Monthly Archives: Outubro 2005

Adiado o lançamento da Venus Express


O lançamento da sonda europeia a Venus “Venus Express” foi adiado depois de ter sido detectada contaminação biológica no foguete de lançamento.

Esta sonda, uma réplica da mesma sonda que orbita Marte com um grande sucesso, “Mars Express” tem como objectivos estudar a atmosfera e o campo de plasma que rodeia Venus e é a primeira missão do género que a Europa envia a Venus.


A sonda será lançada por um dos mais fiáveis foguetes do mundo, o Soyuz-Fregat, uma variante do lançador das capsulas russas Soyuz.

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A Via Alternativa

A diferença e contraposição Esquerda-Direita que as eleições presidenciais vieram relançar (o candidato da “Direita” versus os “candidatos da Esquerda”). Colocam a questão vetusta da separação esquerda-direita que tem muito mais de religioso, do que de racional. O pensamento de Marx tem muito valor para um Neoconservador, que podendo discordar da sua leitura do progresso humano, mas concordar com os seus métodos de análise, e o mesmo (oposto) se poderá dizer da Economia de Mercado e da Iniciativa Privadas, no sentido inverso…

Digo que é possível fazer leituras transversais das propostas económicas e políticas, criando uma verdadeira Terceira Via, que nada tem a ver com as leitura mediatizadas e popularuchas de Blair e Clinton. Nesta leitura, o pragmatismo prevalecerá sobre a Ideologia, e a contraposição clássica Direita-Esquerda tornar-se-á obsoleta.

Por isso defendemos uma via alternativa:

a) Antiglobalizante, porque defende a reinstauração das defesas alfandegárias como defesa da indústria e agriculturas nacionais contra produções de países onde vigore o desregulamento laboral ou ecológico;

b) Unificador, porque acreditamos que Portugal deve reencontrar as suas raízes históricas formando uma entidade política e económica única com o Brasil, Cabo Verde/São Tomé e Princípe e a Galiza, em primeiro lugar, e com os demais países de expressão oficial portuguesa, de Cabo Verde a Timor.

c) Primária, porque defendemos a primazia do sector produtivo sobre o terciário, optando por um fim da tercialização da economia portuguesa que foi a estratégia económica de todos os governos desde a décad de oitenta, com as funestas consequências que hoje se observam.

d) Cooperativa, porque acreditamos que este é o modelo de gestão, privado e mercantilista, que mais convém à justa distribuição dos rendimentos do trabalho e que permite a criação de entidades económicas viáveis e competitivas capazes de competir no Mercado.

e) Equitativa, em que todas as entidades económicas paguem uma taxa fixa sobre os seus lucros, de modo a minimizar a fuga aos impostos com o recurso a subterfúgios legais de fuga aos impostos. De igual modo, anomalias fiscais e de reduzida utilidade económica, como o Offshore da Madeira, deviam ser encerrados, e devia haver uma pressão concertada pelo encerramento de todos os paraísos fiscais do mundo, verdadeiros covis de criminosos e de branqueamento de capitais.

f) Municipalista, porque se defende uma Regionalização à escala municipal, onde o Município concentrará a maioria dos poderes e funções hoje entregues ao Estado central, nomeadamente todas as responsabilidades educativas, de Saúde, policiamento, etc. Ao Estado central competiriram apenas as missões militares, de representação nacional e a coordenação geral do todo nacional.

g) Educativa, porque defendemos a redução radical do plano curricular, adaptando cada grau de ensino à vocação do aluno e uma cuidadosa selecção do corpo docente, que premeie o mérito e motive para a eficiência e remunerando de acordo com a qualidade e não de acordo com a antiguidade.

h) Acolhedora, porque defendemos que a entrada de emigrantes é a única forma rápida de colmatarmos o grande decréscimo demográfico português. Mas de uma forma racional e controlada, sendo implacável com as Mafias de carne humana e impondo máximos de entrada estritamente limitados à quebra demográfica ocorrida no ano anterior.

i) “Domus”, a criação da célula política e económica fundamental: “ a “casa” (das ganze Haus), o chefe (Haus-herr, paterfamilias) é, ao mesmo tempo, o titular de poderes de direcção sobre os agentes produtivos (os membros da famïlia, na sua acepção de consanguíneos, agnados ou serviçais, poderes que a teoria da época designava por “poderes económicos”.

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As “Empresas Recuperadas” da Argentina

Na Argentina, exercita-se actualmente uma nova forma de reacção perante a vaga avassaladora de destruição económica conhecida pela designação de “Globalização”. Nascida fora das teorias económicas ou mesmo dos modelos políticos, a solução pragmática posta em funcionamento por dezenas de milhares de trabalhadores argentinos começa a revelar a sua fiabilidade e praticabilidade. O seu lema é o mesmo dos Sem-Terra brasileiros – a quem vão buscar a inspiração – e é: “Ocupar, Resistir, Produzir!”.

Na Argentina da actualidade, a taxa de desemprego atinge uns espantosos 20% e estima-se que 45% da população viva abaixo do limiar da pobreza. Estes terríveis indicadores económicos são o resultado da governação Carlos Menem, que produzia por ano mais 10% de desempregados e que através de uma política de privatizações cega e selvagem destruiu o cerne da indústria argentina e lançou para o desemprego dezenas de milhares de trabalhadores. A total eliminação das barreiras alfandegárias – seguindo cegamente a cartilha neoconservadora – levou à falência a maioria das pequenas e médias indústrias que produziam para o mercado interno.

A partir de 2002 alguns trabalhadores de empresas falidas começaram a ocupar as suas instalações e exigiram o pagamento devidos dos seus salários atrasados na forma das máquinas e ferramentas das empresas qiue ocupavam. Este opção tinha sustentação legal, uma vez que a lei argentina – ao contrário da portuguesa – dá primazia aos trabalhadores sobre os outros credores quando uma empresa declara falência. Estes trabalhadores formaram cooperativas e usando uma lei de final desse ano passaram a poder requerer aos tribunais a cedência da exploração das empresas falidas mediante a assinatura de um contrato de arrendamento com o proprietário ou esperando que o Estado tome posse da empresa. Os tribunais passaram a autorizar os trabalhadores a ocupar as instalaçðes vazias e a usar as suas máquinas por dois anos, no final desse período, se o Estado não tiver indemnizado o proprietário e os credores, os últimos podem requerer que as máquinas e as instalações sejam postas à venda.

Em 2004, o Tribunal de Buenos Aires concedeu pela primeira vez a expropriação definitiva de 12 empresas no seu município, desde que as cooperativas que operam agora essas empresas possam ao fim de 20 anos adquirir as máquinas e instalações que utilizam. Reclama-se agora uma lei nacional que faça multiplicar esta decisão…

Nestas empresas recuperadas, as decisões mais importantes são tomadas através do voto, em assembleia de trabalhadores. Destituídas de quadros de gestão, estas empresas formam no exterior parte dos seus trabalhadores para que estes possam acumular com as suas tarefas normais, funções de gestão, controlo, contabilidade ou vendas. Aqui vigora o princípio do salário igual e não existem chefes ou patrões, sendo os coordenadores de cada área eleitos pelos seus pares por um período de tempo renovável (ou não…). Quando a empresa está saudável, 40% dos lucros são divididos pelos trabalhadores, sendo o restante reinvestido.

As empresas recuperadas não estão contudo totalmente isentas de problemas e dificuldades. Desde logo, enfrentam uma severa oposição dos Media e de muitos sectores da sociedade civil que os consideram como “extremistas” ou ameaças à propriedade individual. O quadro legal é também ainda insuficiente, sem bem que mais avançado neste domínio que qualquer outro país do mundo. Estas empresas não conseguem ainda vender directamente no mercado, vendendo sobretudo os seus produtos aos mesmos fornecedores da matéria prima de que precisam para funcionar, os quais depois colocam os seus produtos no mercado, cativando uma parte dos lucros da venda. Esta e outras dificuldades, devem-se à sua fraca capitalização, que é o maior problema que enfrentam… Contudo, o capital está lentamente a ser acumulado e o Governo argentino está a ser pressionado para auxiliar estas empresas com emprétimos bonificados, o que poderia reduzir este problema.

Existem hoje na Argentina 10 mil trabalhadores em cerca de 170 empresas recuperadas. E este número não para de aumentar todos os dias… E por cá? Quando surgirá a primeira?

Fonte: Le Monde Diplomatique (Outubro de 2005)

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O empobrecimento do Estado

Um pouco por todo o Mundo, os Governos estão cada vez mais pressionados pela redução crescente dos seus Orçamentos. Na União Europeia, o “Pacto de Estabilidade e Crescimento” funciona como mais um travão para os Orçamentos nacionais, agravando um fenómeno de escala global e que é consequência da Globalização que, imparável e impiedosa, avança por todo o lado levando a esmagadora maioria dos Homens a um grau de miséria inéditos e só comparáveis aos primeiros anos da Revolução Industrial…

A redução demográfica no Ocidente, a fuga das multinacionais ao impostos devidos ao Estados, o envelhecimento da população e o aumento do número de pensionistas, a pressão por via das ameaças de deslocalização das indústrias por uma redução dos impostos sobre os lucros, os aumentos exponenciais dos custos de Saúde e até do equipamento militar, todos estes fenómenos colocam os Governos contra a parede e obrigam aos cortes orçamentais que Portugal realiza desde a alguns anos e que se repetem um pouco por todo o mundo, desde os EUA ate a Finlândia.

Esta crescente pobreza dos Governos, retira-lhes a energia e os recursos para poderem intervir nas Economias e acelerar a saída dos momentos de crise, agrava as desigualdade sociais e aumenta a conflitualidade social até ao momento da pré-Guerra Civil (Brasil e África do Sul).

Este movimento para o empobrecimento dos Governos tem que ser detido. O seu empobrecimento e o empobrecimento de todos nos e o enriquecimento imoral e escandaloso de uma quantas centenas, feito à custa da miséria e do sofrimento de milhões.

O “Estado” não é o inimigo. O “Estado” somos nós!

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O julgamento do Do Portugal Profundo e o estado miserabundo da Justiça em Portugal

O julgamento do “Do Portugal Profundo” prossegue… E com ele se observam as diversas ineficiências, injustiças e quintinhas que pululam no sistema judicial português.

Num dos seus Posts: “Esse despacho não me foi comunicado (fundamento do crime de desobediência), nem publicado pelo tribunal, e foi-me negado o seu acesso pelo tribunal, por estar, ele próprio, em segredo de justiça.” chocou-me profundamente e indica claramente o estado miserável em que se encontra a Justiça… Não tanto por responsabilidade do “Estado” ou dos governos, mas mais por causa dessa chusma de juízes, gordos e anafados que se passeiam do alto das poltronas de pele de antílope e lançam trovões sobre os incautos que têm o azar de não pertencer à sua classe privilegiada e impune…

Espero que António Balbino (o bloguista do “Do Portugal Profundo”) mova um processo por percas e danos morais contra o Estado já que (incompreensívelmente) não é possível processar um juíz que pela sua incompetência ou má vontada prejudica intencionalmente um arguido.

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O empobrecimento dos Governos

Um pouco por todo o Mundo, os Governos estão cada vez mais pressionados pela redução crescente dos seus Orçamentos. Na União Europeia, o “Pacto de Estabilidade e Crescimento” funciona como mais um travão para os Orçamentos nacionais, agravando um fenómeno de escala global e que é consequência da Globalização que, imparável e impiedosa, avança por todo o lado levando a esmagadora maioria dos Homens a um grau de miséria inéditos e só comparáveis aos primeiros anos da Revolução Industrial…

A redução demográfica no Ocidente, a fuga das multinacionais ao impostos devidos ao Estados, o envelhecimento da população e o aumento do número de pensionistas, a pressão por via das ameaças de deslocalização das indústrias por uma redução dos impostos sobre os lucros, os aumentos exponenciais dos custos de Saúde e até do equipamento militar, todos estes fenómenos colocam os Governos contra a parede e obrigam aos cortes orçamentais que Portugal realiza desde a alguns anos e que se repetem um pouco por todo o mundo, desde os EUA ate a Finlândia.

Esta crescente pobreza dos Governos, retira-lhes a energia e os recursos para poderem intervir nas Economias e acelerar a saída dos momentos de crise, agrava as desigualdade sociais e aumenta a conflitualidade social até ao momento da pré-Guerra Civil (Brasil e África do Sul).

Este movimento para o empobrecimento dos Governos tem que ser detido. O seu empobrecimento e o empobrecimento de todos nos e o enriquecimento imoral e escandaloso de uma quantas centenas, feito à custa da miséria e do sofrimento de milhões.

O “Estado” não é o inimigo. O “Estado” somos nós!

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De “Origem muçulmana”, senhor “jornalista”???

Passou à minutos na SIC Notícias uma peça jornalística onde o locutor de serviço dizia a seguinte barbárie*:

“Foram capturados 4 jovens de origem muçulmana

Alguém informa estes senhores de que ser muçulmano é aderir à religião muçulmana? E de que ninguém nasce muçulmano, e de que até o filho ou a mulher ou namorada deste “jornalista” se pode converter ao Islão?! (terá que se lhe explicar então que “Islâmico” e “Muçulmano” são sinónimos)

Eis a prova como a incultura do Povo Português encontra nestas frequentes gaffes jornalísticas por parte da sua responsabilidade….

* Os tipos da TV gostam de lhes chamar “jornalistas”, mas são de facto “locutores” por apenas lêm papéis, esses sim, escritos por “jornalistas”.

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União

Portugal precisa absolutamente de um novo desígnio nacional, de um elemento polarizador e consensual que catalize as energias da generosa Alma Portuguesa e que possa transportar Portugal para um novo patamar de desenvolvimento e devolver o perdido orgulho nacional.

Quando confrontado com objectivos claros, identificados com prazos e alcançáveis Portugal sempre soube mostrar-se à altura do desafio. Assim foi no nosso passado remoto e no recente. Desafiados pela adesão à União Europeia, pela liberdade de Timor-Leste, pela entrada no clube do Euro, pela Expo 98 e até pelo discutível Euro 2004, Portugal sempre cumpriu. Falta então identificar uma meta ambiciosa, desafiante mas alcançável que possa ser concretizada a médio prazo.

E julgamos saber qual possa ser essa meta simultaneamente ambiciosa e alcançável… A formação de uma União entre Portugal e o Brasil. A constituição de uma nova entidade estatal de dimensão pluricontinental democrática, paritária e pacífica daria ao mundo uma mensagem de Paz e fraternidade que não deixaria de influenciar outros países e sobretudo os países africanos de expressão oficial portuguesa que se seatiriam compelidos a aderir a esta União.

A sua simples formação tornaria o novo Estado Brasil-Portugal numa das maiores economias do mundo, aumentaria exponencialmente a influência lusitana na Europa e no Mundo e contribuiria para a pacificação interna brasileira, decisiva dado que o Brasil está imerso numa autêntica Guerra Civil. A criação de um imenso mercado interno estimularia a estagnada economia portuguesa e o maior poder de compra luso estimularia a iadústria e agricultura portuguesas. A unificação das Forças Armadas transformaria a União Brasil-Portugal numa pktencia militar transcontinental e reforçaria as justas pretensões brasileiras de obtenção de um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Para o Brasil, a união com Portugal seria um sinal de crescimento, establização e deseavolvimento. Para Portugal, a união seria um pólo catalisador as adormecidas energias nacionais e estimularia a estagnada e agonizante indústria nacional.

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Sem comentários…

Informação recolhida de um post do excelente Blogue Puxapalavra

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O “Milagre” Britânico

Parece que Portugal entrou numa vaga imparável de despedimentos… As empresas privadas despendem todo o pessoal que podem, o próprio Estado com o seu espantoso número de 5 milhões de dependentes directos (Medina Carreira) está a preparar-se para despedir pessoal e todos estes despedimentos são feitos sempre tendo em vista o suposto “aumento da competitividade da nossa Economia”, como se a desregulamentação do mercado laboral pudesse ser directamente ligada ao crescimento económico…

Porque não pode! Durante décadas o fundamento do espantoso crescimento japonês esteve na extrema segurança e rigidez laboral japonesa que garantia o mesmo emprego até ao fim da vida laboral do funcionário e que criava uma relação semi-familiar entre a empresa e o empregado.

Até o mais propalado exemplo de sucesso, o Britânico, está inquinado. Dizem frequentemente que a baixa taxa de desemprego britânica (4%) se deve à desregulamentação do seu mercado de trabalho, mas isso não é verdade! Se a taxa de desemprego britânica é baixa isso deve-se a um conjunto de factores:
a) A taxa de emprego temporário é de mais de 20% (em França é 8%)
b) Desde que Blair tomou o poder, o Estado admitiu perto de 1 milhão de novos funcionários
c) A categoria de “Deficiente” foi alargada desde a chegada de Blair, permitindo um salto de 400.000 para perto de 2.5 milhões, e estas pessoas foram assim excluídas do Mercado de Emprego.

E eis desvendado o tal “Milagre Inglês”.

Fonte: Edição de Outubro do “Le Monde Diplomatique”

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O discurso do Sapo Velho

Neste momento Mário Soares discursa em todas as televisões desde Boliqueima a Uagadugu, babando-se para cima dos microfones, enquanto Cavaco Silva acompanha a transmissão salivando pelos cantos da boca enquanto a Maria Cavaca lhe corta as unhas dos pés e um caniche laranja saltita aos pés do casal.

Soares fala de Economia, Economia, Economia, ele que se gabou em tempos “de não perceber nada de Economia” (nem querer saber). Jorge Coelho tira ramelas do olho com a haste dos óculos enquanto pelo canto do outro olho (o não rameloso) acompanha a curvas da Mandatária pela Juventude, Joana Amaral Dias (e quem o pode criticar?) e a audiência de centenas de pinguins enfatuados aguarda ansiosa pela próxima distribuição de condecorações e prebendas.

Soares falou mais e melhor que Cavaco. Desde logo ao marcar para hoje esta declaração revelou a sagacidade política que lhe é reconhecida e anulou boa parte do impacte que a declaração cavaquista provocou. Soares demonstrou também que está mais à vontade nestas lides que o cronicamente tímido Cavaco que limitou as suas declarações a uns escassos minutos (contra 20 de Soares).

Apesar da geralmente boa performance soárica, aqui e acolá notou-se a passagem da idade sobre o Velho Sapo… Murros na mesa, pancadas no microfone, enganos de leitura, e os humilhantes esquecimentos na fase das perguntas dos jornalistas quando se esqueceu uma, duas vezes das perguntas da jornalista do Expresso, Soares deu mostras que já não o mesmo Soares de sempre… A idade é implacável e Soares devia ter a sabedoria bastante para o reconhecer e escusar-se a exposições humilhantes e para se escudar à derrota degradante que o espera…

Em Suma: melhor (muito) que Cavaco, no discurso, nas ideias (contra o vácuo de Cavaco) e até no debate, mas muito, muito longe do Mário Soares de outros tempos…

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A Legalização da Prostituição

Segundo o Correio da Manhã, o governo preparar-se-ia para legalizar a prostituição segundo os mesmos moldes usados na Holanda e na Alemanha.

Concordo com esta Legalização: Sempre haverá essa actividade e mantê-la à margem da lei só serve para alimentar as máfias da emigração ilegal que pululam pela Europa, a disseminação de doenças e financiar outras actividades criminosas com os lucros desta actividade ilegal.

Assumam que existe prostituição e que sempre haverá e procurem controlar essa actividade.
O fenómeno não é comparável com a legalização da Droga, conforme já ouvi: a Droga arrasta a vítima até patamares de degradação inumanos e até à morte e a Prostituição – vigiada e legalizada – pode ser uma actividade económica e uma dissipação para muitas tensões sexuais.

Daqui a defender a Prostituição… Vai um grande passo. Ela deve ser legalizada, mas a sua prática é imoral e reprovável, ainda que necessária numa sociedade neo-católica sexualmente repressiva como a nossa. A prostituição representa um nível de degradação para que a “consome” e para quem a “vende”, mas haverá sempre alguém que se sinta sexualmente insatisfeito e a procure e haverá sempre quem esteja disposto a satisfazer esta procura. Se das duas necessidades resultar algo de positivo para todos os participantes (satisfação para um e rendimento para outro) e se tal não disser respeito aos demais, porquê manter a proibição?

Com a Legalização podíamos afastar a prostituição das ruas, eliminar com a parasitagem chula, quebrar o laço entre droga e prostituição, dignificar as mulheres que a praticam e criar mecanismos que trouxessem essas mulheres à superfície e lhes permitissem reingressar no mundo do trabalho e na sociedade.

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A FlameWar do Blasfémias

Depois de um meu comentário colocado no Blasfémias foi alegremente insultado por alguns ultraliberais, buxófilos e fundamentalistas-cristãos (para mim, as três palavras valem como insultos) porque escrevi:

Embora na Rússia soviética houvesse pobreza não havia a miséria absoluta que assola mais 17 milhões de americanos e os tais 150 milhões de pobres chineses. O sistema estava longe de ser perfeito, mas produzia um maior nivelamento social e económico do que o presente “pensamento único”.

Pergunte-se aos pobres russos se hoje estão melhor que em 1960…

“O sistema estava longe de ser perfeito”. E não era! Havia miséria, mas a fome que hoje assola milhões de russos não existia e a habitação, a Saúde, a Educação e os transportes públicos eram assegurados e todos tinham emprego e a velhice tranquilos (no primeiro caso, até demais).

O sistema soviético não funcionava. Ponto. Somente as enormes exportações de produtos petrolíferos e a repressão severa e frequentemente assassina permitiram manter o regime à tona de água! Mas o sistema nivelava – ainda que por baixo – as desigualdades sociais, económicas e sexuais! Havia mais igualdade do que em qualquer outro regime, mas a custo da liberdade de expressão e da eficiência económica, e estes são preços muito altos a pagar..

Tão altos que o regime soviético perdeu a Guerra Fria.

Agora não reconhecer que a pobreza na Rússia Soviética é aderir ao mais bacoco e cego fundamentalismo buxófilo. O sistema não prestava, mas não produzia mais pobreza que o chamado “Capitalismo Ocidental”.

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Os protestos de José Maria Martins

O candidato presidencial José Maria Martins tem protestado pela sua ausência nas sondagens e nos painéis de debate das eleições presidenciais. Não estando aqui em consideração a importância ou os méritos do candidato, o protesto levanta uma questão profunda e relevante:

A partidocracia que nos governa desde 1975 ocupou todo o espectro de acção política e de informação, filtrando toda a informação política de modo a permitir a sua perpetuação e alternância no Poder. Por isso tem sido tão difícil ao sistema político português renovar-se e encontrar novos valores, à semelhança do que aconteceu em Itália, onde todo o sistema partidário se renovou e onde se verificou uma extinção massiva dos maiores partidos italianos.

Neste aspecto, JMM e Alegre (este menos porque corre sózinho só porque o PS lhe recusou o apoio, não por uma questão de princípio).

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Ramalho Vira Eanes

A propósito do anúncio do apoio de Ramalho Eanes à candidatura de Cavaco Silva e da sua apresentação como “Presidente da Comissão de Honra” desta candidatura (seja lá o que isso fôr…) assistimos a mais uma manifestação do “Maquiavelismo” no seu melhor e na versão lusitana…

O que importa a Cavaco e à sua candidatura é recolher votos à esquerda e ainda há quem neste sector reconheça em Eanes um modelo a seguir.

Cavaco sabe que o que o separa da Presidência é a sua ligação com a Direita e “namorar” com a Esquerda é-lhe tão vital que não pode hesitar em sacrificar aqui e acolá alguma coerência…

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A confusão na tola de Sócrates entre Tamiflu e “Vacina”

Parece que José Sócrates teria declarado que “Portugal estava preparado para enfrentar uma eventual epidemia da Gripe das Aves porque tinha adquirido uma dose considerável de vacinas”.

Alguém faz o favor de explicar a esse viciado em fatos Armani que não existe ainda vacina para o H5N1 e que o Tamiflu da Roche não é uma vacina?

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Ainda as Presidenciais

Cavaco vai perder as eleições presidenciais… E o seu equivalente de Esquerda, o “sistémico” Soares vai ser humilhantemente batido por Alegre na primeira volta. Na segunda os votos da maioria de esquerda serão canalizados para Alegre e este será capaz de bater confortávelmente o professor de Economia…

Cavaco já perdeu umas presidenciais (remember?) e vai perder outras e sempre pela mesma razão: Não existe em Portugal uma maioria sociológica capaz de sustentar um Presidente da República de Direita.

Ponto.

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Cavaco e o “Presidencialismo”

Eis que está finalmente consumada aquela que era a expectativa de muitos: o regresso de Cavaco Silva.

Esperado ansiosamente pela Direita depois da sua esmagadora derrota eleitoral e temido pela Esquerda que dispersa pelos seus cinco candidatos teme a ascensão de um PR mais activo que Sampaio e Soares e capaz de interferir directamente com a governação socialista, Cavaco é temido.

Mas Cavaco existe apenas dentro de uma moldura legal e se fôr eleito (o que não é provável, a menos que um número significativo de eleitores da esquerda votem nele) terá que se mover num quadro que limitará fortemente qualquer veleidade “interventiva” que tenha. Assim, o passo seguinte será o de reformar a Constituição e de reforçar os poderes presidenciais… Moldando o nosso regime à semelhança do Françês, do americano ou do russo, onde os poderes presidenciais dominam os do executivo e permitem uma maior agilidade e eficácia do Regime.

Será o “Presidencialismo” a solução para o problema português?

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O Falcon Socrático

Decididamente, os políticos portugueses não aprendem com os seus erros… Já o devíamos saber, tendo em conta o estado em deixaram este país e quando observamos Durão Barroso a reincidir em viagens suspeitas pagas por amigos, mas quando se vê um homem inteligente como Sócrates a cair novamente – depois das férias no Quénia – no erro ficamos sempre um tanto espantados e frustados…

Conforme se sabe, o Primeiro Ministro teria utilizado o Falcon 50 da Foria Aérea para se deslocar a Aveiro para assistir ao jogo de futebol que opôs a selecção portuguesa à equipa do Liechtenstein.

Segundo gabinete de Sócrates, a justificação seria dupla; por um lado resultava na necessidade de realizar um número minímo de horas de võo, por outro resultaria da agenda apertada por Primeiro Ministro. Desde logo, estes argumentos podem ser contraditórios entre si… Se o PM andou de Falcon porque tinha pressa então interessa saber o detalhe das horas mínimas? E se o Falcon tinha que voar que interesse tem o detalhe da pressa do PM? E se tinha mesmo que voar, porque logo com o PM e naquele jogo? Mas este não é o contra-argumento principal…
Novamente, como no caso das férias no Quénia – importa “Governar por Exemplo”. Os governantes que querem impôr contenção salarial e orçamental ao país não devem deixar passar a imagem de despesismo ou de gastos sumptuários e supérfulos. O capital de confiança que perdem nestes episódios é tremendo e retira eficácia às suas medidas, seja qual fôr o seu mérito intrínseco.

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O Grande Vencedor das Autárquicas 2005 foi…

O grande vencedor destas eleições não foi o PSD – como os Media se apressaram a declarar – mas a CDU e com ela, o PCP… As perdas de Câmaras e mandatos do PS foram sobretudo para a CDU, que lhe conquistou sete câmaras e não para o PSD que se limitou a conservar as vitórias de 2001 sem que para isso tenha sido necessário dispender um grande esforço já que normalmente os círculos autáquicos sâo de oito anos, não de quatro.

A segunda grande vitória da CDU foi conseguida à sua esquerda, no Bloco de Esquerda que tornou a não conseguir fazer exprimir no domínio autárquico o seu crescimento nas Legislativas e que permanece no Poder Autárquico uma força vestigial e irrelevante. O próprio uso da expressão “candidato-bandido” por Francisco Louçã e a aparição súbita da candidata da única Câmara do BE nessa lista de “candidatos-arguidos” retira força moral a essa isolada vitória bloquista.

As excelentes prestaçðes dos candidatos autáquicos que a CDU apresentou nos diversos debates pelas Câmaras de Lisboa e Porto (Ruben de Carvalho e Rui Sá) e os elogios directos e indirectos dos candidatos do PSD também contribuiram para credibilizar as propostas comunistas nas restantes câmaras do país, reforçando a imagem de boa gestão autárquica que o partido foi recolhendo por todo o país desde 1976…

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Queremos a cabeça de Jorge Coelho

Quando Jorge Coelho e o próprio PSD vêm dizer que a derrota nacional sofrida pelo PS se deve em boa medida à impopularidade das medidas de contenção orçamental do Governo ignoram evidentemente uma análise que foi publicada no Editorial do Jornal Público de 11 de Ouubro.

Abordando os resultados na Câmara de Lisboa, o editorial conclui que Carmona Rodrigues teria recolhido mais doze mil votos do que a lista patrocinada pelo PSD para a Assembleia Municipal e que esses votos teriam provindo de quadrantes tão diversos como a CDU, o BE e até do PCTP/MRPP!

Esta curiosa deslocação de votos (clara em Lisboa, mas também observável em Sintra) da Esquerda para o candidato da Direita prova que a escolha de Carrilho criou em grande parte dos eleitores da Esquerda um desconforto tão grande que preferiram votar no PSD a escolherem o candidato que por “voto útil” deveria ter cativado a sua escolha… Aliás, para estes eleitores, o “voto útil” foi o voto na Direita…

Jorge Coelho, que foi o principal responsável pela escolha de Manuel Maria Carrilho já devia conhecer estas deslocações de votos quando na noite eleitoral proferiu as suas cobardes declaraçôes em que atribuía ao Governo a responsabilidade pela derrota sofrida pelo PS nestas Autárquicas…

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O “mau artista”

Hoje à tarde (domingo) apareceu-me à porta um indivíduo de fato de treino com uma placa na mão e algumas folhas presas a ela por uma mola dizendo: “Estou a fazer um peditório por causa de um menino que tem que ser operado”.

Como já não acredito em gambuzinos, nem na capacidade política de Santana Lopes, nem sequer na inocência de Valentim Loureiro (nem na vitória do Peseiro no Campeonato*) disse qualquer coisa como “Obrigado, mas não estamos interessados”. Aliás, já estava danado com o tipo mesmo antes de lhe abrir a porta, porque ele tinha optado por tocar a campaínha em vez de bater com a mão à porta, acordando a minha bébe, mas mais danado fiquei quando enquanto fechava a porta oiço o tipo murmurar qualquer coisa. Fecho a porta, para logo a reabrir e lhe perguntar: “O que foi que disse?”, “Nada, nada. Falava para mim.” “Acho bem.” e lá se dirigiu para tocar à porta dos meus vizinhos “engenheiros” e ultra-beatos (bem feito).

Fiquei depois a pensar no episódio… Haveria qualquer hipótese da história do tipo ser verdadeira? Não me parece… Porque haveria alguém que fosse familiar dessa criança omitir essa ligação na apresentação? Porque é que precisaria de recolher dinheiro porta a porta se o Estado – em princípio – garante ainda a realização de operações urgentes? Se era verdade, porque não começou por se identificar? Porque não trazia uma identificação na lapela? Porque andava de barba por fazer e de fato de treino? Porque tocar à campaínha com um único toque insistente e prolongado? Seria uma atitude intencional para impressionar os reformados que habitam maioritariamente a minha zona?

Não, a minha avaliação inicial era a correcta. Tratava-se de um “esquema” arquitecturado por uma mente incompetente para recolher dinheiro aos reformados aqui da avenida… E provavelmente de um esquema eficaz… A quantas portas teria que bater até receber a sua “contribuição”? Quanto renderia este “trabalho” ao fim de bater a 200 portas?

Não me arrependi de lhe ter dito que não. Só me arrependi de não lhe ter sacado mais dados, como os detalhes sobre a suposta criança doente, contactos, o nome, etc.

Da próxima não cometerei o mesmo erro… E sabemos que haverá uma próxima, não sabemos?

* Esta foi para o amigo Pires… 😉

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Os Heróis da Mata

Ontem, na televisão (onde mais haveria de ser?!) um caçador de perdizes interrogado sobre qual achava que seria a consequência de uma acção mais enérgica por parte da Comissão Europeia quanto à chegada da Gripe das Aves à Europa dizia:

“Como os tordos são aves migratórias, isso será muito grave para a caça.”

Comentários:
1. Alguém se lembraria de perguntar a um coveiro qual seria a acção necessária para parar um “meltdown” de um reactor nuclear? Então porque perguntar isto a um especialista em morte de pequenas aves?

2. Estes senhores ficariam tão garbosos do alto das suas botas de cabedal e camuflados de luxo se fornecessem às perdizes armamento de defesa?

3. Durante a reportagem a “voz off” não parou de afirmar que “caçavam pelo prazer de caçar” (como se isso fosse algo de louvável). Isto é, matam e provocam a dôr pelo seu próprio doentio prazer. Certamente hão-de reencarnar na pela de uma pequena ave a quem desfazem o torax com um tiro de bala de canhão e hão-de então divertir-se bastante, estou certo.

4. Esta gente que infecta os campos portugueses ao fim-de-semana (basta fazer uma volta pelos arredores de Lisboa) dispara sobre tudo o que mexe, não hesitando em abater os colegas se estes se parecerem muito com um coelho (azar!), reduzindo ainda mais a nossa já escassa riqueza biológica e pisando, derrubando culturas agrícolas sempre que podem, perante a passividade dos DOIS guardas florestais pagos com ordanado mínimo que defendem os seis milhões de hectares da mata portuguesa.

Proíba-se a Caça!

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O Cabaco-Messias

Cavaco aproveita-se da crença profundamente arreigada na Portugal da “vinda de um messias salvador”. A sua posse seráfica e altaneira é compatível com esta leitura.

Mas esquecem os portugueses (e se calhar Cavaco) que o PR é um cargo decorativo, destituído de poder real e que não tem qualquer papel executivo ou legislativo… Graças a Sampaio e Soares.

Assim, este suposto “salvador” é um salvador destituído de poderes de “salvação” e assim para que serve um Presidente da República com um perfil tão “executivo” como Cavaco? Para causar uma permanente e improfícua querela com o governo socialista?

É isto que queremos e de que precisamos?

Categories: A Escrita Cónia, Política Internacional, Política Nacional, Sociedade Portuguesa | 2 comentários

Yoko Tsuno


Numa recente passagem pela Bélgica tive o prazer de encontrar alguns albuns de Banda Desenhada da série “Yoko Tsuno” de Roger Leloup e que em Portugal foram reveladas pela fátua e saudosa revista “Spirou”.

Ficção Científica “retro” (o autor escreveu na década de 70), as histórias ficaram-me na cabeça e o prazer que tive em as reencontrar foi como uma espécie de regresso à Infância… Mas agora com quase quarenta anos, os argumentos parecem mais frágeis e os desenhos menos perfeitos…

Porque é que vemos o nosso passado com o nosso olhar de adultos e não permanecemos para sempre com olhos de criança?

Quem teria razão: o adulto de agora ou a criança de outrora?

Categories: Sociedade, Wikipedia | 2 comentários

Não ao Grande Sapo


Aqui me junto ao Nelson Santos do blogue “desBlogueador de Conversa” na sua Cruzada contra o regresso do “Grande Sapo” a Belém!

Categories: Política Internacional, Política Nacional | 5 comentários

A “Gripe das Aves” chegou à Europa. Que eficácia tem o Tamiflu?

Segundo o artigo que a prestigiada revista científica “Nature“(artigo) vai publicar o medicamento “Tamiflu” que o nosso governo encomendou para 1/4 da população (médicos, enfermeiros, governantes, militantes do PS, e as 329 ex-secretárias de Santana Lopes, por esta ordem) afinal não é tão eficaz como se previa no combate a uma mutação do virus da “Gripe das Aves” o H5N1. A estirpe que foi detectada pela primeira vez no Vietname acabou por ceder perante uma dose mais forte de Tamiflu, mas o incidente indica que o virus se está a mutar depressa e que o medicamento pode perder toda a eficácia mesmo antes de se desenvolver uma estirpe realmente perigosa para os seres humanos…

O outro medicamente a quem se reconhece eficácia no combate ao H5N1 é o “Relenza” do qual somente o governo alemão está a construir stocks e que poderá ter uma eficácia maior no combate a esta nova estirpe do virus da Gripe das Aves.

Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional | Deixe um comentário

O Sinal

A própria emergência (e sucesso!) da candidatura apartidária de Manuel Alegre devia disparar as campaínhas em todas as sedes partidárias (e não só no PS). O simples facto de alguém que corre sem apoios partidários estar em 2º lugar nas sondagens indica que a partidocracia que nos governa desde 1975 está estagnada e em descrédito e devia levar os políticos profissionais deste país a repensarem o seu papel na Democracia e a própria existência dos partidos em que militam.

Categories: Política Internacional, Política Nacional | 1 Comentário

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