ou seja, a notícia foi claramente "fabricada"… Por quem?

Vai uma aposta?

 

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A ESA terminou o Laboratório Espacial “Columbus” para a ISS

Columbus Laboratory 

O laboratório espacial "Columbus" da Agência Espacial Europeia (ESA) foi completado nas instalações da ESA na cidade alemã de Bremen e será enviado para Cape Canaveral no final de Maio. Aqui será instalado num Space Shuttle que (esperamos) vai ser lançado no final de 2007 para a Estação Espacial Internacional (ISS).

Com uma expectativa de utilização de dez anos, o laboratório espacial vai funcionar como uma extensão de investigação da ISS.

 

 Fonte: ESA

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RepórterGrunho: Fotografia 2

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Encontrei este carta da Igreja Maná colado num parque do Pinhal Novo, mas cópias do mesmo podem ser encontradas coladas por toda a cidade de Lisboa.

O cartaz afirma "A sua família está de cabeça para baixo?" e o que choca imediatamente na coisa é apresentação comercial. Sendo a "Igreja" Maná um credo religioso, ou uma interpretação do Cristianismo, não é um Negócio ou uma actividade comercial e não devia (acho eu) usar a mesma Gramática de Marketing de uma actividade comercial.

Este apelo à desgraça das famílias, este convite à "solução" proposta pela Maná revela a existência de um motor comercial para as actividades religiosas da Igreja.

Quanto custaram estes cartazes? Quem os colou? Quem os desenhou e imprimiu?

Se analisarmos todas estas respostas veremos que a "Igreja Maná" tem muito pouco de "Igreja" e muito de… "Empresa".

Logo, devia chamar-se "Empresa Maná" e não "Igreja Maná". E pagar impostos (IRC) como aquilo que efectivamente é:

Uma empresa.

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A Escrita Cónia: Extensão do território ocupado pela nação cónia

“Heródoto (Histórias, II, 33), é um dos primeiros autores clássicos a mencionar – ainda que vagamente – a posição geográfica dos Cónios: “Os celtas encontram-se além das Colunas de Hércules limítrofes dos Kinessioi que são, pelo Oceano, o último povo da Europa”. Mas preciso seria Estevão de Bizâncio que designa o Sudoeste da Península Ibérica como Cyneticum, um nome que resultava do nome dos seus habitantes, os Cynetes do também grego Heródoto de Heracleia (século V a.C.). De sublinhar que nesta época, que corresponde grosso modo à Idade do Ferro Peninsular, todo o Sudoeste era considerado como território cónio. Uma situação diferente da que os romanos encontrariam séculos mais tarde. Segundo Mário Saa (“As Grandes Vias da Lusitânia”) a província romana da Lusitânia era dividida em três “promontórios”, entre quais se contava o Cuneus Ager, ou “Terra Cúnea”. Este território estendia-se desde o rio Guadiana até ao Sado, incluindo o cabo de São Vicente. Seria nesta região que se inseriam as prósperas cidades turdetanas de Myrtili, Esuri (Tavira), Balsa (Mela; 3, 7) e Ossonoba. Já escrevemos antes sobre o estreito parentesco entre cónios e turdetanos (se é que não existe mesmo uma relação genética). A estas cidades somavam-se outras que na época romana já eram maioritariamente povoadas pelos célticos que tinham descido da Meseta Central, nomeadamente Lacobriga e Porto de Annibal , no Promontório Sacro. No Promontório Magno, a cidade túrdula de Ebora era a povoação mais importante daquela região. Com excepção destas penetrações célticas e túrdulas, parece-nos pacífico que toda a região era, em tempos anteriores à presença romana, “Terra Cúnea”.

Incluídos nesta “Cuneus Ager” estariam o “promunturium Sacrumi” de Plínio (4, 115) (o Cabo Espichel, segundo K. G. Sallmann) assim como outro cabo, o “Cuneus” (o Cabo de São Vicente, segundo K. G. Sallmann, o de Santa Maria, segundo Amílcar Guerra e García y Bellido).

A comunidade de fronteiras entre cónios e tartéssicos é-nos testemunhada por Avienus: “Aqui, no penhasco consagrado a Saturno vagueiam hirsutas cabras e numerosos bodes… desde aqui até ao dito rio há uma viagem de um dia e aqui encontra-se o limite do povo dos cinetes. O território dos Tartessos é contíguo ao deles e o rio Tartessos (rio que tem o nome da cidade) rega a terra”.

Existe uma coincidência entre a área atribuída pelos autores clássicos ao “Cuneus Ager” e a distribuição geográfica das estelas cónias tal como ela nos é apresentada por Amílcar Guerra. É este investigar que chama a atenção para a concentração de testemunhos epigráficos nas bacias hidrográficas que se situam na Serra do Caldeirão, sobretudo nas imediações do rio Mira, num percurso que parece acompanhar rotas comerciais que ligavam a próspera economia de Tartessos, no Sudoeste de Espanha, aos territórios ocupados pelos Cempsi e Saefes (num período mais remoto) e a Célticos e Túrdulos no período mais tardio. Os Cónios surgem em ambos os momentos na posição de intermediários, através dos cursos fluviais que dominavam e é desta posição de contacto com diversas culturas e com os mercadores e agentes comerciais fenícios que percorriam estas rotas que resultou o seu domínio da escrita numa época tão remota como os séculos VII e VIII a.C.”

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Quid 23: De que pintor português é este quadro?

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Categories: LOST (Perdidos), Quids | 8 comentários

LOST (Perdidos)

O último episódio de LOST (Perdidos) segue a mesma tendência dos episódios anteriores… Foco no enredo e na construção das personagens e desfocagem no aprofundamento dos mistérios que rodeiam a Ilha e os acontecimentos que nela têm lugar.

Ainda assim, ontem, observamos alguns pedaços adicionais de informação que gostaria que compartilahr convosco, aqui:

1. O teclado do computador não escreve antes de 4 minutos do fim da contagem. Este método reduz a possibilidade do computador ser utilizado para fins diversos à mera introdução do código.

2. Segundo a recomposição do "filme de instruções" da Dharma Initiative, é imperativo que o operador não tente usar o computador para comunicar com exterior. O que significa que o computador PODE ser usado para comunicar com o exterior… De outro modo, não faria sentido impôr esta proibição. E que este "exterior" é perigoso para os ocupantes da Estação do Cisne…

3. Walt chama a atenção a John Locke para a presença daquilo que o tradutor português chamou de “Portas-Fortes” mas que é inglês surge num muito mais expressivo “Blast Doors”. Isto é, existe agora na Estação Cisne que pode explodir… e provocar uma grande explosão, ou não se justificaria a instalação de um sistema de contenção tão forte…

4. Walt na última cena do episódio vê no écran um "Hello" e responde a este desafio, terminando o chat com "Dad?", ou seja, do outro lado da comunicação para o exterior estaria o seu filho… Que parece estar morto… Ou não, talvez esteja apenas parcialmente "possuído" por aquilo que tomou os "Outros" por completo. Ou seja, o "exterior" com quem não se deve comunicar é uma estação Dharma, tomada e operada pelos "Outros". Ou seja, uma terceira Estação.

Categories: Ciência e Tecnologia, LOST (Perdidos) | 5 comentários

Pinto da Costa foi Arquivado…

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…com ele arquivaram também a Justiça, o Combate à Corrupção e ao Nepotismo, o uso de favores pessoais para alterar resultados desportivos, a credibilidade da Judiciária e do Ministério Público.

 

E com este arquivamento se comprova a força do imenso Império da Bola na Democracia Portuguesa e o Pavor que este mundo turvo e corrupto provoca na classe judicial e no sistema policial.

 

Mais um dia de Ouro para a "Bola", mais um dia negro para Portugal.

Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 5 comentários

Quid 21: Que avião é este?

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Categories: LOST (Perdidos), Quids | 3 comentários

E se?… Os EUA atacassem o Irão com uma Nuclear Buster Bomb?

Se clicar Aqui acede a uma animação que simula os efeitos do impacto de uma bomba nuclear anti-bunker (Nuclear Buster Bomb).

Link recolhido no resistir.info

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A Escrita Cónia: A Organização Política dos Cónios

“É no Calcolítico que surge um sistema económico que mercê da hierarquização social e da constituição de uma organização pré-estatal forma uma sociedade que envolta em conflitos com as comunidades circundantes cerca as suas povoações de muralhas defensivas. Estas muralhas ovaladas e irregulares, posteriormente reforçadas com a adição de torres e bastiões indiciam um processo de centralização e organização do trabalho que traria, com sucesso, a paz às suas populações. É assim que notamos que, no período histórico imediatamente posterior, as povoações cónias já são inteiramente desguarnecidas de fortificações de qualquer tipo.

 

A dispersão dos povoados conhecidos indica uma densidade populacional semelhante à actual, embora em povoados muito menores que os actualmente existentes. A uniformidade do povoamento, assim como a pequenez das povoações, sem que nenhuma predomine sobre as demais pode indicar que os grandes centros administrativos estão ainda por descobrir. É também possível que estes simplesmente não existissem, mas sendo assim dificilmente surgiria a “massa crítica” intelectual suficiente para a introdução de um processo tão revolucionário e complexo como era então a escrita alfabética. A tradição grega fala ainda de uma federação de cidades, o que não entra necessariamente em contradição com a tese da “capital desconhecida”. Com efeito, não é impossível que essa cidade ou cidades partilhassem o seu poder com outras, ainda que de menores dimensões mas de fortes tradições, talvez uma espécie de “berço” dos cónios. Tal situação não seria inédita na História dos povos mediterrânicos.”

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Um Tupolev Tu-160 modificado penetra no espaço aéreo americano sem ser detectado

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A Rússia confessou ter feito voar sobre o espaço aéreo dos EUA o seu Tupolev Tu-160 actualizado, segundo a agência russa Novosti.

O avião teria sobrevoado o espaço aéreo americano sobre o Ártico segundo declarações à Novosti proferidas pelo comandante das forças russas de bombardeiros estratégicos o general Igor Khvorov.

Os exércícios do Tu-160 teriam decorrido em Abril, juntamente com bombardeiros Tu-95MS, os quais teriam realizado quatro lançamentos de mísseis de cruzeiro.

Segundo o general russo, a USAF investigaria agora a causa do falhanço em detectar o bombardeiro russo.

Este sucesso convenceu a Federação Russa a encomendar mais dois Tu-160 para a sua frota de bombardeiros de longo alcance à fábrica de Kazan.

Cada Tu-160 custará ao Estado Russo cerca de 700 milhões de dólares. Por oposição, o igualmente “invisível” B-2 Spirit custa mais de 2100 milhões de dólares… Ignora-se que tipo exacto de “upgrade” estão os russos a fazer ao modelo já comprovado do Tu-160 (projectado na Guerra Fria como competidor ao B-1 americano), mas parece conseguir idênticos resultados aos do B-2 por apenas uma fracção do custo deste…

Fonte: FlightGlobal

 

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RepórterGrunho: Fotografia 1

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Este será o primeiro de várias "reportagens fotográficas" realizadas com uma das piores câmaras digitais do Universo (a de 1.3 mega pixels do meu s100) e tiradas pelo pior fotógrafo vivo!… Preparem-se pois para queimar umas pestanas a tentarem perceber o que raio fotografei.

Bem, adiante.

Esta fotografia mostra o aspecto actual do edifício da nova agência europeia de Segurança Marítima recentemente construído no Parque das Nações. Na altura, já tinha dado por esta "anomalia" dos vasos de tamanhos aleatórios colocados na escada de incêndio do prédio, mas no dia em que tirei esta fotografia (a semana passada) tinha reparado que algo tinha mudado… Agora os vasos têm a prendê-los uns arames… Parece que alguém teve um "banho de sensatez" e se perguntou, como eu, o que aconteceria a tal demonstração de vasaria lusitana na primeira vaga de vento forte…

Vá lá…

Pelo menos agora a Agência Europeia de Segurança Marítima parece mais segura aos altos das cabeças dos transeuntes que por debaixo dela, no passeio, vão passando…

Obrigado!

Categories: RepórterGrunho | 6 comentários

A Escrita Cónia: Os Invasores célticos e o colapso da Civilização Cónia

“É por volta do século V a.C. que as regiões a sul do Tejo assistem à chegada de vagas de invasores vindos do centro da Península ibérica que criam a II Idade do Ferro e que conduzem ao termo da civilização cónia. Os enterramentos tumulares, com estelas, cessam, e passam a surgir nas estações rituais de incineração, com recolha de fragmentos ósseos dentro de urnas. J. M. Arnaud e T. J. Gamito encontram cerâmicas decoradas de influência celtibérica que testemunham essas movimentações de povos em direcção ao sul a partir da Meseta. Curiosamente, ou talvez não, todas estas transformações deste lado do Guadiana coincidem com a decadência do potentado “tutelar” de Tartessos e com o declínio da presença grega na Península após a vitória cartaginesa na Batalha de Alalia. Quebrado o poder do “protector” tartéssico estes aguerridos povos de matriz celta ter-se-iam sentido livres para avançar para sul acabando eventualmente por chegar ao Cuneum Ager.

Perante esta invasão assistimos a uma multiplicidade de reacções. Temos por um lado, violações de túmulos e broches de bronze inacabados em vários povoados do Baixo Alentejo, juntamente com cerâmica quebrada e madeira queimada (Fernão Vaz); mas temos também estelas inscritas que foram reutilizadas o que indicia um repovoamento com novas populações. O facto de serem desta época de transição as últimas estelas revela uma descontinuidade cultural com os povos da Meseta, e o abandono de diversos povoados revela novas prioridades de povoamento, mais viradas para o litoral do que para os circuitos comerciais terrestres com tartessos que serviam de base à economia dos cónios.”

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Quid 20: Quem pintou este quadro?

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Falhanço na elevação da órbita da Estação Espacial Internacional (ISS)

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Uma tentativa para levar a Estação Espacial Internacional (ISS) até uma órbita mais alta falhou na passada semana. 

Segundo afirmou um técnico do Mission Control Center nos arredores de Moscovo: "A ignição do motor de KD-2 não foi total durante a manobra, e como consequência, decidimos cancelar a missão". O Controlo de Missão procura agora determinar o que correu mal de modo a poder repetir a operação nos próximos dias.

O falhanço na manobra foi detectado pela tripulação da ISS constituída pelo astronauta americano Jeffrey Williams e pelo cosmonauta russo Pavel Vinogradov, momentos antes daos técnicos de terra terem detectado o problema.

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A Escrita Cónia: A Sociedade Cónia Decadente e as Razões para o seu Colapso

“Os locais de povoamento cónio que os trabalhos arqueológicos nos permitiram conhecer são formadas por pequenos agrupamentos de habitações rectangulares, apresentando vários núcleos contíguos. Em comum, para além da sua pequena dimensão, têm também o facto de não terem sido construídas em locais elevados, adequados a posições defensivas naturais. Esta quebra de tradição com os povoados calcolíticos que os precederam na região, indicia uma época sem ameaças militares significativas e mas que também seria a causa principal para o rápido e fulminante sucesso dos invasores indo-europeus vindos do centro da Península Ibérica. Com efeito, o sucesso dos invasores célticos resulta em primeiro lugar da falta de preparação militar dos cónios, habituadas a séculos de paz e à ausência de fortificações nas suas povoações, mas, sobretudo, ao carácter descentralizado da sua civilização, muito semelhante a uma federação de cidades como a da Etrúria e destituída de um centro político e de um comando unificado. E contudo, tudo poderia seria diferente se estes invasores tivessem encontrado uma civilização no seu apogeu. Não foi efectivamente esse o caso. Temos testemunha disso mesmo nos túmulos. Se inicialmente chegavam a apresentar estruturas envolventes, com círculos de pedras ou muros em ser redor, na fase mais tardia esta monumentalidade decresce e a riqueza das oferendes funerárias diminui.”

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LOST (Perdidos): Gilgamesh, o “amigo de Enkidu”

No último episódio de LOST (Perdidos) notei que John Locke estava a jogar às palavras cruzadas precisamente no momento seguinte a que aparecia no écran a imagem de "Mr. Eko". A pergunta das palavras cruzadas era "friend of Enkidu" a que Locke respondia (bem): Gilgamesh.

 

Desde logo, vem a pergunta… Como é possível que um "simples" vendedor de ferragens, sem instrução académica, nem visível apetência pela leitura soubesse quem era o "amigo de Enkidu", um personagem da primeira epopeia da História? Locke não é um homem comum… Desde logo, afirmou-se como um líder do grupo de sobreviventes, rivalizando com o médico e conquistando uma posição de respeito no grupo, que Jack obteve pelas suas capacidades médicas. Locke, para recolher o mesmo grau de respeito, contou apenas com o seu carisma e conhecimentos de técnicas de sobrevivência.

 

Será Locke, mesmo um simples "vendedor de balcão", ou será uma espécie de "agente secreto" ou "mercenário cansado" que usava esse emprego como fachada ou como repouso depois de uma vida agitada e turbulenta?

 

E como conheceria John Locke a "Epopeia de Gilgamesh"?

 

O chamado "Ciclo de Gilgamesh" é composto por um conjunto independente de poemas que narram as aventuras do rei lendário Gilgamesh, rei de Uruk(Suméria, no actual Iraque). Gilgamesh teria governado por 126 anos durante a primeira metade do terceiro milénio a.C.

 

Sendo uma criatura semidivina, Gilgamesh teria sangue divino, por parte da sua mãe, tendo dela herdado uma beleza incomum assim como uma força física desumana.

 

No primeiro episódio da "Epopeia", os deuses arranjam para Gilgamesh, um companheiro que é o seu completo contrário, Enkidu, criado entre os animais selvagens e mais rápido que as gazelas.

 

No segundo episódio da Epopeia, Enkidu traz a Gilgamesh notícias da existência de uma estranha "floresta de cedros" e do terrível guardião que nela habitava. Os dois partem então de Uruk e penetram na floresta enfrentando e vencendo o gigante guardião Huwawa.

 

A floresta surge aqui na narrativa como um lugar mágico e perigoso, habitado por gigantes semimágicos e perigosos… Recordam-se de como no episódio anterior o segundo grupo de sobreviventes manifestava um receio (fundado) sobre a "Selva" e a convicção de que os "Outros" viviam nela? Isso, mais os estranhos (mas entretanto desaparecidos) ursos brancos e a "Sombra" que surgiu nos últimos episódios da série 1 reforçaram o conceito da Selva/Floresta como o "lugar do Mal" que urge evitar e recear… Exactamente como na narrativa de Gilgamesh e Enkidu…

 

E este par de amigos: Enkidu e Gilgamesh: "homem natural" e "rei urbano", será que encontramos algum paralelo no quadro de personagens de LOST? Sim… nos dois líderes naturais do grupo… O urbano e respeitado Jack Shephard (Gilgamesh?) e o prático mas igualmente respeitado John Locke (Enkidu)? Ou será que Mr. Eko é a personificação de Enkidu?… O desenvolvimento deste personagem nos próximos episódios pode esclarecer esta dúvida…

 

Por outro lado… Quem quiser obter alguns fundos de écran da série LOST (Perdidos), encontra-os aqui

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A Escrita Cónia: Os Cempsii

“Octávio da Veiga Ferreira e Seomara Bastos da Veiga Ferreira, A Vida dos Lusitanos no Tempo de Viriato: “Assim, no antigo Algarve ou Cyneticum, habitavam, fazendo parte dos cynetes, a tribo dos Cempsii e, por isso, mais tarde, Avieno chama ao actual cabo Espichel lugum cempsicum.” Segundo estes historiadores, os cempsii viveram em pleno “Cuneum Ager”, seriam assim uma variante étnica dos cónios, talvez com fortes influências lígures ou célticas? Hipóteses que permanecem em aberto, na falta de qualquer indício significativo que permita elucidar melhor esta questão da relação entre Cempsii e Cónios.

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A “Petição CONTRA as comissões sobre Levantamentos em ATMs (Multibanco)” chega às 5289 assinaturas!

A "Petição CONTRA as comissões sobre Levantamentos em ATMs (Multibanco)" (clicar AQUI) continua a somar assinaturas a um ritmo absolutamente espantoso e – desde o começo desta semana – explosivo. Antes, registava cerca de 50 assinaturas diárias. Mas desde esta segunda-feira que começou a receber o mesmo número de assinaturas… por HORA! Aliás, as assinaturas são já tantas e o seu crescimento tão significativo que esta Petição foi no dia 20 de Abril, a sétima mais assinada de entre as dezenas de milhares do PetitionOnline!

 

Ignoro a causa do fenómeno, embora suspeite que a divulgação da mensagem de email a um número "crítico" de pessoas e a subsequente reencaminhada da mesma fez disparar o ritmo de subscritores.

 

O facto de neste fim-de-semana, a SIBS ter demonstrado os seus novos terminais ATM que permitem o depósito de cheques e notas e de terem surgido novas declarações em que banqueiros avisavam que "provavelmente teremos que cobrar o serviço quando o cliente não fôr do mesmo banco onde está instalada a ATM", podem ter potenciado o volume do protesto.

 

De qualquer modo, o volume de assinaturas é impressionante, mesmo para os níveis do site onde a petição está alojada, O PetitionOnline. Aqui são registadas cerca de 100 mil assinaturas por dia, nas dezenas de milhares de assinaturas que aqui foram criadas.

 

Quando à pergunta que me têm feito sobre a "utilidade" desta petição, remeto para a leitura desta parte das FAQs da PetitionOnline: "Do petitions at PetitionOnline.com get results?

 

Short answer: When was the last time you heard of a sincere apology from Microsoft or CNN? Yes, online petitions can get results.

 

Long answer: The potential results of an online petition vary according to the petition request, who sponsors it, how well it is written and promoted, and the petition recipient. No one can fully control all these factors, so obviously, results will vary.

 

Often it may be most productive for you to define success in terms of the factors you can control. A petition can be an organizing tool, a tool for collective expression, and/or a way to raise the visibility of a legitimate viewpoint — as well as a results-oriented tool for advocacy.

 

Petitions here have gotten more than 100,000 signatures in a week. When people join together online to express their views, it can make a difference."

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UNICEF

 

Dando seguimento ao desafio do Pires, do Espreitador, gostaria de aqui destacar o papel importante e determinante na vida de tantas crianças do Mundo que é cumprido esforçadamente pela UNICEF e que pode ser consultado aqui:

 

Podem contribuir para o esforço gigantesco que a ONG tem feito para reduzir o sofrimento das crianças por todo o mundo, clicando aqui e usando um simples terminal de Multibanco. O vosso donativo (deduzível no IRS) será usado assim:

"• O que fazemos com 5 Euros
Compramos material escolar para uma criança, incluindo, giz, ardósia, esponja e uma mochila.

• O que fazemos com 10 Euros
Fornecemos 100 saquetas de sais de reidratação oral para proteger crianças da morte por desidratação
diarreica.

• O que fazemos com 20 Euros
Compramos uma caixa térmica para transportar vacinas.

• O que fazemos com 50 Euros
Distribuímos 1.000 pastilhas para purificar a água.

• O que fazemos com 115 Euros
Fornecemos apoio escolar para 10 crianças órfãs durante um ano.

• O que fazemos com 200 Euros
Compramos uma tenda resistente para abrigo de uma família em situação de emergência.

• O que fazemos com 300 Euros
Compramos uma bomba hidráulica para fornecer água a uma aldeia de 250 pessoas.

• O que fazemos com 500 Euros
Fornecemos um posto de saúde ambulatório para uma aldeia."

Eu já cliquei!

P.S.:
A UNICEF pronunciou-se recentemente sobre o polémico acórdão do STJ a propósito das crianças deficientes mentais espancadas numa instituição

"Lisboa, 12 de Abril de 2006 – O Comité Português para a UNICEF vem lamentar com veemência o conteúdo do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça nos termos do qual foi decidido ser "lícito" e "aceitável" infligir palmadas ou estaladas a crianças, bem como fechá-las em quartos escuros como forma de as educar.

 

Esta decisão contraria o texto da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, ratificada pelo nosso país há mais de 15 anos o que lhe confere força de lei. Nos termos da Convenção, os Estados devem proteger todas as crianças contra “todas as formas de violência física ou mental, dano ou sevícia, abandono ou tratamento negligente; maus-tratos ou exploração”. Neste sentido, as Nações Unidas, já há mais de quinze anos que têm vindo a afirmar que as palmadas, as estaladas e outros castigos desumanos, como o encerramento de crianças em quartos escuros, consubstanciam casos de violência contra crianças pelo que representam claras violações da Convenção.

 

Importa referir ainda que, nos últimos 11 anos, Portugal tem vindo a ser instado pelo Comité dos Direitos da Criança das NU a rever a sua legislação nesta matéria e a adoptar medidas de sensibilização da opinião pública, bem como de educação dos grupos profissionais que trabalham com crianças, designadamente sobre métodos positivos e alternativos de educação infantil. Esta matéria é especialmente importante no nosso país onde os casos de violência extrema sobre crianças têm assumido contornos alarmantes e o número de crianças institucionalizadas é particularmente elevado.

 

É especialmente lamentável que o STJ tenha pronunciado esta decisão num momento em que a comunidade internacional está a prestar uma especial e redobrada atenção à questão da violência contra as crianças.

 

Como é sabido, o Secretário-Geral da ONU vai apresentar à Assembleia-Geral em Outubro deste ano, um estudo mundial sobre Violência contra Crianças, que se espera venha a incluir uma clara recomendação relativa à proibição de todas as formas de violência contra crianças.

 

A UNICEF Portugal apela ao Governo português para que cumpra as recomendações dirigidas ao nosso país pelas NU através do Comité dos Direitos da Criança e adopte as disposições legislativas necessárias para tornar clara a proibição de todos os castigos corporais contra crianças em todas as situações; promova a realização de campanhas de sensibilização da opinião pública sobre esta matéria; integre o tema dos direitos da criança e a proibição de castigos corporais nos curricula dos cursos de formação dos profissionais que trabalham directa ou indirectamente com crianças ou cuja actividade tem repercussões nos seus direitos."

 

Será que estes "senhores doutores juízes" estão tão alto nos seus pedestais que já não são capazes de ler?

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A Arianespace vai lançar o SUPERBIRD-7 para uma empresa japonesa

A "Mitsubishi Electric" escolheu a Arianespace para lançar o seu satélite SUPERBIRD-7.

O SUPERBIRD-7 será lançado por um foguetão Ariana 5 no segundo quarto de 2008 a partir do "Guiana Space Center", o Porto Espacial Europeu na Guiana Francesa.

O satélite será construído pela empresa japonesa "Mitsubishi Electric" na sua fábrica de Kamakura usando uma plataforma provada e robusta conhecida como DS2000 e já usada na construção de outros satélites comerciais de comunicações. Com quase 5 toneladas de peso, o SUPERBIRD-7 será um satélite de peso equipado com 28 Ku-Band transponders em órbita geoestacionária e oferecerá vários serviços de comunicações para o mercado asiático.

Fonte: Arianespace

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